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Review Galaxy S22 Plus | Samsung ouve o mercado brasileiro

Por| Editado por Léo Müller | 16 de Fevereiro de 2022 às 16h15

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Review Galaxy S22 Plus | Samsung ouve o mercado brasileiro
Review Galaxy S22 Plus | Samsung ouve o mercado brasileiro

Na primeira metade de fevereiro de 2022, a Samsung lançou oficialmente sua nova geração de celulares flagships e apresentou ao mercado o Galaxy S22, Galaxy S22 Plus e s22 ultra.

Agora, tenho em mãos o Galaxy S22 Plus — modelo intermediário da linha — para testar e mostrar se ele vale a pena, em comparação com concorrentes ou até mesmo com os demais membros da linha.

O smartphone herda um pouco do design da geração passada, com um módulo de câmeras acoplado ao quadro, o que já dá um tom mais sofisticado. No entanto, as laterais estão mais planas — bem parecido com o que a Apple fez com as séries iPhone 12 e iPhone 13.

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Um dos maiores destaques, porém, é que, pela primeira vez em muito tempo, a marca deixou de lado seu chipset próprio para trazer ao mercado brasileiro a versão equipada com o componente da Qualcomm. Mas será que o modelo está bom para o uso no dia a dia? Confira a nossa análise completa.

Design e Construção

O Galaxy S22 Plus tem dimensões de 157,4 x 75,8 x 7,6 mm e pesa 196 gramas. Não chega a ser um telefone grande, mas está longe de ser considerado pequeno. Da mesma forma, também está bem na média no que diz respeito ao peso.

Diferente da geração passada, ele tem as laterais mais retas, e isso muda bastante a pegada para quem está acostumado com o Galaxy S21 Plus. No entanto, é uma mudança para melhor. Ao pegar o aparelho pela primeira vez já é possível sentir mais segurança na hora de segurar, sendo que ele não escorrega tanto.

Seu acabamento é feito em vidro Gorilla Glass Victus+, tanto na tela quanto na traseira. Por falar na traseira, apesar do acabamento, ela tem um aspecto bem suave, que escorrega bastante. As laterais de alumínio, porém, ajudam a manter o telefone preso nas mãos.

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Na frente, a Samsung mantém o visual padrão visto na geração passada, com um pequeno entalhe em forma de furo centralizado no display para abrigar a câmera frontal. Além disso, as bordas bem finas e simétricas dão um maior aproveitamento ao painel.

Quanto ao módulo de câmeras, temos uma pequena diferença. Apesar de a marca continuar com a mesma identidade visual, o quadro não fica mais completamente anexado à borda lateral, como uma única peça — no S22+ há uma moldura dedicada para unir o conjunto de sensores.

Como sempre, porém, falta um conector dedicado para fones de ouvido, mas isso já é padrão na série topo de linha da Samsung. Em vez disso, temos um conector USB-C na parte inferior, que serve tanto para carregamento quanto para usar fones de ouvido deste tipo.

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O aparelho ainda possui acabamento com certificação IP68, o que garante uma maior resistência contra poeira e água.

Tela

O Galaxy S22 Plus conta com uma tela de 6,6 polegadas com tecnologia Dynamic AMOLED 2X, resolução de 1080 x 2340 pixels, densidade de 390 ppi e taxa de atualização de 120 Hz.

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Além disso, seu brilho oferece um pico de 1.750 nits, o que — aliado ao painel AMOLED — oferece uma boa iluminação mesmo em ambientes muito claros, com luz solar bem forte.

Já o suporte ao HDR10+ oferece uma qualidade de imagem muito boa para assistir a filmes e séries em plataformas de streaming compatíveis com a tecnologia.

A resolução não é tão alta como no modelo mais avançado da série — são 1080 x 2340 pixels. Apesar de ser a mesma especificação encontrada em modelos intermediários, o conjunto com HDR10+ permite obter uma qualidade muito boa.

A taxa de atualização de 120 Hz oferece um desempenho fluido ao executar jogos que exijam uma resposta muito rápida da tela, como games de tiro (Free Fire e Call of Duty: Mobile, por exemplo).

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No entanto, se o uso não for tão intenso assim, ainda é possível alterar para uma exibição mais simples, que fixa a taxa de atualização em 60 Hz e entrega uma autonomia maior de bateria. Esse modo é o ideal para ver fotos ou navegar no feed de redes sociais, por exemplo.

O Galaxy S22 Plus ainda oferece um recurso para aumentar ainda mais o brilho, caso o dia esteja muito ensolarado. No entanto, dificilmente será preciso ativar essa opção, a menos que você queira sacrificar um pouco mais a duração da bateria para ter um brilho ainda maior. No geral, porém, o modo simples dá conta do recado.

Por fim, o painel é protegido pelo vidro Gorilla Glass Victus+, que oferece uma resistência maior contra arranhões. Essa é a geração mais avançada do componente da Corning.

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Configuração e Desempenho

Como sempre, a Samsung lançou duas versões da linha Galaxy S22 — a primeira com um chip próprio da marca, o Exynos 2200, e a segunda com o Snapdragon 8 Gen1.

Essa última é a que recebemos aqui no Brasil, e é a primeira vez, desde o Galaxy S9, que a fabricante manda a versão com o componente da Qualcomm para o nosso país.

Essa plataforma conta com um núcleo Cortex-X2 de 3,0 GHz, três Cortex-A710 de 2,5 GHz e quatro Cortex-A510 de 1,8 GHz. Para o processamento gráfico, ele conta com a GPU Adreno 710.

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Aliado a isso, a Samsung oferece versões que combinam 128 ou 256 GB de armazenamento interno com 8 GB de memória RAM. Na teoria, é o suficiente para executar aplicativos e jogos pesados sem sofrer com engasgos ou travamentos.

Isso se converte perfeitamente na prática e ele oferece um bom desempenho. Em nosso teste padrão analisamos sua performance no aplicativo de benchmark 3D Mark. Na análise Wild Life Extreme Unlimited ele atingiu uma marca de 2358 pontos, enquanto a Wild Life Unlimited bateu 10.086 pontos.

Como efeito de comparação, esse desempenho é superior à todas as análises feitas com o Galaxy S21 Ultra — modelo mais avançado da geração passada — ou ao iPhone 12 Pro Max no mesmo aplicativo.

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Também analisamos como ele se sai com aplicativos populares — mais especificamente com jogos que exigem um pouco mais do processador.

Em League of Legends: Wild Rift, por exemplo, ele tem uma boa performance mesmo com todas as configurações gráficas definidas no nível máximo. No entanto, é importante destacar que o app ainda não foi otimizado para obter o melhor da tela de 120 Hz do Galaxy S22+ e ele só pode ser ajustado para até 60 Hz.

Em Call of Duty: Mobile, mesmo com todas as configurações gráficas definidas para o nível máximo, foi possível obter um desempenho suave e com bastante fluidez.

Durante a navegação em redes sociais e apps mais “comuns”, temos uma experiência igualmente boa. O aparelho não sofre com engasgos e alternar entre uma aplicação e outra é uma tarefa simples, sem qualquer tipo de lentidão.

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Em relação à conectividade, o celular oferece suporte à rede Wi-Fi 6e, que garante uma velocidade de navegação bem alta. Aqui, ele ultrapassou com tranquilidade os 500 Mbps contratados no meu plano.

A conexão móvel também pode oferecer velocidades altas para download, graças ao suporte ao 5G. No entanto, essa é uma vantagem que ainda levará alguns meses para ser válida no Brasil, já que a tecnologia ainda não está totalmente implantada por aqui.

Usabilidade

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O Galaxy S22 Plus conta com a interface One UI 4.1 instalada sobre o Android 12. Isso quer dizer que ele terá os recursos mais atuais da Samsung e do sistema operacional do Google.

Um dos maiores diferenciais é a presença do modo DeX, que permite conectar o celular a um monitor ou computador para ter uma experiência de uso de Desktop. Com ele, é possível acessar quase todos os apps do celular em uma tela maior e navegar com mouse e teclado no aparelho.

Além disso, o smartphone conta com uma interface bem personalizada, com alguns ajustes e “toques especiais” da sul-coreana para mudar um pouco o design do sistema operacional em relação ao que o Google entrega com o Android nativo.

E, por falar em Android, o Galaxy S22 Plus deve se manter atualizado por um bom tempo. Ele já chega de fábrica com o Android 12 e, dado o bom histórico da marca com atualizações de software, é possível que ele receba mais três ou quatro updates, além de sempre ficar em dia com os pacotes de segurança.

Câmera

O Galaxy S22 Plus possui uma configuração de câmera tripla na traseira — com um sensor principal de 50 MP, auxiliado por um ultrawide de 12 MP e um telefoto de 10 MP — mais uma lente frontal de 10 MP para selfies.

Todas elas funcionam de forma individual, ou seja, é possível obter fotografias com cada um dos sensores — ao contrário do que acontece com câmeras de profundidade, que servem apenas para auxiliar as demais para aplicar efeitos desfocados no plano de fundo.

Vamos conhecer, portanto, cada uma delas.

Câmera Principal | 50 MP

A câmera principal do Galaxy S22+ oferece uma boa qualidade de imagem. Com sua resolução de 50 MP, ela é capaz de captar bastante detalhes em um cenário mesmo com iluminação mais baixa.

Já em locais bem iluminados e ensolarados, a fotografia é ainda melhor, com bastante riqueza e vivacidade das cores.

Como é de se esperar de um aparelho topo de linha, o branco não fica estourado nas imagens obtidas com o Galaxy S22 Plus e, mesmo se aproximar a imagem após a captura, a perda de detalhes é bem pouca.

Há ainda um modo para tirar fotos com resolução máxima, de 50 MP. Nesta definição o resultado é ainda melhor, com mais detalhes.

Câmera Ultrawide | 12 MP

A lente ultrawide do Galaxy S22 Plus não possui tanta resolução quanto a principal, mas isso não afeta tanto na prática se você não costuma aproximar muito a foto após a captura.

O nível de detalhes e o equilíbrio de cores é basicamente o mesmo visto na lente principal e isso é muito bom, principalmente para quem quer tirar fotos de paisagens ou captar mais em um ambiente

Câmera Telefoto | 10 MP

Este sensor é utilizado apenas no modo retrato e para a configuração padrão, ou seja, com nível de aproximação em 3x. Caso o usuário altere para 1x, o celular muda a captura para a lente principal.

A câmera telefoto é mais indicada para tirar fotos de pessoas com um fundo desfocado e, após isso, ainda é possível “brincar” com o pós-processamento e modificar o efeito de desfoque, com um fundo preto, colorido ou outras opções.

Por ser uma câmera dedicada para isso, o recorte da pessoa em destaque é bem preciso e não há erros na hora de fazer o contorno.

Câmera frontal | 10 MP

A câmera frontal do Galaxy S22+ também proporciona imagens com uma excelente qualidade, com nível alto de detalhes e boa resolução — apesar de ser apenas 10 MP.

Assim como o conjunto traseiro, ela também conta com um modo retrato e o recorte da pessoa é muito bom — a inteligência artificial do app consegue destacar perfeitamente o fundo para dar mais foco ao usuário. Até mesmo ao redor dos cabelos o corte é preciso.

Modo noturno

Em geral, o modo noturno é bem competente na hora de captar imagens em ambientes mais escuros e clarear objetos ou construções para ficarem mais visíveis.

O céu, porém, fica com aquele aspecto esbranquiçado, como se fosse do começo da noite, mas isso é comum em vários modelos de celulares.

O que mais surpreende é a quantidade de detalhes que pode ser obtida. Mesmo aproximando bastante a foto depois do pós-processamento, ainda é possível ver tudo com bastante nitidez e a imagem quase não fica granulada.

Gravação de vídeo

O Galaxy S22 Plus pode filmar com resolução de até 8K e taxa de quadros de 24 fps. Já a câmera frontal faz 4K a até 60 fps — mesma definição também presente no conjunto traseiro.

A gravação conta com uma estabilização muito boa. Não chega ao nível de câmeras de ação, é óbvio, mas isso ajuda a reduzir bastante a “tremedeira” nas filmagens.

É importante frisar, porém, que o modo “superestável” da câmera nativa compromete um pouco a qualidade final do vídeo, mas nada muito exagerado.

Sistema de Som

O Galaxy S22 Plus conta com uma configuração de áudio estéreo, com uma saída de som na parte inferior do aparelho, enquanto a outra divide espaço com o speaker utilizado durante as ligações.

A qualidade não é das melhores, mas dá para quebrar o galho em um uso esporádico. Com o volume ajustado para algum nível próximo ao médio, a reprodução é muito boa, com um som bem limpo.

Já definido no máximo começa a ter um pouco de distorção, principalmente se estiver ouvindo rock ou músicas com bastante guitarra e bateria.

O volume não é muito alto, e o nível médio não é o suficiente para animar um ambiente, mesmo que não seja muito grande. A saída é se contentar com uma qualidade menor no volume ou utilizar um fone de ouvido — que deve ser sem fio ou UBS-C.

Para assistir a filmes, porém, ele dá conta bem do recado e a definição estéreo ajuda a criar uma experiência mais imersiva.

Bateria e Carregamento

A Samsung diminuiu um pouco a capacidade da bateria em sua nova geração de celulares topo de linha, e o Galaxy S22 Plus teve uma redução de 300 mAh em relação ao Galaxy S21 Plus — o celular conta agora com 4.500 mAh.

Na prática, isso pode ter um impacto na autonomia geral. Para nosso teste padrão, reproduzi três horas de filme na Netflix com brilho ajustado na metade e o consumo total foi de 23% — bem maior do que os 17% do Galaxy S21 Plus no mesmo cenário.

Com isso, é estimado que o novo modelo possa chegar a 13 horas de autonomia total nesse app.

Em um uso prático, a duração pode variar um pouco e, com um uso moderado — alternando apps de redes sociais, mensageiros e jogos e com Wi-Fi ligado, ele pode chegar a um dia de uso, mas provavelmente irá pedir carga antes de o dia terminar.

Se você usa o aparelho com uma frequência de média a intensa, dificilmente o S22+ terá energia para virar um dia.

O tempo de carregamento é um pouco maior se você não tiver um carregador muito bom. No kit, ele só acompanha um cabo USB-C nas duas pontas, portanto você precisa de um acessório compatível para obter o máximo do S22+. Caso contrário, será preciso quase duas horas para uma carga completa.

Concorrentes Diretos

O Galaxy S22 Plus chega ao mercado para competir com o iPhone 13 Pro — lançado em setembro de 2021 — ou com o Mi 12 Pro, que foi anunciado mais próximo do fim do ano.

O celular da Apple conta com o chip A15 Bionic, desenvolvido com arquitetura de 5 nanômetros pela própria empresa de Cupertino, enquanto o Xiaomi 12 Pro possui a mesma plataforma do Galaxy S22+, o Snapdragon 8 da primeira geração, que tem 4 nm.

O conjunto de hardware do iPhone inclui 6 GB de memória RAM e opções de até 1 TB de armazenamento interno, ao passo que o Xiaomi 12 Pro e o Galaxy S22+ incluem até 256 GB de espaço e 8 GB de RAM. Essa diferença entre a memória do celular da Apple e os demais, porém, não faz muito efeito na prática, já que o iOS é otimizado para exigir menos RAM.

No conjunto de câmeras, o celular chinês oferece mais resolução: são três lentes de 50 MP (uma principal, uma ultrawide e uma telefoto). Já o Galaxy tem os mesmos tipos de sensores, mas com resoluções de 50 MP, 12 MP e 10 MP, respectivamente.

O iPhone, por sua vez, abre mão de uma lente ultrawide para apostar em uma de profundidade e todas suas câmeras têm resolução de 12 MP. Também é válido mencionar que o conjunto de câmeras do iPhone 13 Pro é o mesmo encontrado no 13 Pro Max, ao passo que a Samsung dá um destaque maior com exclusividade ao S22 Ultra.

Para selfies, o Samsung conta com 10 MP, o Apple com 12 MP e o Xiaomi com 32 MP.

Na bateria, Galaxy e Xiaomi têm capacidades parecidas: são 4.500 e 4.600 mAh, respectivamente, ao passo que o iPhone 13 Pro oferece 3.095 mAh. Mais uma vez, a otimização diferente do iOS ajuda a manter uma autonomia equivalente mesmo com um componente “inferior”.

Em relação ao preço, fica difícil estimar um valor do Xiaomi 12 Pro, já que ele ainda não ganhou uma versão global — o que pode acontecer até o final de março. Já o iPhone 13 Pro está no mercado há alguns meses e sua versão mais simples pode ser encontrada a partir de R$ 8.000.

O recém-lançado Galaxy S22+, por sua vez, está com seu preço “cheio”, ou seja, ainda não sofreu alterações, e os valores mais baixos encontrados agora serão de ofertas das lojas.

Ele foi anunciado por R$ 6.999 em sua versão mais simples, com 128 GB de armazenamento ou R$ 7.499 para o modelo de 256 GB. No varejo, porém, ele já pode ser encontrado por menos.

Como de costume, esse valor pode cair mais ao longo dos próximos meses, assim como aconteceu com o S21 Plus, e é possível que o smartphone seja encontrado em uma faixa entre R$ 4.000 e R$ 5.000 em breve.

Conclusão | Brasil finalmente recebe a atenção que merece

O Galaxy S22 Plus é um ótimo celular para quem quer ter uma experiência flagship sem pagar o valor mais alto pelo celular mais avançado da nova série da Samsung.

Ele perde por oferecer uma bateria um pouco inferior — são 500 mAh a menos, com um total de 4.500 mAh — mas isso é compensado pelas outras especificações.

Outro ponto positivo é que a sul-coreana finalmente entendeu que o mercado brasileiro clama pelos modelos com chips da Qualcomm e trouxe para cá a versão equipada com Snapdragon 8 da primeira geração, em vez do Exynos 2200 usado em boa parte do mundo. Essa é a primeira vez que isso acontece desde o Galaxy S9, lançado em 2018.

O telefone oferece, ainda, uma câmera principal de 50 MP, auxiliado por um sensor ultrawide de 12 MP e um telefoto de 10 MP. Este é um importante avanço, já que a geração passada era limitada a 12 MP no sensor frontal, enquanto o modelo Ultra tinha 108 MP. A lente de selfies é mais modesta, com apenas 10 MP, mas ela dá conta do recado.

O design é outro ponto forte do aparelho e ele chega com laterais, traseira e tela mais planas, quase parecido com o iPhone 12 e 13, por exemplo. Isso certamente ajuda a melhorar a pegada, apesar da parte de trás ser bem escorregadia.

A tela também possui uma boa iluminação, com brilho de até 1750 nits. Isso, aliado ao painel Dynamic AMOLED ajuda a visualizar bem o conteúdo mesmo em ambientes bem ensolarados.

O preço pode assustar um pouco no começo, mas é possível que ele já sofra alguma redução ao longo dos próximos meses. Quando isso acontecer, é um celular que podemos recomendar com tranquilidade.