As 10 melhores comédias românticas disponíveis na Netflix

Por Sihan Felix | 11 de Setembro de 2020 às 19h15
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Listar as melhores comédias românticas do cinema é tão pretensioso quanto compor qualquer lista individual. Resumir às melhores disponíveis em uma provedora de streaming (como o é a Netflix) ajuda, mas ainda assim é uma ambição que nunca vai ter um final 100% feliz. E há um motivo especialmente influente quando se tentar elencar filmes dessa forma: a identificação. Quando se trata de romances, tudo ganha outras proporções e isso se torna muito mais pessoal e, às vezes, intransferível.

Pensando nisso, a ideia das nossas listas de cinema geralmente é indicar. Sem a menor pretensão de criar uma lista exata, definitiva ou qualquer coisa do tipo, os filmes citados e brevemente resenhados mais abaixo servem como indicações para quem não os assistiu ou para quem gostaria de reassisti-los. Pode ser óbvio que, dentro do catálogo da Netflix, sejam encontrados outros tão bons quanto, mas, como dito, isso vai depender de questões subjetivas como a identificação.

Sem mais demora e dentro dessa abordagem sem verdades absolutas, vamos à lista preparada pelo Canaltech dos 10 melhores filmes de comédia romântica disponíveis na Netflix:

10. Amizade Colorida

Dylan (Justin Timberlake) e Jamie (Mila Kunis) têm uma amizade sólida e, a partir dela, decidem passar para outro nível de relação sem assumir um compromisso para além da amizade. Acontece que a adição de sexo ao tempero acaba levando a algumas complicações e estas são tratadas com uma sensibilidade espontânea pelo diretor Will Gluck (de Pedro Coelho e Pedro Coelho 2: O Fugitivo).

9. Eu Não Sou um Homem Fácil

Quando um machista aparentemente incorrigível acorda em um mundo dominado por mulheres, ele passa a provar do seu próprio veneno, inclusive ao entrar em conflito com uma prestigiada escritora. Eu Não Sou um Homem Fácil é coescrito e dirigido pela atriz Eléonore Pourriat e traz um olhar curioso sobre as relações de poder e as diferenças impostas aos sexos.

8. Pense Como Eles

Tim Story, diretor do Quarteto Fantástico de 2005, constrói com muita facilidade um filme que consegue trazer a guerra dos sexos de maneira leve, divertida e, ao mesmo tempo, contundente. A história acompanha protagonistas que têm um livro que ajuda a entender a mente masculina como arma secreta e, enquanto isso, seus parceiros percebem até mesmo o que significa o controle de uma relação.

7. Diário de uma Paixão

Queridinho entre nove a cada 10 adolescentes e muito bem visto também por quem já chegou à idade adulta, Diário de uma Paixão é, pela premissa, uma versão em terra de Titanic (de James Cameron, 1997): um rapaz pobre, mas apaixonado, apaixona-se por uma jovem rica. Dessa paixão, surge uma sensação de liberdade e aventura, mas as diferenças sociais são bem mais complexas do que eles imaginavam...

6. Meu Eterno Talvez

Meu Eterno Talvez é o filme de estreia da diretora Nahnatchka Khan e já é de uma sensibilidade acima da média. Na história, enquanto todos parecem acreditar que Sasha (Ali Wong) e Marcus (Randall Park) ficariam juntos em definitivo, o casal começa a refletir sobre tudo e a incluir o talvez na relação. É um dos filmes mais genuinamente profundos e com mais camadas da lista.

5. Você Nem Imagina

Por mais que o amor possa ser violento, especialmente para alguém em formação, ele também é o guia das histórias mais expressivas. Você Nem Imagina mostra o quanto as pequenas coisas podem ser importantes em nossas vidas e que o amor independe de qualquer coisa e, às vezes, nem necessita ser físico. O amor é uma experiência e a diretora Alice Wu constrói isso de uma maneira única.

4. Bhangra Paa Le

Deve ser o filme mais inusitado da lista, mas é uma maneira de indicar um filma fora do circuito mais conhecido. Bhagra Paa Le é uma produção indiana que traz a história de uma dançarina que se prepara para uma competição internacional... contra um rival que pode modificar a sua vida. É divertido, é diferente, é até um pouco mais longo do que os filmes mais comerciais do gênero (tem duas horas e 11 minutos) e pode valer muito a pena.

3. Quando Surge o Amor

Bollywood é uma indústria muito única. O cinema de lá tem uma extravagância diferente de qualquer outro local, da forma ao estilo, tudo é muito próprio do cinema indiano pop. Em Quando Surge o Amor, essa potência mais excêntrica é contida e, talvez, transpareça mais nas atuações. Na história, Anjali (Kajol), durante seus anos de faculdade, era apaixonada por seu melhor amigo, Rahul (Shah Rukh Khan), mas ele só tinha olhos para Tina (Rani Mukerji). Comentar mais do que isso pode estragar a experiência... De todo modo é bom alertar: Quando Surge o Amor é um filme de 1998 com a duração bem acima de Bhangra Paa Le (que já é dilatado frente aos moldes hollywoodianos do gênero), com suas duas horas e 57 minutos de duração.

2. Um Príncipe em Nova York

Diretor de um dos filmes cults mais festejados da década de 1980 (Um Lobisomen Americano em Londres), John Landis consegue impor um ritmo a uma história aparentemente boba e clichê como poucos. Aqui, neste clássico do gênero lançado em 1988, um príncipe africano extremamente mimado interpretado por Eddie Murphy viaja para o Queens, em Nova York, disfarçado... tudo para encontrar uma esposa que ele possa respeitar por sua inteligência e vontade.

1. A Cozinha Incrível de Anesu

De riso fácil e solto, esse filme africano, vindo do Zimbábue, é uma das produções que mais merecem destaque no catálogo da Netflix. Nele, uma mãe se inscreve em um reality show culinário para ter a chance de mudar a vida do seu filho. Com muito carinho e força pelo que faz, ela, interpretada pela premiada Tendaiishe Chitima, parece ser uma metáfora das mais bonitas sobre o que fazemos por amor. O filme, que é premiado, foi o grande vencedor do National Arts Merit Awards do Zimbábue.

É isso. Poderiam ser muitos... caberiam alguns títulos a mais, de repente, substituindo os que citei. Na prática, é impossível listar 10 filmes de maneira unânime. Como dito na introdução, comédias — especialmente as românticas — batem de uma maneira muito pessoal na gente. Resta a subjetividade de cada um para compor a própria lista.

Agora, ficam aí os comentários para que vocês complementem e enriqueçam tudo. Vamos fazendo uma corrente de indicações! Nada melhor do que compartilhar.

Bons e ruins filmes para nós!

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