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As melhores maneiras de negociar o seu iPhone antigo em 2021

Por  • Editado por  Wallace Moté  | 

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Erick Teixeira/Canaltech
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O iPhone é objeto de desejo de muitas pessoas, e no eventual upgrade de modelo ou migração para o Android, o dono de um aparelho com iOS tem boas chances de fazer bom negócio. Vide que mesmo o iPhone 7, de 2016, continua com uma demanda expressiva.

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Então, como garantir que um iPhone antigo ou que você não deseja mais se transforme em dinheiro? Os celulares da Apple possuem um bom valor de revenda, mas é necessário saber negociar e fazer a divulgação do seu smartphone usado. Por isso selecionamos algumas dicas úteis.

Cronograma longo de atualizações

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Mesmo que alguns modelos como os iPhone 6s, SE (2016) e iPhone 7 já mostrem sinais de desgaste frente ao hardware de 2021, a Apple não deixa de olhar para eles. Todos ainda são suportados pelo iOS 15, ou seja, até setembro do ano que vem, seguirão na lista oficial de celulares suportados.

Isso é importante por uma série de motivos, que incluem novos recursos de software e atualizações de segurança que blindam os aparelhos de invasões. Se seu celular for mais moderno que estes, um bom argumento é defender que, se mesmo os mais antigos ainda são suportados, a Apple olhará para opções mais recentes como o iPhone 11 por muito mais tempo.

Todo iPhone foi um top de linha à sua época

iPhones são muito caros, principalmente no Brasil, e um motivo que colabora para isso é o desejo da Maçã de sempre criar celulares top de linha. Isso significa que, quando foram lançados, os iPhones representavam o melhor da tecnologia disponível dentro da Apple.

Assim, eles saíram de fábrica com a melhor câmera que Tim Cook possuía em estoque, assim como o chip mais avançado. E por mais que após alguns anos eles já não sejam os mais potentes do mercado, todo flagship sobrevive por mais tempo que celulares intermediários e de entrada. O que era voltado à alta performance há alguns anos, hoje ainda conseguirá lidar com tarefas rotineiras, redes sociais, jogos, e outros serviços.

Baixa desvalorização com o tempo

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Esse é um argumento que prepara o eventual comprador para fazer sua própria revenda no futuro. Os celulares da Apple são os que mais conservam o valor de reaquisição. O iPhone 7 de 32 GB, lançado a R$ 3.499 em 2016, é hoje encontrado por volta de R$ 1.300. É uma desvalorização de 62% que levou cinco anos para acontecer. Meia década.

Para se ter ideia, muito celular Android chega a desvalorizar quase 50% já no primeiro ano. Ou seja, a desvalorização acontece para todos, mas a um ritmo muito mais lento para aparelhos iOS. Isso significa que caso um comprador mude de ideia, o repasse a outro interessado tende a acontecer com reduções bem menos drásticas.

Suporte técnico oficial e terceirizado

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A Apple tem uma política de manter o suporte oficial dos seus aparelhos por muito tempo, e isso não se reflete apenas em software. As centrais autorizadas de reparos podem repor peças, bateria e telas de todos os iPhones desde o 5s.

Enquanto os preços oficiais das Apple Store (em São Paulo e Rio de Janeiro) não são nada convidativos e implicam em pagamentos que podem ultrapassar o preço de um celular seminovo, os Centros de Serviço Autorizado Apple (AASP) podem praticar taxas distintas também para consertos com peças originais.

Se mesmo o iPhone 5s, de 2013, ainda tem suporte oficial, não é mero palpite que modelos mais modernos e que rodam o iOS 15 continuarão suportados por um bom tempo.

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Eu quero vender meu iPhone fácil

Caso não haja tempo ou paciência para negociar você mesmo seu iPhone com potenciais compradores, é possível usá-lo para obter dinheiro extra com programas de troca, ou usá-lo como “entrada” em um smartphone novo.

Há empresas especializadas na avaliação de usados, como a Trocafone. É possível dar um iPhone antigo como parte do pagamento por outro aparelho seminovo. A Samsung possui campanhas pontuais nas quais aceita celulares usados também. Há uma em vigor para quem quiser comprar os dobráveis Galaxy Z Fold 3 e Galaxy Z Flip 3.

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Apesar desse ser o caminho mais fácil, vale o alerta de que as empresas pagam bem abaixo do que é avaliado no mercado de usados. Um iPhone 11 de 64 GB é comprado por pouco mais de R$ 1.900, mas no mercado de usados pode valer R$ 3 mil ou mais a depender do estado de conservação e saúde da bateria.

Vale comentar que a própria Apple tem um programa no qual o celular usado vale desconto na aquisição de um novo, mas ele ainda não está disponível no Brasil.

Cuidados na venda

Finalizando, é importante tomar cuidado ao negociar seu iPhone usado pela internet. Apagar os seus dados pessoais do aparelho é essencial, assim como não efetuar envios antes da confirmação do pagamento — caso opte por vendê-lo por uma plataforma como Mercado Livre ou OLX.

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Em vendas presenciais, marque sempre em locais com grande circulação de pessoas, como shoppings. Se possível vá acompanhado, e faça testes na frente do comprador para a certificação de ambos que a venda aconteceu com o celular em perfeitas condições de uso.