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Review Redmi Note 12 | Agora com 5G e câmeras melhores

Por| Editado por Léo Müller | 23 de Março de 2023 às 16h33

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Review Redmi Note 12 | Agora com 5G e câmeras melhores
Review Redmi Note 12 | Agora com 5G e câmeras melhores

Redmi Note 12 foi anunciado com o novo Snapdragon 4 Gen 1, chip focado em eficiência energética que já tem 5G. Com poucas mudanças para a geração anterior, o celular pode não chamar tanta atenção.

Mas o salto, mesmo pequeno, é notável. O desempenho está mais fluido, a bateria dura mais, e as câmeras tiram fotos melhores. Nem tudo são flores, claro, já que o sistema de som agora é mono.

O Canaltech testou o novo intermediário de baixo custo da Xiaomi. Veja o que eu achei do dispositivo a seguir.

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Design, construção, tela e som

  • Dimensões: 165,9 x 76,2 x 8,0 mm
  • Peso: 188 gramas
  • Tela: AMOLED de 6,67 polegadas
  • Resolução: Full HD (1080 x 2400 pixels), 120 Hz;

O Redmi Note 12 não tem nada demais em design e construção. É um celular em barra com câmeras no topo superior esquerdo, dentro de um módulo retangular levemente saltado. Tem traseira e laterais em plástico, e frente protegida por vidro.

O botão de energia, no lado direito, também funciona como sensor de impressão digital. E há um conector P2 no topo, além do USB-C na parte inferior. A tela tem um pequeno furo para a câmera frontal e tem poucas bordas — apesar de a inferior ser um pouco maior que a média da atualidade.

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Falando no display, a Xiaomi optou pela tecnologia AMOLED para o painel. É uma boa tela, com imagem nítida, bom contraste e bom nível de brilho. Para um celular intermediário mais em conta, está acima do nível de grande parte dos concorrentes.

O sistema de som não tem nada demais. É mono e apresenta um pouco de distorção, ficando levemente abafado já em volume médio. De fato, o áudio não é um dos melhores pontos deste celular.

Configuração, desempenho e usabilidade

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  • Sistema operacional: Android 12 sob MIUI 13;
  • Plataforma: Snapdragon 4 Gen 1 (6 nm);
  • Processador: Octa-core (2x 2,0 GHz Cortex-A78 + 6x 1,8 GHz Cortex-A55);
  • GPU: Adreno 619;
  • RAM e armazenamento: 4/128 GB, 6/256 GB.

O Redmi Note 12 já traz o novo Snapdragon 4 Gen 1 em seu interior. Trata-se de um chip intermediário com foco em eficiência energética da Qualcomm. A pontuação em benchmarks não impressiona, mas nem por isso a experiência é ruim.

Em resumo, o celular da Xiaomi consegue rodar tarefas mais comuns do dia a dia com tranquilidade. Porém, vai demorar um pouco mais em processos mais exigentes, como edição de vídeos, por exemplo. Não é que ele não seja capaz de fazer essas tarefas, mas vai precisar de mais tempo.

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Aliás, eu senti algumas engasgadas leves enquanto jogava Subway Surfers. Algo que não me lembro quando foi a última vez que vi acontecer. E eu testei muitos celulares, de topo de linha a modelos de entrada, nestes últimos seis anos. Asphalt também teve alguns engasgos, mas foram mais suaves.

Eu testei o Redmi Note 12 com a MIUI 13.5 instalada por cima do Android 12. E minha impressão é de há uma quantidade um pouco maior de apps desnecessários instalados no aparelho — mas pode ser porque veio uma versão indiana aqui para o Canaltech.

O modelo que o Canaltech testou não tem NFC, mas traz o sensor infravermelho — que permite controlar TVs, aparelhos de ar condicionado e afins pelo celular.

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Câmeras

  • Principal: 48 MP, abertura f/1.8;
  • Ultrawide: 8 MP, abertura f/2.2;
  • Macro: 2 MP, abertura f/2.4;
  • Selfies: 13 MP, abertura f/2.5;
  • Vídeos: até 1080p a 30 fps.

O Redmi Note 12 conta com um conjunto de três câmeras na traseira. A principal, que tem 48 MP, tira fotos com um excelente nível de texturas, boa faixa dinâmica e cores bem próximas do real. Mas você precisa ativar o HDR automático quase sempre que mexe em qualquer configuração do app.

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Na ultrawide, que tem 8 MP, as fotos já perdem consideravelmente as texturas. A faixa dinâmica também reduz um pouco, mesmo com HDR, e as cores já ficam mais “forçadas”. A macro tem boa faixa dinâmica, mas perde em texturas, principalmente por conta da resolução baixa, de 2 MP.

O modo noturno não consegue mudar muito o aspecto das fotos. Você consegue reduzir tremidos, mas não gera ganho em iluminação ou texturas, além da redução de ruídos ser tímida.

A câmera frontal tira selfies razoáveis. Se você gosta de ficar com o rosto mais liso, provavelmente vai gostar da câmera do Redmi Note 12. A faixa dinâmica é bem boa na frontal, com equilíbrio interessante de faixas claras e escuras.

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A gravação de vídeo segue a qualidade de imagem das fotos. O grande ponto forte é a estabilização, que eu achei muito boa, especialmente na frontal. A resolução máxima é Full HD, que está de bom tamanho para vídeos de redes sociais.

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Bateria e carregamento

  • Capacidade de carga: 5.000 mAh;
  • Recarga: até 33 W com fio.

O maior ponto forte do Redmi Note 12 é a bateria. Com brilho automático e uso interno, o dispositivo teve queda de apenas 22% na carga durante 6 horas, das quais cerca de 60% do tempo ele ficou com a tela ligada em navegação na internet, vídeos e jogos.

De acordo com o teste do Canaltech, o celular da Xiaomi poderia durar até 27 horas em uso real. Como o nosso teste é bastante exigente, dá para acreditar que ele passa de dois dias sem precisar da tomada, mesmo com usuários que têm tempo de tela alto por dia.

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Lembrando que tempo de uso varia dependendo do tipo de apps, força da rede e vários outros fatores. Você pode conseguir extrair um tempo melhor, mas também pode precisar de uma tomada em um tempo menor do que os testes disponíveis na internet.

  • Duração estimada: aproximadamente 27,3 horas;
  • Recarga: menos de 1,5 hora.

A recarga é feita com um carregador de 33 W de potência. Em meia hora, o aparelho carrega cerca de 40% da carga. O tempo para ir de 0% até 100% é de cerca de uma hora e vinte minutos.

Concorrentes diretos

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O único concorrente direto do Redmi Note 12 já lançado em 2023 é o Moto G53. O aparelho da Motorola tem pontuações um pouco inferiores em benchmarks, mas já está disponível oficialmente no Brasil com preço sugerido de R$ 1.900, mas aparece por cerca de R$ 1.600 no varejo.

Mas eu ainda acho mais interessante um Galaxy A53, que é lançamento de 2022, mas está um pouco à frente do celular da Xiaomi em quase todos os aspectos. E pode ser encontrado na casa dos R$ 2.000. Apesar de ser mais caro, é um investimento mais interessante no longo prazo.

Redmi Note 12: vale a pena?

O Redmi Note 12 é um bom salto em comparação a seu antecessor pelo simples fato de ser 5G. De resto, traz pequenos ajustes, como a taxa de atualização aumentada para 120 Hz — era 90 Hz na geração anterior — e desempenho um pouco mais fluido.

A autonomia de bateria também está um pouco melhor, bem como a qualidade das fotografias. A Xiaomi parece finalmente ter acertado a faixa dinâmica — mas você precisa ficar de olho se o HDR não está desativado, pois ele desliga sozinho quando você muda de modo da câmera.

Um passo atrás está no sistema de som, que agora é mono. Mas quem quer curtir um áudio bom no celular costuma usar um bom fone de ouvido, e o Redmi Note 12 tem conector P2.

Você consegue importar o aparelho por cerca de R$ 1.500. E vale mais a pena até mesmo que o Redmi Note 11S, mais barato, mas sem o 5G. No entanto, a demora para chegar e possíveis taxas extras devem ser levadas em conta na hora de fechar a compra.

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