Review Redmi Note 11 | Quase um repeteco do antecessor

Por Jucyber | Editado por Léo Müller | 18 de Fevereiro de 2022 às 10h13
Ivo Meneghel Jr/ Canaltech

O Redmi Note 11 é a atualização de um dos celulares mais procurados no primeiro semestre de 2021, o Redmi Note 10. Com um conjunto de câmeras interessantes, o smartphone pode fazer sentido para muitos fãs dos modelos baratos da Xiaomi. E, agora, você vai conhecer esse novo modelo no nosso review.

Entre os diferenciais do Note 11, está a tela com taxa de atualização de 90 Hz, os alto-falantes estéreo e a presença da nova interface da gigante chinesa, a MIUI 13. Por isso, dá para perceber que as implementações feitas no celular praticamente servem para dar nesta geração o que era esperado na anterior.

Porém, a falta de alterações significativas nas configurações de desempenho pode fazer o público ficar dividido a respeito da compra. Afinal, será que realmente vale a pena comprar o aparelho “baratinho” da Xiaomi? Confira a resposta na análise completa.

Confira o preço atual do Redmi Note 11

Prós

  • Tela de 90 Hz
  • Entrada P2 para fone de ouvido
  • Alto-falantes estéreo de boa qualidade

Contras

  • Não tem 5G
  • O modo noturno não surpreende
  • Desempenho com pouca evolução
  • Câmera macro de baixa resolução
  • Gravação de vídeos só em Full HD

Design e construção

O design do Redmi Note 11 representa bem a identidade visual utilizada pela Xiaomi em grande parte de seus modelos intermediários. O corpo é mais quadrado, e a traseira lembra bastante a vista no Redmi Note 10, mas com alguns ajustes na organização das lentes no módulo de câmeras.

  • Dimensões: 15,9 x 7,3 x 0,81 cm;
  • Peso: 179 gramas.

A construção permanece toda em plástico, mas isso não é um demérito para o aparelho custo-benefício. No geral, faz sentido a utilização desse material, pois evita que o celular entre em um novo patamar de preço.

As laterais também são em plástico, e essa é uma vantagem bem-vinda para a transmissão de sinal dos dados móveis, bem como de internet WiFi. A tela é em Gorilla Glass 3 para garantir mais resistência a riscos, e tem um entalhe no formato Infinity-O para abrigar o sensor frontal.

O Redmi Note 11 tem certificação IP53, e isso permite que respingos de água caiam no aparelho sem causar danos. Mesmo com essa vantagem, é preciso ter em mente que essa proteção é mais superficial que o IP68, então não tente mergulhar o celular em água doce, pois a entrada de líquido é inevitável, bem como os danos causados nas peças internas.

Visual lateral do Redmi Note 11 (Imagem: Ivo/Canaltech)

Por se tratar de um produto com foco na alta demanda, o celular da Xiaomi possui entrada para fones de ouvido e USB-C separadas. Na embalagem do aparelho, a fabricante disponibiliza os acessórios necessários para a recarga, que é o carregador de 33 W e o cabo USB-A/USB-C.

Além disso, o Redmi note 11 já possui uma capa de TPU na caixa para evitar a busca por cases compatíveis. Na lateral direita, a Xiaomi continua disponibilizando os botões para controle do volume, e o controle híbrido para ligar e desligar o smartphone, bem como fazer a leitura de digitais.

Já à esquerda, está a gaveta tripla para uso de dois chips nano SIM de operadora, além da inserção de um cartão micro SD para expansão do armazenamento interno do celular.

"O design do Redmi Note 11 tem algumas renovações bem-vindas para a categoria de intermediários, e o corpo mais quadrado ajuda na ergonomia."

— Jucyber

Conexões

Como entrada física, o Redmi Note 11 possui duas opções de conexões. A principal é a USB-C, pois permite o uso do carregamento via cabo e a transferência de arquivos do computador para o celular e vice-versa.

Já outra opção é a entrada de 3,5 mm — P2 — que serve para o uso de fones de ouvido com fio. Apesar de a Xiaomi não disponibilizar o acessório na embalagem, a empresa dá a abertura para o público comprara à parte e utilizar sem a necessidade de adaptadores complementares.

Entrada USB-C do Redmi Note 11 (Imagem: Ivo/Canaltech)

A respeito das tecnologias sem fio, o Redmi Note 11 conta com Bluetooth 5.0, e isso demonstra que não houve nenhuma evolução nessa conectividade em relação ao Redmi Note 10. Infelizmente, a versão global não possui o NFC para disponibilizar meio para uso do celular no pagamento via aproximação.

Outro ponto negativo é a presença apenas da rede 4G foi mantida como principal opção, e isso faz com que os usuários interessados em adquirir um celular compatível com o 5G deixem de escolher o Note 11 por causa dessa limitação.

Tela

A tela do Redmi Note 11 é AMOLED de 6,4 polegadas, e esse tamanho é o mesmo visto no Redmi Note 10. Entretanto, com as alterações feitas no corpo do novo celular, a Xiaomi conseguiu proporcionar ao público um aproveitamento frontal superior a 84% — isto é, a tela ocupa mais de 84% da face frontal do dispositivo.

A resolução do display é Full HD+, de 2400 x 1080. A taxa de atualização fica em 90 Hz para entregar aprimoramentos na fluidez durante a navegação, bem como em jogos.

Tela AMOLED do Redmi Note 11 (Imagem: Ivo/Canaltech)

O brilho dele é de 750 nits, mas o pico alcança 1.000 nits, que é abaixo do visto no Redmi Note 10. Porém, ele tinha o limite de 1.100, com 450 nits de brilho normal.

A respeito da qualidade geral da tela, é notório que o público vai ficar satisfeito com a experiência que o Redmi Note 11 pode entregar. As cores são mais vívidas em painéis Super AMOLED, mas isso não significa que a saturação seja exagerada.

"A tela do Redmi Note 11 é muito atrativa para quem gosta de imagens mais próximas do visto a olho nu. A saturação não é exagerada e é mais interessante para o meu gosto pessoal."

— Jucyber

Configuração e desempenho

A Xiaomi implementou poucas novidades no hardware do Redmi Note 11. Por isso, a principal alteração presente no dispositivo é a plataforma. O novo intermediário possui o Snapdragon 680, e essa CPU disponibiliza alguns diferenciais importantes para a experiência de uso.

Uma delas é a construção em 6 nanômetros, pois esse novo formato utilizado no chip entrega aprimoramentos no desempenho e autonomia do aparelho. Além disso, a Qualcomm garante que o processador de imagem presente na plataforma permitirá que as fotos em locais mais escuros serão melhores por utilizar a inteligência artificial para aprimorar esse funcionamento.

Em geral, o desempenho do Redmi Note 11 é satisfatório, seja para atividades no dia a dia, ou jogos. Porém, ao contrário do Redmi Note 10, o popular game Genshin Impact não teve uma performance positiva nele.

Mesmo com a qualidade gráfica no “Baixo”, o título apresentou travamentos em momentos de movimentação simples pelos cenários. Em batalhas, essas falhas nos comandos ficaram ainda mais perceptíveis.

As configurações do Redmi Note 11 possuem algumas variações (Imagem: Ivo/Canaltech)

Além do Snapdragon 680, o Redmi Note 11 possui opções com 4 GB e 6 GB de memória RAM, bem como 64 GB e 128 GB de armazenamento interno. Em complemento a essas capacidades, a compatibilidade com o uso de cartão microSD para aumentar o espaço de uso para guardar arquivos é algo interessante.

A respeito dos testes de benchmark, o desempenho do smartphone proporcionará uma experiência de uso intermediária, mas quase básica. No Wild Life Unlimited, o resultado foi de 445 pontos, com a média de 2,7 fps. Já na versão Extreme, a pontuação foi de 124 e 0,7 fps.

Essas informações demonstram que a usabilidade pode ser comparada com a vista no Realme C21Yque foi analisado pelo Canaltech em 2021 —, mas com um pouco menos de pontuação. Dessa forma, as expectativas em relação ao que esperar desse celular demonstram que ele pode ficar abaixo das expectativas para a categoria.

Benchmark do Redmi Note 11 no 3D Mark (Imagem: Ivo/Canaltech)

Interface

A Xiaomi trabalha há muitos anos com a interface MIUI para dar uma experiência de uso diferente da obtida com o sistema Android “puro”. No Redmi Note 11, a principal novidade é a presença da 13ª versão dessa personalização.

Entretanto, a gigante chinesa ainda não liberou a atualização do sistema para o Android 12, e isso faz a usabilidade ser aliada aos recursos presentes no Android 11. Dessa forma, alguns ajustes característicos da versão mais recente do software distribuído pelo Google não estão disponíveis no aparelho.

Por enquanto, as alterações ficam mais evidentes na organização de informações, na navegação entre os menus, bem como na velocidade para alternar entre ferramentas.

Espera-se que a atualização para o Android 12 entregue as personalizações visuais para deixar os celulares da gigante chinesa com o layout ainda mais bonito.

Segurança

O Redmi Note 11 não possui nenhuma novidade na parte de segurança que o diferencie dos antecessores. Sendo assim, é possível ter como principais formas de biometria o leitor facial e de digitais.

O primeiro possui um padrão de configuração que eu considero muito simples. Porém, a segunda alternativa — o leitor de digitais — se mostra mais interessante por estar no botão lateral e permitir o desbloqueio com o dedo de forma rápida e precisa.

Câmera

O Redmi Note 11 tem um conjunto com quatro câmeras na parte traseira, e cada sensor tem um formato fotográfico diferente para proporcionar a versatilidade nas capturas. Além disso, o software complementa a experiência com inteligência artificial para dar resultados melhores nas imagens. Já para selfies, a chinesa implementou apenas um sensor no entalhe do smartphone.

Câmera principal

A câmera principal tem um sensor de 50 MP com lente cuja a abertura é f/1.8, e o propósito é entregar a maior qualidade possível para um modelo dessa categoria. No uso prático, a resolução alta teve um resultado próximo do obtido no antecessor.

Isso demonstra que não houve melhorias entre as gerações. Assim, sob boa iluminação, é possível ter capturas de acordo com a categoria, mas dá para sentir um pouco de ruído em alguns momentos.

A saturação é equilibrada, mas ao ativar o modo de inteligência artificial e o HDR dá para sentir uma coloração melhor do céu e a iluminação geral das fotos melhora.

Câmera principal do Redmi Note 11 (Imagem: Jucyber/Canaltech)

Câmera ultrawide

Já para fotos em modo ultrawide, o Redmi Note 11 possui um sensor de 8 MP, com abertura da lente de f/2.2 e o ângulo de captura de 118°.

A imagem sai com uma iluminação menor do que a principal, e as cores são um pouco mais próximas do visto a olho nu, sem puxar para os tons de azul.

Mesmo com a amplitude interessante, dá para notar que a foto pega mais ruídos do que o esperado para um celular intermediário.

Câmera ultrawide do Redmi Note 11 (Imagem: Jucyber/Canaltech)

Câmera macro

Já não é novidade que a Xiaomi escolhe o sensor de 2 MP para fotos em modo macro e implementa em alguns celulares intermediários.

Porém, o Redmi Note 11 merecia uma opção de resolução maior, pois a câmera macro se torna dispensável por entregar uma qualidade muito baixa nas fotos e não ter nenhum destaque significativo que justifique a existência desse sensor.

Câmera macro do Redmi Note 11 (Imagem: Jucyber/Canaltech)

Modo retrato

O modo retrato é feito com o outro sensor de 2 MP em conjunto com o software. O contorno acerta bastante sob boa iluminação, mas não é excelente.

Mesmo em objetos simples, o desfoque alcança partes pequenas, e isso faz com que o resultado fique um pouco abaixo do esperado.

Modo retrato no Redmi Note 11 (Imagem: Jucyber/Canaltech)

Modo noturno

O modo noturno no Redmi Note 11 é, basicamente, utilizado para corrigir alguns pontos de luz presentes nas fotos. Ao contrário do que temos visto em muitos celulares, não há uma mudança significativa na iluminação do ambiente.

Modo noturno do Redmi Note 11 (Imagem: Jucyber/Canaltech)

Câmera frontal

A câmera frontal do Redmi Note 11 conta com o sensor de 13 MP, e a lente tem abertura f/2.4. Apesar das leves alterações para entregar mais qualidade nas selfies, o uso prático mostrou o contrário.

Mesmo com o modo de embelezamento desligado, a nitidez alcançada por esse sensor é muito abaixo das expectativas baseadas no que foi visto no Redmi Note 10. O rosto fica com cores mais lavadas, e diversos detalhes são perdidos no processamento da imagem.

Quando o modo retrato é utilizado, o contorno funciona dentro do esperado, mas a funcionalidade afeta bastante a qualidade da foto, pois o rosto fica “embonecado”.

Mesmo sem ter HDR na câmera frontal, a inteligência artificial já permite que o aparelho melhore o equilíbrio das cores no contraluz para não deixar as imagens com o fundo estourado.

Câmera frontal com HDR do Redmi Note 11 (Imagem: Jucyber/Canaltech)

Vídeo

Para vídeos, o Redmi Note 11 oferece como resolução máxima de gravações — na câmera frontal e traseira — o Full HD (1080p), e isso o deixa bem limitado ao comparar com outros celulares da mesma faixa de preço.

Dessa forma, é importante ter em mente que esse celular pode não ser a melhor opção para quem deseja produzir algum tipo de conteúdo com foco nas redes sociais, pois ele é mais funcional em filmagens amadoras no dia a dia.

O Redmi Note 11 filma em Full HD com as câmeras traseira e frontal (Imagem: Ivo/Canaltech)

Sistema de som

O grande destaque do Redmi Note 11 é, sem dúvidas, o novo sistema de áudio implementado pela Xiaomi. Isso porque o smartphone intermediário possui dois alto-falantes estéreo, sendo um no topo do celular e outro na parte de baixo, próximo da conexão USB-C.

Esses speakers têm um som bem aberto, e isso proporciona uma experiência positiva mesmo no volume máximo. Apesar de não ter a mesma potência de som vista em outras fabricantes, como a Samsung, o intermediário da Xiaomi entrega graves interessantes.

Em geral, a sonoridade é muito equilibrada, e até mesmo o agudo não fica tão marcante para entregar uma reprodução na medida certa. Sendo assim, entre os modelos da marca, o Redmi Note 11 é o que tem o melhor áudio na categoria custo-benefício.

O Redmi Note 11 tem alto-falantes estéreo (Imagem: Ivo/Canaltech)

Bateria e Carregamento

A bateria do Redmi Note 11 é um repeteco do que foi implementado pela Xiaomi no seu antecessor. Por isso, o usuário também terá acesso a 5.000 mAh de capacidade nesse produto mais recente.

O celular tem compatibilidade com o carregamento rápido de 33 W, cujo carregador já vem na embalagem. Dessa forma, é possível que a bateria seja energizada de 0% a 100% com o aparelho plugado na tomada por 1 hora.

Para descobrir como está a autonomia com essa capacidade de bateria, fizemos o nosso teste padrão. Ao reproduzir vídeos na Netflix por 3 horas — com o brilho da tela do Redmi Note 11 em 50% e via conexão WiFi —, foi possível notar que o smartphone consumiu 14% de sua capacidade total.

Dessa forma, é possível deduzir que, nesse tipo de uso, o celular conseguirá entregar um pouco mais de 21 horas para aproveitar a energia. Isso quer dizer que ele dá uma experiência de autonomia próxima da vista no Moto G10, mas um pouco abaixo da alcançada pelo Samsung Galaxy M22.

O Redmi Note 11 tem uma boa autonomia de bateria (Imagem: Ivo/Canaltech)

O segundo teste foi mais prático, e em uso moderado, com acesso rápido aos aplicativos e ações cotidianas, o Redmi Note 11 conseguiu uma durabilidade superior a 13 horas de bateria fazendo uso da conexão WiFi e com o brilho de tela em 50%.

Já com ações mais rotineiras do meu tipo de uso avançado — jogando com maior intensidade, assistindo a vídeos e acessando as redes sociais por um tempo maior entre as navegações —, essa autonomia caiu consideravelmente e a capacidade de tê-lo longe das tomadas também. O tempo de tela foi de 8 horas e 43 minutos.

Isso quer dizer que o celular pode ter um comportamento de celular intermediário nas mãos do usuário, e o uso é possível de ser feito sem precisar ficar atrás de uma tomada no meio do dia.

Concorrentes diretos

Mesmo com diversas opções no mercado, dentro da faixa de preço do Redmi Note 11 as alternativas interessantes são mais limitadas. Para quem quer um celular interessante em configurações e experiência de uso, o Samsung Galaxy A32 é uma boa opção.

O modelo da sul-coreana conta com tela Super AMOLED de 90 Hz e processador MediaTek Helio G80. Além das características físicas e de desempenho superiores ao celular da Xiaomi, esse dispositivo também tem um bom conjunto fotográfico em resolução e nitidez.

O Galaxy A32 pode ser encontrado nas varejistas a uma média de preço de R$ 1.300, e esse valor está bem abaixo do cobrado pelo modelo analisado nesse texto aqui no país.

Samsung Galaxy A32 (Imagem: Ivo/Canaltech)

Outra alternativa é da própria Xiaomi, ou melhor, de uma de suas subsidiárias. Trata-se do Poco X3 Pro, que pode ser considerado um dos melhores celulares custo-benefício de 2021.

Esse aparelho é de uma categoria acima do Redmi Note 11, já que é caracterizado como intermediário premium e traz tela de 120 Hz, bem como a plataforma Snapdragon 860 para garantir muita performance.

Por isso, o preço próximo de R$ 1.780 faz com que o usuário possa pensar “com carinho” na hora de investir nessa versão, já que levará um celular mais potente e completo com um investimento próximo de R$ 200 em relação ao intermediário da chinesa lançado em 2022.

Poco X3 Pro (Imagem: Ivo/Canaltech)

O Redmi Note 11 vale a pena?

O Redmi Note 11 é o sucessor de um dos melhores intermediários anunciados pela Xiaomi no início de 2021. Porém, o modelo atualizado não conseguiu manter o padrão de qualidade, ou até mesmo melhorar consideravelmente o que já foi visto.

Mesmo com a atualização na plataforma para o Snapdragon 680, bem como a tela AMOLED de 90 Hz, ainda não dá para considerar a compra do celular da gigante chinesa como uma opção plausível frente a todas as alternativas mais interessantes.

Os principais destaques do Redmi Note 11 são a bateria com ótima durabilidade em diferentes tipos de uso, bem como o som estéreo que é uma solicitação antiga de quem é fã da linha de intermediários básicos da Xiaomi.

Todavia, são apenas esses os destaques do aparelho, já que as câmeras entregam resultados abaixo do esperado dentro dessa linha mais simples e com bom custo-benefício.

O desempenho geral é legal, mas em jogos a evolução não está tão positiva, pois a maioria precisa de ajustes gráficos para rodar sem travamentos em detrimento da perda de qualidade.

Redmi Note 11 (Imagem: Ivo/Canaltech)

O preço do Redmi Note 11 — adquirindo direto da China — é de R$ 1.000, mas é preciso considerar as taxas de importação para saber se vale a compra de sites internacionais ou não. Porém, ele já pode ser comprado em varejistas do Brasil por uma média de R$ 1.600.

Sendo assim, para quem não pode gastar mais do que esse valor e não tem interesse em importação, a melhor alternativa é o Galaxy A32. Mas se a sua vontade é ter um celular bom em quase tudo que se propõe a fazer e o ano de lançamento não é um fator decisivo para a compra, o poco x3 é a opção ideal.

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