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Apple M3 Max supera M2 Ultra em primeiros testes vazados

Por| Editado por Wallace Moté | 03 de Novembro de 2023 às 09h04

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A menos de quatro dias de chegar às lojas, os novos Macs com os recém-anunciados chips Apple M3 já foram encontrados no Geekbench 6, mostrando os ganhos de performance que os processadores estreantes entregarão. Além de confirmar detalhes até então desconhecidos, como as frequências de operação, os resultados sugerem boa evolução com destaque para o M3 Max, que parece conseguir superar o M2 Ultra, antigo chip mais poderoso da Maçã.

Um número significativo de testes feitos com os novos MacBook com chips M3 foram vistos no banco de dados do Geekbench 6, mostrando as capacidades dos novos chips. As chances dos resultados serem precisos é alta — estamos a menos de quatro dias do lançamento dos aparelhos, com os benchmarks possivelmente sendo feitos para reviews. Com isso em mente, ainda que não sejam revolucionários, os números são muito positivos e representam boa evolução frente à linha M2, especialmente no caso do M3 Max.

Em um dos melhores registros, o chip mais poderoso da nova família atinge 3.227 pontos em single-core e 21.167 pontos em multi-core, superando o antecessor por uma margem significativa. Também em um dos melhores resultados, o M2 Max oferece 2.812 pontos ao usar um núcleo, e 14.459 pontos ao usar todos os núcleos, o que representa uma evolução de 15% e 47%, respectivamente, para o Apple M3 Max.

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As comparações são mais interessantes quando colocamos na conta o Apple M2 Ultra, cujas pontuações são de 2.664 pontos em single-core e 20.924 pontos em multi-core, representando vantagens de 21% e 1% para o processador mais recente da Maçã. Dito isso, há uma questão importante a ser lembrada: o M3 Max testado é a versão mais robusta, com 16 núcleos de CPU, embarcando frequências que parecem atingir o mínimo de 4,05 GHz.

Por um lado, esse aspectos impressionam quando consideramos que o M2 Ultra embarca 24 núcleos, com a maior parte deles sendo de alto performance, e está presente apenas no desktop da gigante, o Mac Pro. No entanto, o desempenho será menos encorpado no M3 Max de 14 núcleos, e é preciso levar em conta que há um ganho de quatro núcleos e clocks 500 MHz mais altos. De toda forma, os ganhos são bem-vindos, e curiosamente tornam a existência do PC de mesa da empresa ainda mais difícil de ser justificada.

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A tendência positiva é mantida nos resultados do básico Apple M3 de 8 núcleos, cuja ficha técnica é idêntica à do M2, com exceção mais um vez dos clocks 500 MHz maiores, batendo 4,05 GHz. O chip de entrada atinge 3.073 pontos em single-core, e 11.938 pontos em multi-core. Em comparação, equipando um MacBook Pro de 13 polegadas, o M2 marca 2.602 pontos em single-core e 10.010 pontos em multi-core, o que dá ao M3 vantagens de quase 20% em ambos os casos.

Há mais alguns pontos interessantes a serem destacados, começando pela ausência de registros do M3 Pro. O novo componente intermediário da Apple sofreu downgrades em praticamente todas as especificações, o que gerou dúvidas a respeito dos ganhos sobre o M2 Pro — ao que parece, vai ser preciso aguardar pelos reviews para descobrirmos. Também vale destacar que os lançamentos não se distanciam tanto do Snapdragon X Elite, novidade da Qualcomm pensada para tornar o Windows mais competitivos contra os Macs.

Testes preliminares feitos pelo Canaltech no Snapdragon Summit mostram que, equipado com 12 núcleos de CPU, o Snapdragon X Elite oferece 2.945 pontos com um núcleo e 15.376 pontos ao usar todos os núcleos. Se a solução da Qualcomm é apenas 4% mais lenta que o Apple M3 em single-core, a plataforma supera o rival da Maçã em quase 55% no multi-core. É preciso considerar que há quatro núcleos adicionais, mas ainda assim, ter um notebooks Windows On ARM à frente de um MacBook indica um futuro promissor.

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Os novos MacBook Pro com M3, junto à versão atualizada do iMac de 24,5 polegadas, chegam às lojas no exterior na próxima terça-feira, 7 de novembro, com os reviews devendo ir ao ar no dia anterior. Ainda não há previsão de disponibilidade no Brasil, mas os preços bastante salgados já são conhecidos, partindo dos R$ 18 mil.

Fonte: via TechRadar