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Os 10 piores jogos de 2023

Por| 20 de Dezembro de 2023 às 12h27

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Upstream Arcade, Daedelic, 505 Games
Upstream Arcade, Daedelic, 505 Games

O site Metacritic listou os 10 piores jogos de 2023. Conhecida por agregar críticas da mídia especializada de todo o mundo, a página fez um ranking com aqueles games que tiveram as menores médias para não deixar dúvidas do quão ruins esses lançamentos foram.

Esse é um olhar curioso para um ano com tantos jogos bons chegando aos consoles e PCs. Em 2023, tivemos surpresas como Baldur’s Gate 3 e Alan Wake 2 conquistando todos os prêmios possíveis, ao mesmo tempo em que franquias de peso, como Zelda, Mario e Resident Evil, ganharam novos capítulos que fazem jus a essas séries. Mas também tivemos as bombas.

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Sem muita surpresa, The Lord of the Rings: Gollum lidera a infame lista do Metacritic, com uma nota média de apenas 34. O jogo lançado no último mês de maio virou piada nas redes sociais por todos os seus problemas, que iam desde os gráficos até sua jogabilidade mambembe. Só que há também algumas surpresas no ranking, como Hellboy: Web of Wyrd e Gargoyles Remastered, que obtiveram médias muito baixas no site.

Ausências sentidas

Quem olhar a lista de piores jogos de 2023 feita pelo Metacritic vai perceber que alguns jogos que também foram alvo de muita chacota na internet estão de fora do ranking. É o caso, por exemplo, de Skull Island: Rise of Kong. O retorno de King Kong ao mundo dos games teve críticas duríssimas e foi apontado como sendo pior até do que Gollum. Em sua página no Steam, há gente o chamando de um insulto ao consumidor e até de “esquema de lavagem de dinheiro”.

Só que, com uma nota média de apenas 23, o jogo não aparece na lista de piores do ano. Por quê? 

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De acordo com o Metacritic, apenas títulos que tiveram pelo menos sete críticas contabilizadas no site foram considerados para o ranking. A intenção desse recorte é justamente evitar distorções causadas por essa baixa amostragem.

Da mesma forma, The Day Before também ficou de fora por não ter uma nota estabelecida no agregador. O jogo ficou conhecido por ter seu suporte encerrado e seu estúdio declarado falência menos de uma semana após o lançamento do shooter — que, é claro, estava repleto de problemas de desempenho nas partidas online.

Confira, portanto, quais foram os 10 piores jogos de 2023 segundo o Metacritic.

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10. Gargoyles Remastered

O anúncio de que o clássico jogo do Mega Drive iria ganhar uma versão remasterizada deixou muitos fãs saudosistas empolgados, mas a verdade é que Gargoyles Remastered serviu mais para azedar as memórias do que satisfazer a nostalgia de alguém. 

A tentativa de revitalizar a animação Os Gárgulas chegou para todos os consoles e PC em outubro, mas amargou uma média 49. Entre as principais críticas está o fato de que a nova versão não buscou melhorar o jogo de 1995, criando uma experiência frustrante, muito curta e exageradamente difícil.

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Gargoyles Remastered está disponível para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X/S, Nintendo Switch e PC.

9. Loop8: Summer of Gods

Sendo muito sincero, esse é um jogo que eu nunca ouvi falar e, pela sua média 49, vai continuar fora do meu radar por um bom tempo. Loop8: Summer of Gods é um JRPG lançado pela XSeed Games que é uma mistura de adolescentes enfrentando demônios com o filme Feitiço do Tempo. Assim, temos protagonistas vivendo um loop temporal e tentando resolver essa crise demoníaca que afeta um Japão da década de 1980.

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A ideia é até interessante, mas as críticas apontaram para um sistema de combate extremamente repetitivo e uma trama completamente sem vida.

Loop8: Summer of Gods foi lançado em junho para Nintendo Switch, PS4, Xbox One e PC.

8. Gangs of Sherwood

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Jogos baseados no conto de Robin Hood não são tão comuns e isso poderia ser uma premissa interessante para Gangs of Sherwood, um game cooperativo em que os jogadores controlam os Homens Alegres, o bando que vive na floresta de Sherwood para roubar dos ricos e dar aos pobres.

Só que o título da Nacon decidiu dar uma pegada steampunk e sci-fi para essa história que ninguém entendeu bem o porquê. Além disso, ele foi considerado estranhamente fácil, com inimigos e chefes que não ofereciam desafio algum aos grupos de jogadores.

Com uma média 48 no Metaritic, Gangs of Sherwood foi lançado para PS5, Xbox Series X/S e PC.

7. Hellboy: Web Wyrd

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Hellboy: Web Wyrd é um daqueles jogos que dói ver em uma lista de piores do ano. Além de ser um personagem muito legal dos quadrinhos e com muito potencial para grandes adaptações, o game em si recria toda a estética dos gibis, com direito ao traço do autor Mike Mignola, criador do personagem. E o consenso da mídia especializada no Metacritic é que, mesmo com toda essa base, ele não passa de um título medíocre.

Os problemas que levaram a uma média 47 estão principalmente ligados ao gameplay repetitivo e ao level design pouco criativo, que faz com que o jogador sinta estar andando em círculos — além de ser terrivelmente fácil.

Hellboy: Web Wyrd está disponível para PS5, Xbox Series X/S e PC.

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6. Crime Boss: Rockaway City

Com um elenco repleto de estrelas de Hollywood, que ia de Michael Rooker (Guardiões da Galáxia) e Danny Glover (Máquina Mortífera) a Danny Trejo (Machete) e Chuck Norris, Crime Boss: Rockaway City entregou uma experiência muito abaixo daquilo que o marketing vendia.

A ideia era ser uma mistura de Payday com GTA: Vice City, ou seja, com um grupo de criminosos fazendo assaltos a bancos enquanto lidavam com guerra de gangues em uma versão estilizada de Miami dos anos 1980. O problema é que o game foi apontado como sendo apenas chato e desinteressante.

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Crime Boss: Rockaway City tem uma média 43 e foi lançado para PC, PS5 e Xbox Series X/S.

5. Testament: The Order of High-Human

Mais um daqueles jogos que pouca gente ouviu falar, Testament: The Order of High-Human é uma mistura de RPG, Metroidvania e aventura que não empolga em nenhuma dessas frentes e tampouco se destaca em algo que propõe. 

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Por se tratar do segundo lançamento de um estúdio independente, a Fairyship Games, é até um pouco injusto colocá-lo nessa lista. Ainda assim, chama a atenção o fato de como a produtora quis ser tanta coisa ao mesmo tempo, não sendo bom em praticamente nada disso. Dos seus puzzles desinteressantes ao parkour que não funciona, passando pelo sistema de combate pouco inspirado, tudo parece ter sido feito pela metade.

Com uma média 41, Testament: The Order of High-Human está disponível no PC.

4. Quantum Error

Alerta de piada pronta! Com uma média 40 no Metacritic, um jogo chamado Quantum Error dispensa qualquer comentário, já que o título é autoexplicativo. Com uma premissa que parece ser uma reciclagem de Dead Space — um shooter de terror com ficção científica em que um bombeiro espacial tenta salvar sobreviventes de um ataque zumbi em um planeta distante —, ele é só um amontoado de erros e ideias mal executadas.

De acordo com as críticas destacadas pelo site, o jogo é ambicioso demais para o que consegue fazer e tudo isso desmorona em uma jogabilidade bastante limitada e problemática.

Quantum Error está disponível para PS4, PS5, Xbox Series S/X e PC.

3. Greyhill Incident

O Metacritic lista várias razões que fazem com que Greyhill Incident apareça com uma triste média 38 no site. A ideia de ser um survival horror focado no stealth durante uma invasão alienígena tinha potencial, mas acaba sendo engolido pela péssima jogabilidade que sabota toda essa ideia, além de atuações lamentáveis que só deixam tudo pior.

O mais triste é que as críticas apontam que o potencial do projeto é evidente, mas que ele se apresenta muito mais como um conceito do que um produto decente de verdade. 

Greyhill Incident está disponível para PS4, PS5, Xbox Series S/X e PC.

2. Flashback 2

A medalha de prata dos piores jogos de 2023 fica para Flashback 2, sequência do clássico game de 1992 lançado. E ele é a prova de que, em alguns casos, a espera de mais de 30 anos poderia muito bem ser substituída apenas pela nostalgia, já que o resultado entregue aqui mais machuca o game original do que o homenageia.

A média 35 foi dada principalmente pela falta de carisma do projeto, além da quantidade absurda de bugs em seu lançamento. Além disso, ele peca naquilo que é mais importante em um jogo, que é sua diversão. Ao contrário de seu antecessor, ele é terrivelmente chato.

Flashback 2 foi lançado para Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.

1. The Lord of the Rings: Gollum

O pior jogo do ano, segundo o Metacritic, é o já citado The Lord of the Rings: Gollum com uma média 34. A adaptação leva o topo do pódio por uma série de razões, seja por macular uma franquia tão amada quanto O Senhor dos Anéis como pelo fato de ser ruim mesmo.

Com um visual horrível, uma jogabilidade truncada e pesada que torna a exploração uma experiência infernal e desafios que apenas evidenciam o quanto o jogo é problemático, pouca coisa se salva em Gollum. Curiosamente, ele foi um dos primeiros títulos de nova geração anunciados, mas entregou algo que seria triste de ver já no PlayStation 3.

The Lord of the Rings: Gollum está disponível para Nintendo Switch, PS5, PS4, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.