iPhone dobrável pode ser criado em parceria com a LG

Por Diego Sousa | 18 de Fevereiro de 2021 às 09h13
Reprodução/Jon Prosser
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Fontes da indústria mobile ouvidas pelo site taiwanês Digitimes revelaram nesta quarta-feira (17) que a LG estaria trabalhando com a Apple para desenvolver um painel para o futuro iPhone dobrável. A LGD (sigla para LG Display) é a divisão da sul-coreana responsável pela produção de displays e um dos maiores nomes do setor no que diz respeito a telas flexíveis.

Segundo as informações, as duas fabricantes trabalham apenas em um protótipo, ou seja, ainda é cedo para afirmar se a marca sul-coreana será a responsável pela tela do iPhone inédito ou se a Apple contrataria a Samsung para o trabalho. Apesar disso, esse é mais um indício de que a Maçã pretende se aventurar em breve no mercado de smartphones dobráveis.

Considerando que o projeto ainda estaria na fase de inicial, o futuro iPhone com tela dobrável não deve chegar ao mercado neste ano, o que reforça rumores de que o celular só chegaria às lojas em 2023 — vale lembrar que a Apple tem um histórico de apostar em uma ideia após amadurecida na indústria. De fato, o segmento dobrável ainda está ganhando força, portanto a Gigante de Cupertino teria algum tempo para "aprender" com as concorrentes e desenvolver uma solução mais acertada, pode-se assim dizer.

Importante considerar, também, que a LG Display é a segunda maior fabricante de telas OLED do mundo, atrás apenas da Samsung Display, então não seria uma surpresa se a Apple trabalhasse com a sul-coreana no iPhone dobrável. A parceria também reduziria a dependência da Maça em relação à Samsung, que vem sendo a principal fornecedora de telas dos iPhones há anos.

Recentemente, a LG apresentou um celular com tela enrolável, mas ele pode nunca chegar ao mercado devido à crise financeira gigantesca que a divisão mobile da empresa vem enfrentando nos últimos anos — inclusive, há rumores de que a fabricante abandone o segmento de smartphones para focar em outros setores, incluindo o de telas.

Fonte: Digitimes  

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