Os 7 melhores filmes de guerra disponíveis na Netflix

Os 7 melhores filmes de guerra disponíveis na Netflix

Por Beatriz Vaccari | Editado por Jones Oliveira | 24 de Fevereiro de 2022 às 18h25
Divulgação/Paramount, Netflix

Há muito o que se explorar em tramas de guerra. Graças a registros históricos bem conservados, há possibilidades de contar diversas versões de um mesmo acontecimento, em diferentes desdobramentos e sob ópticas distintas. E o catálogo da Netflix é recheado de filmes de guerra para seus assinantes assistirem.

Com isso em mente, e diante dos últimos acontecimentos envolvendo a invasão da Ucrânia pela Rússia, o Canaltech resolveu listar não um, mas 7 dos melhores filmes de guerra disponíveis na Netflix. Ainda que os títulos sejam dramatizações, são uma ótima oportunidade para nós refletirmos sobre os horrores e tudo de ruim que uma guerra trás para todos nós.

7. O Banqueiro da Resistência

Esse longa escondido na Netflix também se passa durante a Segunda Guerra Mundial, mas ao invés de catástrofes e o combate visto de perto pelo exército, em O Banqueiro da Resistência nós acompanhamos um outro olhar do conflito, especificamente, uma outra faceta da resistência daqueles que viveram ao redor do caos: as dificuldades financeiras. Isso torna inclusive o filme de Joram Lürsen interessante tanto para quem deseja estudar temas envolvendo o dinheiro quanto para quem se interessa por histórias ambientadas na guerra.

6. Invencível

Apesar de não ter uma boa avaliação no Rotten Tomatoes, Invencível é um filme para se prestar atenção se você gosta de tramas de guerra. Aqui nós conhecemos a história de Louis Zamperini, um atleta olímpico que sofre um acidente de avião e cai no meio do mar em plena Segunda Guerra Mundial. É um filme sobre superação e muito amadurecimento interno e particular, uma narrativa sobre o triunfo do ser humano sobre as adversidades do mundo e da vida.

5. First They Killed my Father

Outro projeto de Angelina Jolie, o que ressalta o olhar humano na forma em que a história é abordada do início ao fim. Com sensibilidade, First They Killed My Father traz uma narrativa que já se inicia em seu título. O filme é baseado no livro homônimo, e inspirado numa história real de uma garotinha em 1970, em meio ao regime de puro terror do Khmer Vermelho no Camboja, massacre que resultou em 1,7 a 2 milhões de pessoas mortas.

4. Beasts of no Nation

Idris Elba no elenco e o certificado Fresh do Rotten Tomatoes poderiam servir de motivos o suficiente para você dar play em Beasts of no Nation, no entanto, faltam palavras pra dizer o quanto esse filme merece estar na sua maratona de guerra. Aqui nós acompanhamos um garoto africano ao ser forçado a lutar ao lado de mercenários e tornar-se um menino-soldado. O longa da Netflix é um dedo na ferida quando se trata de vidas perdidas e sequelas da guerra, mostrando que essas mortes não são apenas números.

3. Destacamento Blood

Spike Lee comandou um dos últimos trabalhos de Chadwick Boseman, Destacamento Blood (também chamado popularmente pelo seu título original, Da 5 Bloods), que conta a história de quatro veteranos de guerra que voltam ao Vietnã em busca dos restos mortais do seu comandante, além de um tesouro escondido. A obra é um alerta para o racismo estrutural estadunidense com uma abordagem sem verniz, o que vai ressoar de forma bem familiar para quem acompanha os trabalhos de Spike Lee.

2. Falcão Negro em Perigo

Ridley Scott conseguiu criar um senso de empatia inigualável em Falcão Negro em Perigo, fazendo com que o espectador tenha durante as duas horas e meia de filme uma experiência totalmente imersiva, acompanhando a realidade das tropas em combate. O interessante aqui também é onde e quando o filme é ambientado: outubro de 1993, durante a guerra civil da Somália. Aqui, acompanhamos uma força de elite americana que é enviada para capturar generais locais.

1. O Resgate do Soldado Ryan

Sim, são quase três horas de O Resgate do Soldado Ryan. No entanto, o filme é um dos favoritos da Academia e dos fãs de Steven Spielberg por não só um, mas diversos motivos. Desde a já citada cena inicial que mostra a brutal realidade dos soldados em campo, o interessante aqui é ver o cuidado com a preparação de elenco que o diretor teve com os atores, justamente para criar a antipatia dos personagens com o soldado Ryan, que após ter os irmãos mortos em combate agora é convocado para retornar para sua casa.

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