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iPad Mini 7 pode resolver "efeito gelatina" da tela com nova montagem

Por| Editado por Wallace Moté | 16 de Outubro de 2023 às 12h09

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Divulgação/Apple
Divulgação/Apple
iPad Mini 7

Novos rumores indicam que a Apple pode rever a forma como a montagem da tela é feita no aguardado iPad Mini 7 para resolver o "efeito gelatinoso" visto na sexta geração do tablet compacto da Maçã — aspecto que seria comum em telas LCD, segundo a própria companhia, a característica foi ponto polêmico durante o período de lançamento do iPad Mini 6 por ser bastante perceptível. O aparelho atualizado poderia ser anunciado muito em breve, ao lado de variantes renovadas do iPad base e do iPad Air.

Quando foi apresentado em setembro de 2021, a sexta geração do iPad Mini foi elogiada por ser uma opção sólida de tablet para quem busca um modelo de tamanho reduzido. Além do design premium inspirado no iPad Pro, o aparelho chamou atenção pela substituição da porta Lightning por USB-C e a inclusão de recursos vistos apenas nos irmãos mais avançados, como a centralização automática da webcam em videochamadas com o Center Stage. Apesar disso, a estreia não foi isenta de problemas.

Junto às críticas ao suporte à Apple Pencil de primeira geração, que exigia um adaptador para ser recarregada, o dispositivo compacto se envolveu em polêmicas com a tela, que apresentava um "efeito gelatinoso". Uma parcela dos usuários notavam que parte do display atualizava de forma atrasada, fazendo com que ao navegar por um site, por exemplo, metade do painel exibia o movimento antes da outra. O efeito estranho era ainda mais perceptível quando o tablet era usado na vertical, em posição retrato.

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Em resposta ao número crescente de discussões, a Apple afirmou que o observado era uma característica de telas LCD como a usada no iPad Mini 6, em virtude da forma como o display é atualizado, linha por linha. Avaliações de canais especializados em consertos, como o iFixit, concluíram que a companhia estava correta, mas havia agravantes que tornavam a experiência de uso pior, incluindo a taxa de atualização de 60 Hz e a maneira como a tela era instalada, com o "topo" em uma das laterais maiores.

Ao menos um desses agravantes deve ser resolvido com o lançamento do iPad Mini 7, caso os rumores mais recentes sejam verdadeiros. Segundo sugere o informante Setsuna Digital (traduzido via máquina), que se mostrou confiável em um bom número de vazamentos de aparelhos da Maçã, a próxima geração do aparelho deve modificar a forma como a tela é instalada, buscando amenizar a percepção do "efeito gelatina".

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O leaker não deixa claro como a companhia faria a mudança, mas é provável que o topo do novo painel seja reposicionado para uma das laterais menores. Também não se sabe se a taxa de atualização seria aumentada, o que melhoraria os resultados, mas considerando que a gigante de Cupertino costuma ser conservadora nesse aspecto, sendo o iPhone 15 um bom exemplo, o novo iPad Mini deve manter os 60 Hz. Ainda de acordo o rumor, a câmera frontal do pequeno tablet seria turbinada, mas não há informações sobre seus aprimoramentos.

É difícil dizer se a modificação na montagem da tela realmente resolverá o problema visto no modelo anterior, mas não deve demorar muito para descobrirmos. Os rumores indicam que o iPad Mini 7 pode ser apresentado ainda em outubro, ao lado de uma Apple Pencil de primeira geração com porta USB-C, um novo iPad Air equipado com chip Apple M2 e um iPad padrão atualizado com processador A16 Bionic, o mesmo utilizado pelo iPhone 15.

Fonte: Setsuna Digital (em chinês)