Publicidade

Qual a melhor creatina e como avaliar sua qualidade?

Por| Editado por Luciana Zaramela | 18 de Maio de 2024 às 05h00

Link copiado!

Luciana Zaramela/Canaltech
Luciana Zaramela/Canaltech

Importante para a produção de energia do corpo, especialmente nos músculos, a creatina é uma substância de ocorrência natural no organismo. Em alguns casos, é tomada como suplemento, geralmente recomendada para atletas de alta performance e idosos, para evitar a perda de massa muscular. Mas qual a melhor creatina? Como avaliar sua qualidade?

Podemos listar alguns critérios úteis na hora de escolher a melhor creatina, indo do aspecto químico do suplemento até questões de mercado que podem influenciar no momento da compra. São eles:

  • Pureza;
  • Certificação;
  • Tipo do produto.
Continua após a publicidade

É importante falar de todos esses aspectos, já que não há uma creatina que seja absolutamente a melhor para todos os usuários — isso irá depender do tipo de absorção buscado, custo-benefício e rapidez na hora de usar, por exemplo.

Pureza da creatina

A pureza da creatina é, talvez, o aspecto mais importante na hora de escolher o produto. Basicamente, é o critério avaliador da produção do suplemento — a melhor creatina é a 100% pura, ou seja, que não contém conservantes, corantes e quaisquer ingredientes tóxicos. Uma maneira de se certificar disso é o selo CreaPure.

Continua após a publicidade
O Canaltech está no WhatsApp!Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia

A CreaPure é uma empresa alemã cuja produção segue padrões de qualidade muito altos, então qualquer creatina que trouxer seu selo é considerada 100%, sendo um produto de confiança. Há, no entanto, algumas marcas sem o selo que, ainda assim, produzem creatina de qualidade.

Nesse caso, convém buscar a opinião de educadores físicos, nutricionistas ou médicos especializados. Fique sempre atento aos ingredientes e à pureza indicada na embalagem. Outro aspecto de certificação importante é o selo de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Este é um item básico e indispensável para se buscar na embalagem.

Tipos de creatina

Continua após a publicidade

Além da qualidade da produção, é preciso avaliar qual tipo de creatina você prefere a partir da finalidade do uso — é melhor uma de absorção rápida ou uma barata? Para escolher bem, vamos detalhar como é cada tipo de creatina e para que servem.

  • Creatina monohidratada: esse tipo é composto de uma mistura de creatina e água (em proporção de 88% para 12%, em geral) e é pouco solúvel, levando mais tempo para que o corpo absorva. Costuma ser a de melhor custo-benefício;
  • Creatina micronizada: nesse tipo, os cristais da substância são quebrados em partículas menores, acelerando a absorção e garantindo um efeito mais rápido. Costuma ser, porém, mais cara;
  • Creatina etil éster: nesta creatina, suas moléculas são ligadas a um éster, composto químico usado para saborizar o produto. A absorção pode ser mais rápida neste tipo, mas o produto também é mais caro por conta da mais complexidade da produção;
  • Creatina alcalina: vendida em cápsulas, esta creatina possui um pH mais e pode ser consumida mais rapidamente por não precisa de preparo junto à água, sucos ou outras bebidas. Novamente, atenção com o preço.

Vale apontar que, na hora de priorizar qual creatina você quer para ganhar massa muscular, convém não acreditar em promessas milagrosas. Preços absurdamente baixos ou creatinas que se dissolvem muito facilmente são indicativos de um produto que pode não ser 100% puro, então muito cuidado nessa hora.

Também não adianta apenas tomar a creatina e não realizar nenhuma atividade física — ela ajuda no ganho de massa e na prevenção de perda dessa mesma massa muscular, mas precisa de um empurrãozinho da parte do usuário. Pratique exercícios e consuma o produto por algumas semanas sem interrupções para avaliar os resultados, já que a creatina trabalha gradualmente no corpo.