BA.2: cidade de SP identifica 3º caso da nova subvariante da Ômicron

BA.2: cidade de SP identifica 3º caso da nova subvariante da Ômicron

Por Fidel Forato | Editado por Luciana Zaramela | 21 de Fevereiro de 2022 às 16h49
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O terceiro caso da subvariante BA.2 da cepa Ômicron (B.1.1.529) do coronavírus foi confirmado na cidade de São Paulo. O paciente é um homem, de 45 anos, que mora em Ferraz de Vasconcelos, um município da Grande São Paulo. Atualmente, ocorre a transmissão comunitária da nova cepa na região, já que não é possível identificar a origem da cadeia de transmissão.

O caso da subvariante BA.2 foi anunciado na última sexta-feira (18) pela Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Instituto Butantan. A identificação foi possível a partir da análise genômica de amostras do paciente infectado.

Cidade de são Paulo registra o terceiro caso da subvariante BA.2 da Ômicron (Imagem: Reprodução/IciakPhotos/Envato)

Casos da subvariante da Ômicron em SP

Segundo informações da secretaria, o paciente estava com as três doses da vacina contra a covid-19 quando foi contaminado. O início dos sintomas causados pela subvariante BA.2 começaram no dia 30 de janeiro. Após 14 dias de quarentena, o homem não apresentou mais sinais da infecção e está bem.

Vale lembrar que o primeiro caso da subvariante Ômicron também foi identificado em uma cidade da Grande São Paulo, Santo André, no começo deste mês. Na época, o homem de 22 anos estava com as duas doses da vacina e apresentou apenas sintomas leves da doença.

No primeiro caso, o paciente informou que não fizera nenhuma viagem nos últimos dias, o que indica um caso de transmissão comunitária da subvariante BA.2 na região em que a pessoa circula.

Quais os riscos da BA.2?

Por enquanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não estabeleceu a BA.2 como uma variante de preocupação (VOC) ou como uma variante de interesse (VOI), já que a circulação ainda é restrita e, aparentemente, não representa um risco para a saúde global. No último levantamento, a Ômicron permanece a variante dominante na pandemia da covid-19.

Até o momento, não há evidências de que a BA.2 cause formas mais graves da covid-19 do que as outras variantes. No entanto, algumas evidências preliminares apontam a subvariante como mais infecciosa do que a Ômicron original.

No Brasil, até o dia 7 de fevereiro, o Ministério da Saúde contabilizava sete casos oficialmente notificados da subvariante BA.2 no Brasil. A cepa já estava presente nos seguintes estados: São Paulo; Rio de Janeiro; e Santa Catarina.

Fonte: Agência Brasil  

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