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Veja imagens de enchentes do RS feitas pela NASA

Por| Editado por Luciana Zaramela | 10 de Maio de 2024 às 14h01

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Reprodução/NASA
Reprodução/NASA

Classificado como fenômeno climático extremo, o desastre ambiental que acomete o Rio Grande do Sul já provocou, até esta sexta-feira (10), a morte de 116 pessoas. Além disso, 143 estão desaparecidas em consequência das fortes chuvas e enchentes. Para dimensionar o impacto das inundações e dos alagamentos na região, a NASA divulgou imagens de satélite que mostram a extensão da ocupação das águas.

Divulgada pela NASA, a primeira imagem foi capturada pelo satélite Landsat 8, na quarta-feira (8), e foca na capital do Rio Grande do Sul, a cidade de Porto Alegre. A partir desta vista área, é possível observar o Centro Histórico, o aeroporto internacional Salgado Filho e os estádios Arena do Grêmio e Beira-Rio completamente inundados.

Neste caso, as águas vieram da inundação do lago Guaíba. Com as fortes chuvas da última semana, o corpo hídrico atingiu uma altura superior a 5 m. Esta é a maior cheia já registrada no local, superando outros eventos históricos, como as inundações de 1941.

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Enchentes no Rio Grande do Sul

Em outra série de imagens de satélites, é possível comparar como era a região metropolitana de Porto Alegre, antes das inundações e alagamentos, em um registro feito no dia 20 de abril. Em seguida, é possível observar outra imagem, capturada na segunda-feira (6), no pós-enchentes. 

"A água invadiu as margens dos rios Jacuí, Caí e Sinos, inundando partes de Porto Alegre, capital do estado", afirma a NASA, em nota. "As águas das enchentes também se espalharam por várias outras cidades, vilas e terras agrícolas rio acima", acrescenta. 

Nestas imagens, as águas barrentas (de cor marrom) representam o escoamento superficial, com sedimentos suspensos. Essas águas fluem para a Lagoa dos Patos, ao sul de Porto Alegre. 

Vale observar que as imagens comparativas do antes e do depois no Rio Grande do Sul foram feitas pelos satélites Terra e Aqua — em breve, eles serão desligados, o que pode causar um "apagão" de dados sobre o meio ambiente em escala global, segundo especialistas. 

A NASA também compartilhou uma montagem em que é possível observar os cursos do rio na região de Porto Alegre, antes das tempestades e chuvas (cor azul). Após o evento climático extremo, a cor vermelha representa como eles ficaram.

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Fonte: NASA