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YouTube restaura conta de Donald Trump

Por| Editado por Douglas Ciriaco | 17 de Março de 2023 às 15h33

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Gage Skidmore/Flickr
Gage Skidmore/Flickr
Tudo sobre YouTube

O YouTube restaurou a conta do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump. O político e empresário já pode voltar a postar conteúdo regularmente e interagir com os usuários, desde que cumpra as regras da plataforma a qual todos os usuários estão submetidos.

Contudo, os vídeos excluídos na ocasião do banimento não devem retornar para o canal. O site suspendeu o upload de conteúdo no canal do magnata após as polêmicas envolvendo o ataque ao Capitólio, a sede do governo do país norte-americano, em janeiro de 2021.

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Trump foi acusado de usar suas redes sociais, incluindo o YouTube, para inflamar os atos violentos que terminam em quebra-quebra e mortes. Ele também foi banido das plataformas da Meta (Instagram e Facebook) e do Twitter, das quais foi proibido de publicar qualquer material, como forma de interromper a incitação dos atos violentos.

A decisão do YouTube foi reavaliada porque os atos antidemocráticos teriam cessado. A empresa reforçou que o bilionário ainda estará sujeito às mesmas políticas dos usuários.

"Avaliamos cuidadosamente o risco contínuo de violência no mundo real, enquanto equilibramos a chance de os eleitores ouvirem igualmente os principais candidatos nacionais na corrida para uma eleição", disse a plataforma.

Trump abandonou as grandes redes sociais

Trump parece ter ficado chateado com o episódio, pois nunca mais voltou a usar as redes sociais, mesmo nos serviços cujo perfil foi restaurado. Agora, ele usa apenas a conta em sua própria plataforma, Truth Social, onde costuma se posicionar, fazer lives e dar satisfação para seus seguidores.

Embora pareça ser algo espontâneo, a medida do YouTube pode estar ligada a uma movimentação do Congresso dos EUA. Parlamentares republicanos querem convocar CEOs de grandes empresas de tecnologia para explicar como exercem a moderação de conteúdo.

Existe uma imensa queixa de conservadores sobre a postura supostamente progressista de plataformas de Google, Meta e outras marcas. Essas Big Techs são acusadas de censurar opiniões de direita ao classificá-las como desinformação e discurso de ódio.

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Restaurar o perfil de Trump poderia ser parte de uma estratégia para demonstrar isenção, além de tentar apaziguar a guerra política. No Brasil, a situação não é muito diferente, logo as decisões da plataforma de vídeos pode ter algum tipo de impacto por aqui.