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Destaque da NASA: eclipse solar em abril é a foto astronômica do dia

Por| Editado por Luciana Zaramela | 09 de Abril de 2024 às 13h06

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Stan Honda
Stan Honda

O eclipse solar total rendeu fotos incríveis, e uma delas aparece nesta terça-feira (9) no destaque da NASA em seu site Astronomy Picture of the Day. O evento aconteceu na segunda, e foi visível para observadores em uma faixa que se estendeu do México aos Estados Unidos e Canadá. Desta vez, o evento não foi visível no Brasil. 

O clique de Stan Honda mostra a sombra da Lua vista no lago Magog, no Quebec. Observadores em quatro estados do México, 15 dos Estados Unidos e sete províncias canadenses tiveram uma visão semelhante — contanto que as condições meteorológicas estivessem adequadas, claro.

Este eclipse solar total foi visto primeiro em Mazatlán, no México, por volta das 13h51 no horário de Brasília. Levou cerca de três horas e 16 minutos para a sombra da Lua passar pela Terra e desaparecer a norte de Azores após o pôr do Sol. 

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O fenômeno aconteceu menos de seis meses depois do eclipse solar anular em outubro do ano passado, que foi visível do Brasil. Naquele evento, as bordas do disco solar permaneceram visíveis e formaram o chamado “anel de fogo” ao redor da Lua. 

Um novo eclipse solar vai acontecer em 2 de outubro. O fenômeno vai ser do tipo parcial, e vai poder ser observado nas regiões sul e sudeste do Brasil, entre outras. E vale lembrar: para acompanhar o eclipse solar parcial em segurança do início ao fim, é essencial proteger os olhos com materiais adequados. 

O que é eclipse solar?

Eclipses solares totais acontecem quando a Lua, na fase nova, fica entre o Sol e a Terra, projetando de pouco a pouco sua sombra na superfície do nosso planeta. Quem estiver no caminho da totalidade vai ver nosso satélite natural cobrindo completamente o disco solar por alguns minutos. 

Os eclipses deste tipo são formados por cinco etapas, que incluem a transição do eclipse solar parcial para o total. Além disso, estas fases podem apresentar também alguns fenômenos interessantes, como o anel de diamantes de Baily e faixas de sombra na Terra. 

Para isso acontecer, o tamanho aparente da Lua precisa ser semelhante ou um pouco maior que o do Sol. Só que isso varia de acordo com a distância dela em relação à Terra: como a Lua orbita nosso planeta em uma trajetória levemente elíptica (oval), duas vezes a cada mês ela fica à distância mínima e máxima de nós.

Fonte: APOD