Google não mostrou o Pixel Watch porque o WearOS "ainda não está bom"

Por Rafael Arbulu | 15 de Outubro de 2018 às 10h42
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Nada de Pixel Watch para nós este ano. Ou mesmo no próximo ano, se a Google mantiver este discurso: segundo a empresa, o WearOS, seu sistema operacional para dispositivos vestíveis, ainda “não está bom o suficiente”. A expectativa era de que o aparelho fosse anunciado ao lado dos Pixel 3 e Pixel 3 XL, mostrados pela primeira vez no "Made by Google" no último dia 5 de outubro.

O Pixel Watch vem sendo o tópico de discussão nos bastidores da indústria de dispositivos inteligentes, tendo a própria Google sinalizado a vontade de ingressar ao mercado que hoje é dominado pela Apple e Samsung. Porém, tudo até o momento não passa de boato, e a Google, que decidiu renomear a marca “Android Wear” para “WearOS” no primeiro semestre de 2018, prefere, ao menos por ora, trabalhar em conjunto com outras fabricantes da tecnologia — como LG e Casio — no desenvolvimento do sistema para produtos de outras marcas.

A Google não pretende, por enquanto, lançar um smartwatch próprio, preferindo que seu sistema WearOS seja incorporado por parceiros como a LG e seu G Watch Urbane

Dispositivos do gênero vêm enfrentando vendas sofríveis e a fragmentação do mercado, que tem inúmeros modelos disponíveis, pode ser a culpada disso. Segundo Miles Barr, diretor de engenharia do WearOS, são várias as razões que levam as pessoas a comprarem um smartwatch: “existem pessoas que procuram um vestível por causa das funções fitness, outros por causa do design e ainda uma parte dos usuários procuram um meio termo entre ambos. Por causa disso, é quase impossível encontrar uma configuração que seja útil para todos os tipos de usuários, que foi o caminho escolhido pela empresa com a linha de smartphones Pixel”.

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Um aparelho “feito pela Google” poderia ajudar a unificar a percepção do setor para o WearOS e, com sorte, pode haver um “respiro” no mercado para este fim. Em setembro, a Qualcomm lançou seu chipset Snapdragon 3100, desenhado especificamente para dispositivos vestíveis. As ações em conjunto com outras fabricantes são indícios de que a Google vem testando a receptividade de seu sistema operacional com os consumidores.

Fonte: PhoneArena

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