Review Poco F3 | O premium barato que surpreende pela qualidade geral

Por Jucyber | Editado por Wallace Moté | 13 de Junho de 2021 às 13h00
Ivo/Canaltech

O celular Poco F3 já é considerado o melhor custo-benefício de 2021. Isso porque a fabricante chinesa consegue entregar um conjunto de características típicas de smartphones mais caros por um preço atrativo.

Além disso, é o modelo que melhor representa a gama de aparelhos que estão fazendo uso da plataforma Snapdragon 870, com elementos de velocidade que o deixam ainda mais perto dos topos de linha.

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Quer saber os diferenciais que fazem ele valer a pena? Confira na análise completa!

Prós

  • Tela de 120 Hz
  • Conexão 5G
  • Ótima velocidade em diferentes ações
  • Bom armazenamento interno
  • Ótimo custo-benefício

Contras

  • Sem entrada para cartão de memória
  • Não possui conector P2

Design e Construção

O corpo do Poco F3 já demonstra qual é o propósito do aparelho dentro do mercado mobile, pois a empresa implementou materiais que são tipicamente vistos em celulares topo de linha, que custam quase o dobro do preço dele.

A traseira dele é de vidro Gorilla Glass 5, um material que dá um aspecto diferenciado ao smartphone, dando mais sentido ao hardware que foi aplicado internamente.

Um ponto negativo dessa construção é o fato de não ser vidro fosco, deixando muitas marcas de dedo ao utilizá-lo sem capa.

  • Dimensões: 163.7 x 76.4 x 7.8 mm
  • Peso: 196 gramas

As bordas são construídas em plástico, e isso é algo que a Poco implementa e ajuda a entender que ele tem aspectos de flagship, mas não é. Além disso, esse material é um auxiliar importante na transmissão de sinal para a antena interna.

Ele não é muito leve, principalmente se levarmos em conta alguns aparelhos que possuem desempenho próximo, como o Galaxy S21. Porém, no uso diário, essa diferença de peso não é tão sentida, ao contrário do Poco X3 NFC.

Mesmo com o formato mais esticado, ele se encaixa bem nas mãos, sendo bem próximo do Redmi Note 10 Pro. E este posicionamento no design facilita o acesso a algumas opções físicas presentes nele.

Na lateral direita existem apenas dois botões, sendo o maior para controle do volume e o menor, que já é caracterizado como híbrido, por permitir ligar o aparelho e, ao mesmo tempo, ser leitor de digitais.

A certificação IP53 está presente no smartphone, garantindo uma proteção contra respingos de água e poeira. Todavia, fique atento ao uso para evitar danos desnecessários, principalmente quem importa, pois não vai ter a garantia para ajudar.

Conexões

A parte de conexões físicas traz apenas a entrada USB-C, mostrando que o modelo segue os mais caros e deixa de fornecer uma opção para inserir fones de ouvido diretamente, fazendo com que o uso do acessório seja de acordo com esta única porta por meio do adaptador ou via Bluetooth.

O Poco F3 possui um slot com duas entradas para chips, não sendo possível utilizar cartão de memória para amplificar o armazenamento interno. A gaveta fica na parte inferior do aparelho, junto com a conexão USB-C, estando mais oculto do que em outros dispositivos.

Ele conta com Bluetooth 5.1, que é uma tecnologia positivamente avançada para uso de diversos dispositivos e, em adição, ainda proporciona a opção de localizar diversas coisas em ambientes diferentes.

Entrada USB-C do Poco F3 (Imagem: Ivo/Canaltech)

Para internet, a presença do Wi-Fi ax (Wifi 6) garante uma navegabilidade rápida com o dispositivo, explorando bem as duas bandas de conexão wireless presentes no mercado atualmente: 2,4 GHz e 5,0 GHz.

Além disso, ele traz tecnologia 5G e esta decisão da Xiaomi é importante para que o usuário brasileiro tenha em mãos um aparelho atualizado para a chegada dessa inovação por aqui.

Mesmo que em alguns países não esteja disponível, a unidade utilizada para análise no Canaltech traz NFC, que é a tecnologia de pagamento por aproximação.

E por último, a Xiaomi mantém o infravermelho no aparelho premium, proporcionando a opção de controlar a televisão e outros eletrônicos com o smartphone.

Tela

A tela do Poco F3 é AMOLED de 6,67 polegadas e resolução Full HD+ de 2400 x 1080 pixels, tendo como adicional a tecnologia HDR10+ para dar mais dinamismo e equilíbrio de colocação aos conteúdos reproduzidos, principalmente em streamings compatíveis.

Porém, o grande destaque deste modelo é a taxa de atualização de 120 Hz, que possibilita mais qualidade e fluidez ao que está sendo exibido na tela. Mas, algo que chamou a atenção é a descrição desse recurso, não revela de cara que ele é variável.

Tela AMOLED do Poco F3 (Imagem: Ivo/Canaltech)

Em outros aparelhos a Xiaomi deixa isso claro, mas o Poco F3 possui sim essa alternância de Hertz, onde ele vai se adaptando de acordo com a necessidade, oscilando entre 30 Hz, 60 Hz, 90 Hz e 120 Hz.

É fascinante ver como a Xiaomi evoluiu nos últimos anos, fazendo a subsidiária Poco se destacar desde o modelo F1. Porém, no F3 a tela recebeu um upgrade positivo e bem-vindo para que a visualização de qualquer tipo de conteúdo seja próxima do que é visto na realidade.

Visualizar qualquer tipo de conteúdo nele é uma ótima experiência, entregando cores vívidas e precisas para as diversas colorações exibidas no display, sendo, neste quesito, o modelo ideal para consumo de mídias e jogos.

Essa tela bate de frente com diversos concorrentes mais caros, como Xiaomi Mi 11, Samsung Galaxy S21, S21+ e S21 Ultra, mesmo que os modelos da sul-coreana tenham um pouco mais de tecnologias embarcadas, mas, o que é visto a olho nu, é bem semelhante.

No topo está o entalhe em formato de furo, onde está localizada a câmera frontal do dispositivo. Essa lente possui um contorno prateado que ajuda a destacá-lo do resto da tela, indicando exatamente onde está o sensor, mesmo com o display desligado.

Configuração e Desempenho

O Poco F3 vem com o sistema Android personalizado, estando com a 11ª geração do software funcionando em conjunto com a MIUI 12. Para quem está acostumado a fazer uso de modelos com esse tipo de customização, a experiência com esse celular vai ser ainda melhor.

As opções implementadas pela Xiaomi permitem um upgrade na navegabilidade do smartphone, tendo otimizações no sistema para deixá-lo sempre rápido, otimizar jogos, aprimorar o consumo energético e criar camadas adicionais de segurança para os dados.

A plataforma aplicada neste modelo é o Snapdragon 870, que já é bom o suficiente para a maioria dos usuários, aliando velocidade e otimizações de tecnologia que impulsionam a utilização para um novo nível.

Este hardware possui ajustes feitos pela Qualcomm que dão um novo patamar tecnológico, deixando-o mais rápido do que as variantes Snapdragon 865 e 865+, que foram utilizados ao longo de 2020 nos smartphones.

Em games ele é bem rápido, conseguindo se adaptar bem em títulos mais pesados e proporcionando melhorias gráficas para fazer os elementos em 3D ficarem ainda mais nítidos na tela, um ponto positivo desse chipset.

Como adição para este processador mobile, o Poco F3 conta com duas alternativas de configuração: 6/128 GB e 8/256 GB. Esta capacidade é boa o suficiente, mesmo no modelo com menos armazenamento interno, para atender o público.

Porém, é preciso ter atenção na utilização, pois a capacidade total não oferece a opção de adicionar mais espaço interno via cartão microSD. Desta forma, administrar bem a ROM vai fazer toda a diferença para quem prefere evitar a transferência de dados para outras unidades de armazenamento.

Jogar no Poco F3 foi uma experiência melhor do que em alguns modelos gamer, mesmo sem ter gatilhos e outros recursos na construção. A temperatura se mantém sempre baixa e isso mostra o quanto o Snapdragon 870 é otimizado, sendo um grande acerto da Qualcomm! 

Segurança

A segurança do Poco F3 traz diversas opções de desbloqueio, mas existem duas que possuem mais destaque pela popularidade na atualidade, que são o leitor facial e de digitais, trazendo configurações distintas para otimizar o uso.

Quem opta pelo desbloqueio com o rosto, precisa realizar o cadastro no sistema, onde não existem ajustes focados em acessórios, como máscaras e óculos, mas funciona em uma ótima velocidade, mesmo tendo como agravante o fato de não permitirem a entrada direta na área de trabalho, sendo necessário arrastar com o dedo para tal.

Já o leitor de digitais, que está localizado na lateral do aparelho, funciona muito bem. O posicionamento aplicado pela chinesa ajuda a fazer esse processo ser ainda mais rápido, onde pegar no celular na posição correta já o desbloqueia de maneira quase automática.

Câmera

O Poco F3 possui três câmeras traseiras, e isso fez a empresa chinesa pensar bem nos diferenciais que chamam a atenção do público na hora de fazer fotos, disponibilizando os modos mais interessantes.

Algo interessante é que os sensores de maior resolução foram fornecidos pela Sony, uma marca que já possui um histórico de qualidade no que diz respeito a fotografia, e o terceiro foi disponibilizado pela Samsung, outra que vem apresentando ótimas opções em sensores mobile.

Câmera Principal

A câmera principal traz configuração de 48 MP, uma alternativa muito utilizada pela Xiaomi nos celulares desta categoria, sendo um downgrade em relação ao antecessor.

E essa mudança na resolução se reflete também no resultado das fotos, que apresentam menos nitidez do que o modelo de 2020.

Mas, isso não quer dizer que ela seja muito ruim, pois consegue dar um bom equilíbrio de cores e este ponto positivo pode chamar a atenção dos usuários.

Porém, quem está no Poco F2 Pro e pensa em fazer o upgrade por pensar que a câmera melhorou, é recomendável permanecer com ele.

A abertura f/1.8 permanece sendo a ideal para essa opção, com uma boa entrada de luz para que as imagens não fiquem estouradas, e quando o HDR é ativado as fotos ficam ainda melhores.

Câmera ultrawide

A lente ultrawide de 8 MP funciona com qualidade semelhante à presente no Redmi Note 10 Pro, pois é o mesmo sensor implementado no intermediário da gigante chinesa.

Um pouco mais ampla do que a maioria dos modelos, a abertura de 119° permite a visibilidade de alguns elementos que não seriam alcançados.

Câmera macro

Felizmente a lente macro é de 5 MP, e isso se reflete diretamente na resolução das fotos de objetos em curta distância, dando um maior nível de detalhes e nitidez.

Modo retrato

O modo retrato é feito via software, mas isso não impede que a qualidade final seja notória nas fotografias. Ele consegue contornar muito bem até elementos mais difíceis, como o cabelo, falhando na mesma proporção de celulares que possuem uma lente para tal.

Modo noturno

O modo noturno não faz muita diferença quando está ativado, mudando um pouco a iluminação, mas nada que seja comparável com smartphones topo de linha, mesmo alguns do ano passado, como o S20 FE.

Câmera Frontal

A câmera frontal é de 20 MP com abertura f/2.5, e dá um campo de visão maior para selfies por conta do modo wide presente.

Em nitidez, ela é bem legal, e fica ainda melhor quando o modo HDR é ativado, pois dá um equilíbrio positivo em fotos em contraluz.

O modo retrato falha um pouco, mas não é nada que fique tão nítido em fotos com a lente frontal, borrando um pouco o topo da cabeça e falhando em outros contornos.

Quando o modo noturno é utilizado, o celular não consegue se comportar bem, pois as fotos ficam com ruído excessivo e sem nenhuma diferença na iluminação.

Para ter um resultado menos ruim, é necessário ativar o flash frontal, que é, basicamente, a tela com fundo branco e brilho no máximo.

Vídeo

Para gravação de vídeos, este celular se sai muito bem, pois ele possui estabilização eletrônica e isso não permite que as imagens não sejam diretamente impactadas pelos movimentos do corpo.

Em filmagens onde movimentos bruscos são feitos, dá para perceber quando sistema vai tentando compensar para que essa ação não reflita muito no resultado.

A câmera traseira filma com resolução máxima de 4K a 30 fps, uma configuração positiva para o smartphone, que tem um foco automático muito rápido e preciso, além de reproduzir as cores de maneira fidedigna.

Na frontal, a resolução mais alta é 1080p a 60 fps, proporcionando mais fluidez na hora da filmagem. Mas, assim como para fotos, ele deixa o rosto com pouca nitidez e este ponto pode desagradar quem quer comprar o celular para produzir vídeos constantemente.

Sistema de Som

Para o Poco F3, a empresa adicionou duas saídas de áudio estéreo, sendo um dos alto-falantes no topo e o outro embaixo. Ele consegue reproduzir bem o som, não faz um uso exploratório de tons.

Apesar de ser mais voltado para os médios, há a presença de graves e agudos, mas nada que seja incômodo para os ouvidos. Mesmo colocando no último volume, ele não apresenta distorções, mas poderia ser um pouco mais alto.

Assim como o Poco X3 NFC, esse aparelho também transmite um pouco de vibração na traseira, mas isso não afeta a experiência sonora, mas ajuda a amplificar a forma como o áudio é ouvido.

Ao lado do alto-falante existem um elemento bem semelhante em formato, mas é o sensor infravermelho. Então, não confunda esse adicional na hora de classificar a quantidade de saídas de som do aparelho.

Bateria e Carregamento

O Poco F3 se destaca em diversos quesitos, e bateria também é uma dessas características marcantes do produto. O celular conta com 4.520 mAh de capacidade, algo que vai garantir uma variação na prática por causa da taxa de atualização variável do display.

Um elemento interessante é que o celular conta com carregador de 33 W na embalagem, possibilitando o uso da tecnologia fast charge para que a energia completa da bateria seja estabelecida em um tempo baixo.

Com 30 minutos plugado na tomada, ele alcançou 73% de carga, sendo necessários apenas 53 minutos para ele bater os 100%. Isso é semelhante ao prometido pela empresa nas especificações, indicando que a marca fez um bom trabalho neste quesito.

Testes práticos

O foco do teste prático é mostrar uma base do que se pode esperar do aparelho, o padrão dos testes se baseia em três tipos de uso mais comuns: jogos, streamings, onde foram testados os mais populares, sendo gastos 1 hora em cada game e visualização de vídeos, e o formato usual, que mescla redes sociais e outras opções de navegação.

A simulação tem como fonte o uso prático de grande parte das pessoas, com o brilho da tela foi ajustado para 50%, focando em passar uma experiência de uso dentro do formato rotineiro.

Porém, para o terceiro, foi necessário recarregar o smartphone até a bateria chegar em 100% para posteriormente zerar e dar uma estimativa do tempo necessário para tal. Sendo assim, as informações citadas disponibilizaram os seguintes resultados:

Teste número 1 - Jogos

  • Asphalt 9: o consumo foi de 17% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 5 horas e 30 minutos.
  • Call of Duty Mobile: o consumo foi de 17% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 5 horas e 30 minutos.
  • Free Fire: o consumo foi de 12% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 8 horas.
  • PUBG: o consumo foi de 16% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 6 horas.
  • League of Legends: Wild Rift: o consumo foi de 14% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 7 horas.
  • Crash On The Run: o consumo foi de 10% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 10 horas.

Teste número 2 - Streamings de vídeo variados

  • Netflix: a reprodução de série gera o consumo de 13% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 7 horas e 30 minutos.
  • Disney Plus: a reprodução de série gera o consumo de 19% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 5 horas.
  • Amazon Prime Video: a reprodução de série gera o consumo de 9% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 11 horas.
  • YouTube: a reprodução de série gera o consumo de 9% de bateria, com uma estimativa total de uso de aproximadamente 11 horas.

Teste número 3 – Navegação geral

Ao usá-lo normalmente, navegando entre apps de rede social na conexão WiFi e jogando, o celular teve um tempo total de uso de 8 horas e 55 minutos, quando se contabiliza o tempo de tela ligada.

Concorrentes Diretos

Encontrar um concorrente direto para o Poco F3 não é uma tarefa fácil, principalmente ao limitar essa busca ao mercado brasileiro. Atualmente no país, só existe o Motorola Moto G100 como adversário à altura.

Ele possui a mesma plataforma da Qualcomm, mas ganha em câmera, bateria e memória RAM. Em conjunto com essas características, o dispositivo mais caro da linha Moto G ainda traz o modo “Ready For” para usar o celular em um monitor com acessórios adicionais, como teclado e mouse, desenvolvendo uma alternativa ao computador.

Algo que ainda pode fazer a alternativa da Xiaomi ser mais atrativa é o preço via importação, que o deixa com um valor bem abaixo do aparelho da Motorola, mesmo considerando o gasto com taxas alfandegárias.

Conclusão

O Poco F3 tem tudo que um usuário precisa, sendo o modelo mais completo da atualidade dentro da categoria que se enquadra. A tela AMOLED é o grande diferencial, pois a taxa de atualização entrega o que é prometido e isso contribui para uma experiência positiva de visualização de conteúdo.

No design a empresa também mostrou um ótimo trabalho, priorizando o uso de materiais que reforçam o aspecto premium, como o vidro na traseira. Infelizmente ele não possui entrada P2, sendo necessário utilizar o adaptador presente na embalagem para usar fones com este tipo de conexão.

Quem gosta de games não vai se decepcionar com esse aparelho, já que a velocidade aliada aos 120 Hz da tela entregam uma jogabilidade superior. As câmeras não estão melhores do que as do antecessor, e isso pode ser um ponto que influenciará na hora da compra.

Ele vale muito a pena, se o foco não for câmera, pois a velocidade em diferentes atividades é ótima, mostrando o bom trabalho do chipset Snapdragon 870 em conjunto com a memória RAM. O fato dele ter um armazenamento interno grande e rápido também se tornam diferenciais positivos para o momento da compra.

Atualmente o celular Poco F3 está sendo vendido nos sites chineses por R$ 1.850, mas no Brasil a média sobe bastante, em torno de R$ 2.900. Este preço não muito amigável para a maioria, mas que mostra um bom custo-benefício dentro do que ele proporciona, principalmente ao compará-lo com os topos de linha.

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