EUA investigam caso de garoto de 13 anos que morreu após tomar vacina da Pfizer

EUA investigam caso de garoto de 13 anos que morreu após tomar vacina da Pfizer

Por Natalie Rosa | Editado por Luciana Zaramela | 05 de Julho de 2021 às 15h40
Freepik

Um garoto de apenas 13 anos de idade, chamado Jacob Clynick, morreu enquanto dormia após receber a segunda dose da vacina da Pfizer contra COVID-19. O caso aconteceu em Michigan, nos Estados Unidos, e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) já está investigando se a morte está relacionada ao imunizante.

De acordo com Martha Sharan, do CDC, quando eventos adversos graves acontecem após a aplicação de uma vacina, as informações são enviadas a um sistema chamado Vaccine Adverse Event Reporting Sustem (VAERS), e então o CDC exige e analisa todos os registros médicos associados ao caso, inclusive atestados de óbito e autópsia", conta.

Sharan diz ainda que a determinação da causa da morte será feita através da autópsia, que irá determinar o que aconteceu e se o óbito foi o resultado de algum efeito colateral grave. A investigação sobre o ocorrido também está sob avaliação federal. O CDC recomenta que as famílias conversem com seus médicos para analisar os riscos e benefícios da vacinação em cada caso.

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Imagem: Reprodução/FabrikaPhoto/Envato Elements

Riscos

A morte de Clynick aconteceu apenas dois dias depois de o garoto ter recebido a segunda dose da vacina da Pfizer contra a COVID-19, em junho. Segundo a família, ele apresentou sintomas comuns dos efeitos colaterais, como fadiga, febre e dor de estômago, mas que não aparentava ser nada grave. Tammy Burages, tia do garoto, conta que Jacob era saudável e que não tinha qualquer doença de conhecimento prévio.

Dias depois do falecimento, o FDA anunciou o risco de uma provável associação das vacinas da Moderna e Pfizer e o risco de inflamação no coração, chamada de miocardite, em adolescentes. Rumores publicados em um jornal de Detroit afirmam que a família disse que a autópsia mostrou que o coração de Jacob estava maior que o normal, mas a informação não chegou a ser confirmada.

Fonte: Newsweek, Yahoo!

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