Twitter deve permitir reprodução de vídeo em velocidade acelerada

Twitter deve permitir reprodução de vídeo em velocidade acelerada

Por Alveni Lisboa | Editado por Douglas Ciriaco | 21 de Setembro de 2021 às 15h47
(joshua hoehne/ Unsplash)

O Twitter pode estar prestes a lançar um recurso para permitir a aceleração de vídeos na plataforma. Assim como ocorre no WhatsApp (com áudios) e no Telegram (com áudios e vídeos), a ideia seria permitir a reprodução mais rápida ou mais lenta desse tipo de conteúdo na rede social, o que facilitaria o consumo dos vídeos.

Traços do código foram encontrados na versão beta do aplicativo pela engenheira reversa e desenvolvedora Jane Manchun Wong. Segundo o print de tela compartilhado em seu perfil, seriam adicionadas várias velocidades de reprodução: 0,5%, 1%, 1,5% e 2%.

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Essa pode ser uma adição ótima para dois públicos distintos: aqueles que preferem assistir a coisas de forma acelerada e aqueles que precisam reduzir a velocidade de um conteúdo muito rápido, como tutorial ou videoaula. Os novos controles seriam aplicados tanto para vídeos gravados quanto para transmissões ao vivo, embora ainda não esteja claro como seria o funcionamento disso em lives.

Por enquanto, o recurso está em fase de desenvolvimento, o que poderia significar mais alguns meses pela frente. Como Wong conseguiu fazer a aceleração funcionar, é sinal de fase avançada da criação, um indicativo de desembarque breve nos aplicativos.

Quem não quiser esperar, pode experimentar a velocidade em dobro: não é a solução oficial, mas ajuda a tornar a reprodução mais rápida. É só abrir o console do seu navegador, localizar um vídeo e digitar o comando: document.querySelector('video').playbackRate = 2

O Twitter trabalha com afinco em 2021 para trazer novidades e mais opções de monetização de conteúdo, seja nos posts tradicionais, seja com os áudios do Spaces. A rede ainda planeja adicionar recursos úteis para evitar ataques massivos de "cancelamento", a remoção de seguidores sem precisar bloqueá-los e o arquivamento de tuites antigos.

Fonte: Jane Manchun Wong  

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