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Coringa explica a verdadeira razão pela qual se tornou um vilão em Gotham

Por| 16 de Maio de 2024 às 20h30

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 DC Comics
DC Comics

Embora o Coringa seja um mistério quase completo para os heróis, vilões e até mesmo para os leitores, nos últimos anos a DC Comics tem feito um esforço para se aprofundar mais no personagem. Afinal, a cada ano que passa e em cada adaptação que vemos o Palhaço do Crime ele se torna mais complexo. E, agora, uma nova HQ explica a verdadeira razão de ele ter se tornado o principal vilão de Gotham City.

Atenção para spoilers de Batman/Dylan Dog #3!

Atualmente, a DC Comics vem publicando um curioso crossover entre Batman e Dylan Dog, em que, surpreendentemente, temos visto algumas interessantes revelações canônicas. Em Batman/Dylan Dog #3, lançado recentemente, a trama mostra que o Coringa liberou a alma do serial killer Christopher Killex em Gotham City.

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Em seguida, os defensores da cidade ficam surpresos quando o Coringa solicita uma audiência especial com Dylan Dog, apresentando-se ao detetive italiano em grande estilo. O Palhaço do Crime se diz o “mais digno representante de uma ampla companhia de lunáticos”, com uma ilustração em que aparece à frente de vilões famosos, a exemplo de Bane, Senhor Frio, Crocodilo, Ra’s Al Ghul, Espantalho, Pinguim, Charada, entre outros.

O Coringa revela que precisa da ajuda de Dylan Dog para capturar Killex, em busca de vingança após ter sido esnobado pelo médico serial killer A história usa Killex como uma forma de revelar melhor as motivações do Palhaço do Crime como rei do crime em Gotham City, principalmente porque ambos são assassinos em massa.

É aí que o Coringa diz sua motivação secreta que o difere de Killex: ele aponta que o caos e o assassinato são sua arte e paixão, enquanto Killex é um cientista perturbado em sua mórbida pesquisa sobre a alma humana.

Isso faz sentido, afinal, de todos os bandidos da galeria de vilões do Batman, o Coringa é o mais “apaixonado” pelo que faz — e é justamente esse “apego emocional”, muitas vezes sem uma explicação racional, que torna suas ações imprevisíveis e misteriosas.

Embora as motivações do Coringa sejam inconsistentes ao longo de sua trajetória, e costumem mudar de acordo com o escritor, essa explicação canônica pode ser considerada satisfatória, já que se encaixa perfeitamente em várias fases do Palhaço do Crime, inclusive na atual.