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Positivo aposta em AI PCs para impulsionar reestruturação de TI nas empresas

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Reprodução/Positivo
Reprodução/Positivo

O mercado de hardware corporativo no Brasil está prestes a atravessar uma grande transformação. Se nos últimos anos o foco das organizações esteve voltado para a viabilização do trabalho híbrido e a migração para a nuvem, o cenário para 2026 em diante exige o retorno ao poder de processamento local. A Positivo Tecnologia identificou esse movimento e anunciou uma ofensiva estratégica para liderar a reestruturação das infraestruturas de TI nas empresas, centrada nos chamados AI PCs.

A inteligência artificial deixou de ser um recurso acessório para se tornar o motor da eficiência operacional. E, para sustentar essa demanda, a fabricante brasileira revelou um lineup renovado que privilegia equipamentos com IA embarcada para dar mais confiabilidade e soberania de dados dentro do ambiente de negócios. Com isso, o objetivo é permitir que processos complexos de IA sejam executados sem a dependência exclusiva de servidores externos.

"A inteligência artificial mudou a forma como as empresas estruturam suas operações, e isso começa pelos computadores corporativos. O AI PC representa uma nova base para a TI corporativa, capaz de combinar desempenho, segurança e eficiência em um único equipamento", afirma Daniela Colin, diretora de Procurement e Desenvolvimento de Produtos da Positivo Tecnologia.
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Segundo a executiva, essa evolução prepara as organizações para a próxima geração de softwares que exigirão processamento neural nativo para funcionar plenamente.

Segurança e compliance: o diferencial do processamento local

Para o setor B2B, a adoção de máquinas com IA embarcada resolve uma das maiores dores de cabeça dos gestores de TI: a segurança da informação.

Ao utilizar processadores equipados com NPUs dedicadas, as empresas conseguem executar agentes de IA e análise de dados sensíveis localmente. Isso praticamente elimina o risco de vazamentos acidentais em nuvens públicas e garante que a companhia mantenha conformidade com normas rígidas de compliance, uma vez que os dados não precisam deixar o endpoint para serem processados.

Na prática, essa arquitetura confere maior previsibilidade e controle sobre o parque tecnológico. A gestão dos dispositivos torna-se mais eficiente, apoiada por recursos de monitoramento assistidos por IA que podem prever falhas antes que elas interrompam a produtividade.

Para a diretoria das empresas, o ganho reflete na agilidade da tomada de decisão, transformando volumes brutos de dados em insights estratégicos com uma confiabilidade que o processamento remoto nem sempre consegue assegurar com a mesma latência.

Positivo Master Copilot+ PC lidera reestruturação

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O grande protagonista dessa nova era é o Positivo Master Copilot+ PC, apresentado durante a CES 2026. O notebook é um dos primeiros do mundo a ostentar os novos processadores Intel Core Ultra Série 3, fabricados com a nova litografia 18A da Intel.

O grande destaque é a NPU capaz de entregar 50 TOPS (trilhões de operações por segundo), marca que supera os requisitos mínimos da categoria Copilot+ e habilita o notebook para cargas de trabalho contínuas de IA, como reconhecimento de padrões e automações complexas, sem comprometer o desempenho da CPU ou da GPU.

Projetado para o uso corporativo pesado, o modelo não economiza em robustez. O chassi é construído em alumínio, com certificação militar MIL-STD-810H e teclado resistente a derramamento de líquidos. Em termos de conectividade e expansão, características críticas para a longevidade do investimento em TI, o dispositivo oferece suporte a Wi-Fi 7 e conta com dois slots de memória RAM DDR5, permitindo upgrades futuros conforme a demanda de software das empresas crescer. A tela, com tecnologia IPS e resolução Full HD+, garante conforto visual para longas jornadas de trabalho.

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Com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2026, a nova linha da Positivo chega em um momento crítico de renovação de parques tecnológicos. Ao unir a eficiência energética dos novos chips da Intel com uma estrutura voltada para a segurança e alta performance, a fabricante brasileira se posiciona como uma parceira estratégica para empresas de médio e grande porte que buscam não apenas atualizar máquinas, mas blindar sua infraestrutura para os desafios de uma economia movida por dados e inteligência artificial.

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