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Aurous quer ser o Popcorn Time da música

Por Redação | 13 de Outubro de 2015 às 11h23
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Um novo serviço de streaming de música quer que você se apaixone novamente pela tecnologia por trás dos torrents. Trata-se do Aurous, um aplicativo para desktop lançado para Windows, Linux e OS X que conta com uma interface simples e que bastante os famosos serviços de streaming de música como o Spotify.

Criado por Andrew Sampson e um desenvolvedor conhecido pelo nome 'Dana', o visual é bastante agradável e permite aos usuários pesquisarem por artistas, títulos de música e nomes de álbuns. No entanto, em vez de baixar uma cópia da música, o usuário apenas a escuta via streaming, confundindo a questão da legalidade.

O projeto tinha originalmente começado com uma campanha de crowdfunding no mês passado, mas foi rapidamente fechada e todos os apoiadores reembolsados, sugerindo que problemas legais haviam surgido. Mesmo assim os desenvolvedores continuaram confiantes. "Mesmo com um projeto parado e o site fechado, o aplicativo ainda continuaria a funcionar sem problemas", disse Andrew Sampson, desenvolvedor do app, em um comunicado.

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Aurous

Além do streaming básico, o Aurous promete que não haverá nenhum anúncio intrusivo, como acontece na versão gratuita do Spotify. É possível importar listas de reprodução do Pandora, YouTube e outros lugares para o aplicativo. O app também oferece suporte para os formatos FLAC, WAV, OGG e OPUS, tornando bibliotecas de outras pessoas disponíveis online para todo mundo.

O aplicativo ainda é personalizável. A API do serviço permite que os usuários façam ajustes na interface ou mesmo um desenvolvedor utilize os códigos para adaptá-lo.

Enquanto a popularidade do Popcorn Time tem sido um grande empecilho para a indústria do cinema, a indústria da música tem encontrado uma maneira de convencer muitos de nós a pagar por música. Isso acontece devido à insistência da indústria cinematográfica e serviços como Netflix em não disponibilizar filmes recentes ou lançamentos para os usuários.

Além disso, o impacto da pirataria sobre músicos individuais é bem menor do que em estúdios que precisam bancar os altos salários de atores de Hollywood.

Fonte: The Next Web

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