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Vítima envia AirTag para si mesma e ajuda a prender ladrões de correspondência

Por  • Editado por Léo Müller | 

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Mark Chan/Unsplash
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Uma mulher dos Estados Unidos ajudou a prender ladrões de correspondência ao enviar uma unidade do localizador portátil AirTag da Apple para si mesma. O acessório estava em operação no momento em que foi furtado, e mapeou a localização dos criminosos. Roubo de correspondência ou de encomendas é algo muito comum nos EUA, uma vez que os entregadores simplesmente deixam caixas e cartas nas varandas de casas ou entradas de condomínios. Criminosos ficam atentos aos momentos de entrega e passam pelas ruas levando os pertences dos destinatários.

A identidade da vítima não foi revelada. De acordo com informações do The New York Post, a mulher entrou em contato com autoridades do condado de Santa Barbara, Califórnia, assim que percebeu o roubo das correspondências.

Os responsáveis pelos roubos são Donald Ashton Terry e Virginia Francesca Lara, que foram presos. Além dos AirTags e de outros pertences da vítima, também foram localizados itens de uma quantidade superior a doze outras pessoas.

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Por isso, ambos foram acusados de posse de cheques com intenção de cometer roubo de cartões de crédito, roubo de identidade e fraude.

Lara está detida sob fiança de US$ 50 mil, o equivalente a cerca de R$ 277 mil em conversão direta. Já Terry, que era procurado por roubos e furtos anteriores, está sob fiança de US$ 460 mil (~R$ 2,5 milhões).

Em declaração oficial, o Gabinete do Xerife elogiou a vítima pela sua “solução proativa”, além de destacar que ela tomou as medidas adequadas ao contatar autoridades para prender os suspeitos em segurança.

Desde que foram lançados em 2021, os AirTags já apareceram em diversos casos de polícia. Em geral, é mais comum que o acessório seja associado a casos de perseguição, em que o localizador é escondido no meio de pertences das vítimas e passa a monitorar todos os seus movimentos.

Isso levou a Apple a publicar novas medidas para evitar esse tipo de situação, além de implementar alertas sonoros e visuais mais evidentes quando necessário.

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Fonte: The New York Post