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Sonda da NASA tira fotos de explosões fortes no Sol

Por| Editado por Luciana Zaramela | 03 de Junho de 2024 às 11h40

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NASA/SDO
NASA/SDO

A mancha que causou a tempestade geomagnética extrema em maio continua ativa. Agora chamada de AR 3697, a região continua lançando nuvens de partículas eletricamente carregadas pelo espaço em erupções intensas, que foram registradas pelo observatório Solar Dynamics, da NASA

Esta região ativa era chamada de AR 3664 e causou algumas das erupções solares mais fortes do ciclo atual em nosso astro. Com a rotação do Sol, a formação agitada se afastou da direção da Terra durante a metade de maio. Agora, ela está de volta. 

Em 27 de maio, a mancha liberou uma erupção classificada como X 2.8. As explosões solares são classificadas de acordo com a intensidade: as mais fracas são da classe B, e as mais fortes, da X. 

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No dia 29, a mancha causou uma explosão X 1.45, seguida de outra classificada como X 1.1 no dia 31. Já em 1º de junho, a AR 3697 liberou não apenas uma, mas sim duas explosões que foram classificadas como X 1.03 e X 1.4, respectivamente. 

Parece que as explosões vieram sozinhas, sem ejeções de massa coronal acompanhando-as. As ejeções de massa coronal são grandes massas de plasma solar e campos magnéticos que, quando chegam à Terra, causam auroras boreais e outros efeitos.

No entanto, isso não significa que a AR 3697 ficou mais calma. No domingo (2), a região ativa liberou duas explosões da classe X e 10 da C, que não devem causar efeitos perceptíveis em nosso planeta. 

Estes fenômenos são lembretes de que o Sol está chegando ao máximo solar, nome dado ao período de maior atividade em seu ciclo de 11 anos. Assim, apesar de AR 3697 já ter mostrado atividade significativa, pode muito bem existir alguma outra região de manchas solares nascendo em nosso astro — e, quem sabe, ela talvez nos proporcione belas auroras boreais.

O que é explosão solar?

Como o nome indica, as explosões solares são poderosas emissões de energia vindas do Sol. As exposões, junto das erupções solares, podem afetar a comunicação por ondas de rádio, redes elétricas e sinais de navegação.

Elas também são perigosas para astronautas, principalmente se estiverem trabalhando em alguma atividade fora da proteção dos seus veículos espaciais.

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Fonte: NASA