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Philips larga Google TV de vez; novo sistema terá 10 anos de updates garantidos

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Ivo Meneghel Jr/Canaltech
Ivo Meneghel Jr/Canaltech

A TP Vision, responsável pela marca Philips, confirmou que todos os modelos de TVs de 2026 chegarão ao mercado sem o Google TV. A fabricante decidiu adotar o Titan OS em todo o seu catálogo global de telas.

Essa mudança amplia a estratégia iniciada há pouco mais de um ano, quando o sistema estreou em aparelhos mais básicos. Agora, até os modelos premium com tecnologia OLED rodam a nova plataforma de forma nativa.

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O Titan OS utiliza base Linux e funciona de maneira integrada à rede. Por ser um sistema baseado na web, a interface dispensa o download de diversos aplicativos para o início da reprodução de vídeos.

De acordo com a fabricante, essa abordagem libera espaço na memória do televisor e melhora o desempenho geral da máquina. A empresa também garante dez anos de atualizações de segurança para os compradores.

Atualmente, a loja de aplicativos já oferece serviços populares como YouTube, Netflix, Disney Plus e Prime Video. A chegada do aplicativo Apple TV está prevista para o primeiro semestre de 2026.

O sistema ainda oferece compatibilidade com assistentes de voz Amazon Alexa e do Google Assistente, além do AirPlay 2. No entanto, o suporte para a tecnologia Google Cast não está presente nesta versão do software.

A decisão de abandonar o Google TV permite que a TP Vision tenha controle total sobre o desenvolvimento e o visual da interface. Além disso, a marca consegue explorar novas formas de gerar receita própria.

Essa transição começou a ser desenhada no início de 2024, durante um evento em Barcelona. Na ocasião, a marca apresentou o software como uma solução estratégica para facilitar a busca por novos conteúdos.

O objetivo central é reduzir o tempo que as pessoas gastam na navegação entre menus e aplicativos. Com o sistema próprio, a Philips busca um caminho similar ao de grandes rivais como a Samsung e a LG.

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Fonte: Android Authority