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A galáxia muito distante nunca esteve tão perto

Por| 03 de Agosto de 2023 às 17h00

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Bethesda Game Studios
Bethesda Game Studios

A curiosidade pelo desconhecido sempre moveu a humanidade a buscar novos horizontes e explorar novas fronteiras. Por essa razão, olhar para o céu durante a noite desperta perguntas sobre quantas outras civilizações existem fora da Terra, se alguma delas já nos visitou, e entusiastas acreditam que sim!

O caso mais famoso teria ocorrido em Roswell, nos EUA. No dia 2 de julho de 1947 um OVNI (Objeto Voador Não Identificado), teria caído na cidade do Novo México, supostamente,sendo a confirmação da visita de seres de outros planetas. O incidente rendeu teorias, documentários e, pela primeira vez em 2001, o ufólogo Haktan Akdogan celebrou a data como o Dia Mundial do OVNI.

Infinitos mundos a alguns cliques de distância

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Já na ficção, visitas alienígenas já faziam parte da nossa cultura muito antes disso, e a obra possivelmente mais famosa é o romance A Guerra dos Mundos (1887) de H. G. Wells. Até hoje ela inspira filmes, quadrinhos e, óbvio, games. Em jogos como XCOM, assumimos o papel de um comandante de uma força tarefa especializada em defender o planeta de invasores.

No universo de Star Wars, conseguimos ser virtualmente qualquer coisa: Jedi sobreviventes da guerra, pilotos de caça espacial, ou contrabandistas fugindo do império. Naturalmente, nem todo jogo sobre o espaço é focado em conflitos, guerras e invasões.

Em No Man’s Sky, ou no tão aguardado Starfield, somos nós os exploradores do universo,viajando pelo espaço e conhecendo novos mundos. Já em The Outer Wilds, precisamos desvendar segredos, decifrar quebra-cabeças em planetas que mudam a cada visita, em uma história rica com uma trilha que é uma viagem à parte.

Contatos imediatos com outras culturas

Por décadas, o universo dos jogos foi marginalizado, sem nada a acrescentar. O mais próximo que o público geral percebia como válido nos jogos eram as adaptações — essas, sim, geralmente bem fraquinhas — de filmes e outras produções culturais.

Hoje é mais que claro que videogames não são um entretenimento vazio, jogos são arte! Praticamente ninguém questiona a competência das equipes criativas dos estúdios e desenvolvedoras, grandes ou independentes, capazes de transportar os jogadores para outros mundos.

Assim como toda arte, os games também se valem de uma infinidade de referências, de romances de ficção a filmes e séries clássicas. A aproximação com produções conhecidas quebra a barreira do preconceito dos fãs mais tradicionais dessas histórias, que encontram nos games mais uma forma de explorar por universos familiares.

Por outro lado, os jogos dialogam com muita facilidade com as gerações mais novas, sendo muitas vezes primeiro contato desse público com narrativas fantásticas. Isso desperta a curiosidade desses jovens, que acabam indo atrás das obras originais.

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Dessa forma, mais do que uma porta de entrada, os jogos acabam funcionando como um enorme caminho, cheio de portais e atalhos guiando jogadores de todas as idades para formas diferentes de consumir cultura e viajar pelo universo.

Naves para outros mundos ao alcance de todos

O avanço da tecnologia é, sem dúvidas, um grande responsável por isso, permitindo maior imersão, oferecendo formas mais variadas e criativas de contar essas histórias. A maior vantagem dessa realidade moderna é que qualquer um pode embarcar nessas viagens — e em muitas outras — sem precisar sair de casa.

Todos os PCs estão mais poderosos a cada geração. Atualmente, notebooks e desktops mais simples já conseguem rodar jogos de forma bem competente, mesmo sem serem setups gamer, necessariamente. Não faltam opções e ferramentas para se aventurar por galáxias distantes.

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Independente da idade ou franquia favorita de ficção, graças à missão de democratizar a tecnologia, a Intel vem abrindo passagem para cada vez mais jogadores derrubarem impérios galáticos, descobrirem planetas e civilizações distantes, e tudo isso sem precisar sair de casa.