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Fale Comigo | 5 motivos para assistir ao novo terror da A24

Por| Editado por Jones Oliveira | 18 de Agosto de 2023 às 19h05

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Divulgação/ A24
Divulgação/ A24

Produzido pela A24, o terror Fale Comigo tem arrancado elogios da crítica especializada, cravando 95% de aprovação no Rotten Tomatoes — um resultado impressionante principalmente para o gênero. De acordo com os especialistas, o filme tem uma história envolvente com excelentes efeitos especiais, e por isso está sendo cotado como o horror de 2023.

Outro motivo para tamanha repercussão e curiosidade é que o longa foi criado e dirigido por Danny e Michael Philippou, dois irmãos gêmeos australianos conhecidos pelo canal no YouTube RackaRacka, mas que não tinham nenhuma experiência no cinema. Contrariando as expectativas mais pessimistas, eles emplacaram uma história intrigante que acompanha Mia, uma jovem órfã de mãe, que decide participar, juntos de seus amigos, de um jogo macabro.

A brincadeira consiste em tocar uma mão embalsada capaz de conjurar espíritos e permitir que tais criaturas entre em seus corpos. Acontece que brincar com o sobrenatural pode ser muito mais perigoso do que os adolescentes imaginavam.

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Com uma trama atrativa e atual, Fale Comigo vem conquistando o público também. Mas, será que o filme é tão bom assim? Separamos cinco motivos que te farão querer correr para os cinemas. Confira abaixo.

5. Muita possessão

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Quem gosta de filmes de terror recheados de possessão, certamente irá curtir Fale Comigo. No longa da A24, a tal mão embalsamada é responsável por trazer espíritos à vida e eles são convidados pelos adolescentes a entrarem em seus corpos. Como muitos jovens decidem entrar na brincadeira, o que não falta são espíritos possuindo os humanos.

A cena mais emblemática, entretanto, acontece quando um desses espíritos possui Riley, o mais jovem do grupo. O menino não consegue se conter e as consequências para sua vida são terríveis.

4. Atuação de Sophie Wilde

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Estreante no papel de protagonista, Sophie Wilde não é um nome muito conhecido no cinema, mas ainda assim foi a escolha dos irmãos Philippou para o papel. E, pode-se dizer que eles acertaram em cheio, pois sua atuação em Fale Comigo surpreende, especialmente nas cenas em que sua personagem está possuída.

A atriz transita bem entre o cômico e o drama sem cair no caricato e sua performance foi elogiada por muitos especialistas. Sendo assim, Sophie realmente se firmou no papel de grande estrela do filme e, de agora em diante, deverá ganhar cada vez mais notoriedade.

3. Enredo atrativo

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Outro motivo para assistir Fale Comigo é o enredo do filme. Não é raro que filmes de terror foquem no susto e se esqueçam da narrativa, entregando uma história morna e sem sentido. No longa, no entanto, isso não acontece. Os gêmeos australianos souberam construir uma boa história cheia de desdobramentos.

O enredo está pautado na tal mão amaldiçoada, mas também traz outros arcos interessantes como o intrigante passado da mãe de Mia e a verdade por trás da perturbação de Duckett (Sunny Johnson) e da morte de seu irmão Cole (Ari McCarthy).

Bem elaborado, o argumento do filme faz com que o espectador fique focado na história e queira saber mais dos personagens.

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2. Possibilidade de se tornar saga

Por falar em querer saber mais dos personagens, os próprios diretores já confirmaram que estão trabalhando em uma prequência do longa, na qual a história de Duckett será contada. Ainda não é certo se o filme será lançado, porém espera-se que a A24 dê sinal verde para mais essa trama.

Além dela, os Philippou também têm planos de fazer uma sequência de Fale Comigo, transformando o filme em uma saga. Gatilhos para uma nova história é o que não faltam.

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1. Crítica à geração Z

Por fim, um dos melhores motivos para assistir à Fale Comigo, é a crítica que os diretores fazem à geração Z e como ela está totalmente viciada em tecnologia. A narrativa usa o jogo de possessão como uma metáfora para as drogas e mostra como os adolescentes conseguem se tornar adictos tão facilmente a uma coisa perigosa e que lhes faz mal.

Além disso, mostra também como, mesmo assistindo a algo perturbador, os jovens se preocupam mais em filmar e fotografar do que ajudar a pessoa que está em perigo. Esse argumento foi pensado depois que os diretores viram um vídeo de um homem convulsionando e perceberam que as pessoas se preocuparam em filmá-lo naquela situação difícil, mas não em ajudá-lo.