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GWM faz parceria com Governo de São Paulo para carros a hidrogênio

Por| Editado por Jones Oliveira | 03 de Maio de 2023 às 09h29

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Divulgação/GWM
Divulgação/GWM

A Great Wall Motor (GWM) prometeu, antes mesmo de trazer seu primeiro carro ao Brasil, que faria uma revolução no segmento automotivo verde-amarelo. E parece que a montadora chinesa não estava brincando.

Poucos dias depois de confirmar oficialmente que dará início à produção local de carros elétricos e híbridos na fábrica em Iracemápolis, no interior de São Paulo, a partir do dia 1º de maio de 2024, a marca anunciou mais uma novidade.

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Após um encontro com Tarcísio de Freitas, governador do estado de São Paulo, a GWM revelou ter fechado uma parceria para desenvolver e acelerar a adoção de veículos movidos a células de hidrogênio na região.

O acordo inclui a realização dos estudos necessários para implementar toda a logística de reabastecimento com esse tipo de combustível e a busca por parceiros dispostos a viabilizar a geração e a distribuição do hidrogênio, que viria de fontes renováveis, como o etanol.

A tarefa de mapear os interessados em participar do projeto e coordenar a comunicação entre as partes ficará por conta da InvestSP, agência de promoção de investimentos do governo paulista. A previsão é que o projeto tenha 12 meses de duração.

“É mais um passo da InvestSP no sentido de garantir que os setores público e privado trabalhem juntos e de maneira estratégica, que ajudará na transição para uma matriz energética cada vez mais limpa e na criação de um ecossistema para projetos de hidrogênio de São Paulo”, disse o presidente da InvestSP, Rui Gomes Junior.

Governador vê “revolução no transporte”

Para o governador Tarcísio de Freitas, a possibilidade de gerar e distribuir células de hidrogênio para veículos em São Paulo será o pontapé inicial para uma “revolução no transporte” da região.

O ex-ministro da Infraestrutura pontuou que a tecnologia já existe e que, “com uma dose de incentivo”, logo o estado de São Paulo terá “usinas de etanol produzindo hidrogênio verde” para abastecer veículos.

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James Yang, CEO da GWM, também se mostrou otimista com as possibilidades que se abrirão a partir da assinatura do acordo. Na visão do executivo, o Brasil possui protagonismo na geração de energia elétrica renovável e tem “forte vocação” para produzir biocombustíveis e hidrogênio verde.