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Brasil é o segundo país com mais assinantes do Apple TV, revela executivo

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Emanuele Almeida/Canaltech
Emanuele Almeida/Canaltech

O Brasil é o segundo país com mais assinaturas do Apple TV e o mercado de maior crescimento para o serviço, segundo Eddy Cue, executivo da Apple. A informação foi divulgada em entrevista à Folha de S. Paulo em um evento realizado pela empresa em Santa Mônica, nos Estados Unidos.

O crescimento do serviço no Brasil está ligado à estratégia da Apple de usar seus próprios dispositivos para atrair assinantes. A empresa costuma oferecer três meses gratuitos do Apple TV na compra de produtos novos, como iPhone, iPad ou MacBook, o que facilita o primeiro contato com o catálogo.

No Brasil, o serviço também atraiu um público por manter, por um longo período, um dos preços mais competitivos do mercado de streaming. Porém, em 2025, a mensalidade passou de R$ 21,90 para R$ 29,90, aproximando o valor dos praticados por concorrentes.

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Títulos do Apple TV já conquistaram o Oscar

O catálogo do Apple TV já conta com produções premiadas e reconhecidas pela Academia:

  • CODA: No Ritmo do Coração (2022), que venceu nas categorias Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Ator Coadjuvante;
  • O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo (2023), vencedor de Melhor Curta-Metragem de Animação.

Além disso, a plataforma teve outras produções reconhecidas pelo Oscar, como Assassinos da Lua das Flores, A Tragédia de Macbeth e o F1: O Filme, que receberam indicações e elogios da crítica.

Para fortalecer o catálogo, a Apple mantém parcerias com grandes nomes do cinema e estúdios tradicionais, como os filmes Assassinos da Lua das Flores, de Martin Scorsese, e Luta de Classes, dirigido por Spike Lee, que foram exibidos nos cinemas antes de chegarem ao catálogo do streaming.

A produção de conteúdo original da plataforma começou nos Estados Unidos e, gradualmente, foi expandida para outros países, como México e Colômbia. Contudo, ainda não há produções gravadas em território brasileiros ou previsão de investimentos no país no curto prazo, segundo o executivo Eddy Cue.

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