Review LG OLED 55 CX | As definições de cinema em casa foram atualizadas

Review LG OLED 55 CX | As definições de cinema em casa foram atualizadas

Por Fábio Jordan | Editado por Léo Müller | 04 de Agosto de 2021 às 17h10
Francielle Lima/Canaltech

Quando falamos em TVs premium, a LG se destaca pela sua linha com painéis OLED. A marca aposta neste diferencial há muitos anos, sendo uma das pioneiras nesta inovação e uma das mais reconhecidas pela evolução no padrão que hoje está numa versão muito amadurecida.

Trata-se de um tipo de televisor que promete entregar a melhor qualidade de imagem graças ao método de iluminação de pixels que funciona de forma diferente das TVs tradicionais que geralmente usam LEDs. A tecnologia OLED já é bem comum em celulares, principalmente nos modelos da categoria premium, que usam OLED e variantes como a AMOLED.

Diferente dos modelos LCD, os painéis OLED não necessitam de retroiluminação, pois os pixels se auto iluminam, o que significa controle absoluto dos níveis de brilho. Tal qualidade implica em um aumento de custo, bem como resulta em alguns inconvenientes. No entanto, a LG já trabalha há cerca de uma década para aprimorar as TVs OLED, o que também levou a um barateamento dos produtos.

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Assim, chegamos ao produto do nosso review: a LG OLED 55 CX. Esta televisão foi lançada em 2020 e fez muito sucesso por suas qualidades superiores de imagem e som. Além do painel OLED, esta TV tem taxa de atualização de 120 Hz, compatibilidade com as tecnologias Nvidia G-SYNC e AMD FreeSync, já vem equipada com 4 portas HDMI e ainda suporta Dolby Vision.

Essas são apenas algumas das qualidades da LG OLED 55 CX, mas há muitos outros detalhes para abordarmos. No ano passado, nós publicamos o vídeo acima falando dos principais destaques do produto, porém hoje vamos nos aprofundar ainda mais nos prós e contras deste modelo. Será que esta pode ser sua próxima televisão? As TVs QLED são melhores? Vamos descobrir!

Prós

  • A melhor qualidade em imagem;
  • Design magnífico;
  • As tecnologias mais avançadas;
  • Som impressionante;
  • Enorme variedade de apps.

Contras

  • Superfície muito reflexiva;
  • Possibilidade de burn-in com uso exagerado.

Design e Dimensões

A LG OLED 55CX é uma televisão do segmento premium e, portanto, tem alguns dos melhores conceitos de inovação da fabricante. Assim, é impossível não admirar as qualidades de design do produto, que é inegavelmente um dos televisores mais bonitos que já vimos nos tempos recentes.

Na parte frontal, o painel toma praticamente todo o espaço disponível, sendo quase indistinguível onde estão as bordas, que são muito finas e medem apenas 4 milímetros. Olhando pela lateral, é possível ver como o painel é extremamente fino, com cerca de 3 ou 4 milímetros, ele parece apenas uma enorme chapa de vidro de alta resistência.

Imagem: Ivo/Canaltech

Vale pontuar que o painel é a parte mais fina do produto, porém a área do hardware tem espessura avantajada, já que acomoda os componentes eletrônicos, bem como as conexões de vídeo e áudio. Assim, na área mais espessa, a LG OLED 55 CX mede cerca de 4 centímetros de espessura, o que ainda é muito impressionante.

  • Dimensões (L x A x P): 122,80 x 73,80 x 25,10 cm
  • Dimensões sem suporte (L x A x P): 122,80 x 70,60 x 4,69 cm
  • Peso: 23,0 kg
  • Peso sem suporte: 18,9 kg

A base da TV é uma peça única na cor cinza, que garante elegância ao equipamento e dá estabilidade. O suporte é largo, assim o peso é distribuído uniformemente. Devido à falta de espaço no entorno do painel, a LG optou por incluir logo apenas na base, de forma discreta e elegante.

Imagem: Ivo/Canaltech

O suporte tem uma área estendida atrás, que ajuda a distribuir o peso e serve para acomodar cabos de forma inteligente. A instalação da base não é tão simples, sendo necessário apoiar a TV em um local macio e talvez pedir ajuda para alguém. Se a ideia é usar a TV na parede, é possível usar suportes compatíveis com VESA 300x200, o que é ideal dado o peso do produto.

Conectividade

A LG OLED 55CX é uma televisão pronta para tudo, pois a fabricante não poupou nas opções. As conexões ficam distribuídas em duas áreas, uma disposta de forma paralela à TV (ideal para quando a TV é instalada na parede, o que evita danos aos cabos) e outra com os conectores instalados de forma transversal (acessível para o uso convencional).

Ao todo, esta TV da LG tem quatro portas HDMI 2.1 (três instaladas na área lateral e uma na parte traseira), uma conexão de vídeo composto (que necessita de adaptador para ter as saídas convencionais RCA), entrada RF para antena, três portas USB (uma ao lado e duas atrás) conexão de rede LAN (RJ-45) e uma saída de áudio digital óptica.

Todas as conexões operam na resolução 4K com taxa de atualização de até 120 Hz. Por outro lado, apenas a conexão HDMI 2 é compatível com a tecnologia eARC, a qual serve para transmissão de vídeo e áudio de alta qualidade (como Dolby Atmos e áudio sem compressão), bem como para sincronia com receivers e home theaters mais modernos.

Imagem: Ivo/Canaltech

Para reprodução de conteúdos com colorido excepcional, esta TV é compatível com HDR10, HDR10+, HLG e até mesmo a tecnologia Dolby Vision. Basicamente, independente do conteúdo, você terá a melhor qualidade de imagem.

Já para os jogadores de plantão, a LG equipou este modelo com três tecnologias muito específicas para gamers: NVIDIA GSYNC, AMD FreeSync Premium e LG VRR. Todas têm proposta similar: adaptar a taxa de atualização de forma variável, então não há percepção de “rasgos” nas imagens quando há oscilação de desempenho.

Compatível com GSYNC e FreeSync, a LG OLED 55 CX é uma opção fenomenal para gamers que buscam o melhor desempenho combinado com imagens incríveis

Aliás, é importante ressaltar que esta linha é uma das poucas no mercado brasileiro com GSYNC, sendo possivelmente a melhor escolha para jogadores que usam o PC e a TV como plataforma de games. E vale mencionar que esse produto da LG pode ativar o HDR em paralelo com os recursos de gaming!

Imagem: Fábio Jordan/Canaltech

Para você aproveitar todos os seus filmes sem fio, é possível usar WiFi compatível com redes de 2,4 GHz e 5 GHz através do adaptador de rede que opera no padrão 802.11ac, bem como desfrutar da tecnologia Bluetooth 5.0, que permite conectar acessórios, espelhar o celular, transmitir áudio e mais alguns truques.

Tela

Como o próprio nome sugere, a LG OLED 55 usa painel do tipo OLED, que contam com mais de 8 milhões de pixels, os quais emitem luz própria e entregam uma experiência inigualável. Pode parecer exagero, mas é fácil entender o abismo de qualidade entre as telas tradicionais e as OLEDs, já que há muito mais contrate e fidelidade nas cores.

A tecnologia OLED tem um diferencial fundamental que garante toda essa exuberância em cores: a independência de cada pixel. Nos painéis LCD, há várias camadas com diversos elementos que controlam luz, cores e outros parâmetros do pixel, de modo que o pixel num painel LCD precisa de uma retroiluminação, como uma camada de LEDs que vão projetar luz.

O detalhe é que a tecnologia de LEDs, mesmo quando falamos de componentes minúsculos, não é capaz de apagar um pixel totalmente, já que não há um emissor de luz dedicado para cada pixel, bem como ao apagar um LED, os componentes luminosos adjacentes podem iluminar parcialmente pixels que deveriam ser apagados.

Imagem: Ivo/Canaltech

Além disso, os LEDs têm um nível mínimo de luminosidade, de modo que mesmo quando em seu estado menos brilhoso, eles podem apresentar um aspecto levemente acinzentado. Ainda que muitas TVs LCD atuais consigam entregar uma qualidade estonteante, elas ainda possuem essas e outras limitações decorrentes de painéis VA ou IPS.

Já a tecnologia OLED consegue eliminar tal problema de iluminação por completo. Em vez de usar uma camada extra para emitir luz e projetá-la sobre os pixels, aqui cada pixel do painel emite sua própria luz, ou seja, quando falamos em um ponto na cor preta, é possível desligar este pixel, criando uma área totalmente apagada.

A LG OLED 55 CX entrega qualidade de imagem estonteante, sendo uma das melhores escolhas para quem preza por uma experiência de cinema em casa.

Graças a tal característica, o painel OLED é limitado apenas pela capacidade luminosa dos pixels, já que eles têm suas características próprios que impactam na composição das imagens. Em nossos testes, a LG OLED 55CX alcançou valores próximos de 500 nits, que garante imagens bem vivas e chamativas, seja para conteúdos SDR ou HDR.

Apesar de a luz emitida ser potente, a LG OLED 55 CX pode não ser a TV mais adequada para ambientes bem iluminados. Por conta da camada de proteção externa do painel, uma chapa de vidro gigante, os reflexos são muito perceptíveis durante o dia ou quando há muita luz ambiente. E falo isto com propriedade, pois eu uso este televisor em casa há quase 5 meses e me deparo com esse tipo de inconveniente com frequência.

Imagem: Fábio Jordan/Canaltech

E como os pixels podem ser desligados, quando há imagens muito escuras na tela, é quase como se a TV estivesse apagada, de modo que o vidro externo se transforma quase num espelho e fica bem difícil de enxergar o conteúdo. Mesmo com a cortina fechada, às vezes, é complicado ver determinadas imagens.

O detalhe a ser pontuado é que esse tipo de situação não é tão preocupante para a maioria dos conteúdos, como desenhos, jogos de futebol ou programas televisivos que geralmente contam com imagens mais coloridas. De qualquer forma, fica o alerta para pensar numa forma de escurecer o ambiente para determinados conteúdos, como filmes de terror.

E o Burn-in?

E aqui entramos num ponto polêmico: o Burn-in. Este é talvez o único argumento contrário à adoção das TVs OLED (fora o preço elevado, é claro). Trata-se de um “problema” decorrente do uso indevido do produto. O Burn-in é conhecido como retenção de imagem, algo que pode acontecer em quaisquer painéis, mas que é notoriamente mais comum em telas OLED.

O Burn-in acontece quando um conteúdo permanece em exibição por um longo período. Por exemplo: se você costuma assistir a um canal específico durante muitas horas seguidas, o ícone do canal (o logo no canto da tela) pode “queimar” os pixels, que reterão a imagem e prejudicarão a exibição de outros conteúdos posteriormente.

Trata-se de uma situação rara, mas vale o alerta, principalmente se você pretende instalar uma TV OLED num estabelecimento comercial, em que vai manter um canal ligado o dia todo. Vale mencionar, no entanto, que a LG diz que “qualquer risco de Burn-in” ou retenção de imagem é antecipado por suas tecnologias, que identificam de forma inteligente elementos estáticos na tela e tentam prevenir eventuais danos.

Esses recursos são ativados de forma automática e funcionam muito bem. Eu pude perceber que a TV identifica até mesmo os ícones no menu da Apple TV e cria áreas com diferentes cores e gradientes em cada ícone para evitar esse tipo de problema, mas este tipo de correção só é aplicado quando uma mesma imagem fica em exibição por muitos minutos.

Outra função muito bem-vinda é o protetor de tela, que nesse caso realmente protege a tela. Em períodos de inatividade (após 2 minutos), a televisão exibe pinturas com molduras, que não apenas previnem os danos, como ainda deixam o ambiente bonito. Fora isso, há ainda um recurso de deslocamento de imagem, que também evita qualquer problema.

Assim, ainda que não seja uma TV livre deste defeito, a LG OLED 55 CX não deve incomodar o consumidor em situações típicas ou mesmo em alguns casos mais exagerados, por exemplo: eu tenho acompanhado as olímpiadas e mantenho num único canal por muitas horas, mas isto não resultou em qualquer retenção de imagem. No entanto, vale o bom senso, afinal você não vai querer ter dores de cabeça com garantia ou com imagens prejudicadas numa TV cara.

Sistema Operacional e Controle

A LG OLED 55 CX utiliza o sistema WebOS, sendo uma TV bem atualizada, mas que ainda não conta com o sistema mais recente (até o momento desta análise, a LG disponibilizava o WebOS 5.2.3, porém as TVs de 2021 já usam WebOS 6). Este sistema usa a web engine do Chromium, sendo um software bem avançado e preparado para os mais diversos apps.

A interface de navegação é bastante simples, com um menu na parte inferior da tela, que pode ser facilmente personalizado. Entre a enorme gama de aplicativos, é bem provável que não falte nenhum dos serviços mais requisitados. Particularmente, eu uso HBO MAX, Disney+, Globoplay, DirecTV GO, Netflix, Prime Video, Claro Video, Looke e muitos outros.

Imagem: Fábio Jordan/Canaltech

Além da enorme gama de programas facilmente acessíveis, o painel de controle da LG OLED 55 integra várias entradas, funções e recursos úteis como AirPlay. Neste tópico, aliás, vale comentar sobre a versatilidade do produto: temos aqui uma TV compatível com Alexa e Google Assistente. É possível usar apps e dar comandos pelo microfone no controle remoto.

Um diferencial interessante é a integração da LG OLED 55 CX no app casa do iPhone, através da compatibilidade com o Apple HomeKit, de modo que é possível ligar a TV com comandos para a Siri e usar funções automatizadas (e tudo isso funciona até mesmo em outros aparelhos, como o Apple Watch). Além disso, é fácil espelhar seu iPhone ou Android.

Compatível com Alexa, Google e Apple HomeKit, a LG OLED 55 CX entrega versatilidade para usar seu sistema cheio de apps e recursos avançados.

Falando em controle, há duas formas bem práticas de controlar esta televisão. A primeira é com o uso do controle Smart Magic, que tem sensor de movimento e permite acessar vários recursos com um cursor exibido na tela. Este é um controle remoto muito versátil, com todos os botões que você mais precisa, incluindo atalhos para apps como Netflix e Prime Video, mudança de entradas, função para controlar outros aparelhos e botão de configurações.

Imagem: Fábio Jordan/Canaltech

A segunda forma de controlar a LG OLED 55 é através do aplicativo LG ThinQ, que possibilita ligar a TV e ter acesso a praticamente todas as funções do controle físico (só falta os atalhos de streaming e controle de outros dispositivos). Este app da LG controla a TV e também outros aparelhos da fabricante, de modo que dá para controlar tudo no Android ou iOS.

Sobre desempenho, não há dúvidas de que temos aqui uma das melhores e mais rápidas TVs da atualidade. A linha de produtos OLED da LG é a sua top de linha, logo você pode esperar os melhores componentes de hardware. Isso se traduz na prática em um multitarefa muito veloz, não sendo necessário se preocupar com quais apps estão em segundo plano.

Vale mencionar a presença do processador AI α9, que usa algoritmos específicos de inteligência artificial para criar uma experiência aprimorada para quaisquer conteúdos. Assim, mesmo se você estiver desfrutando de um filme antigo (que tenha resolução 720p ou 1080p), o processador faz a mágica para garantir uma qualidade superior na conversão para 4K.

Sistema de Som

A LG OLED 55 CX conta com uma configuração de áudio potente! Trata-se de um sistema de 2.2 canais que entrega 40 watts de potência. Ela não é a mais potente do segmento, mas é surpreendente o trabalho que a fabricante fez neste sistema de som, pois muitas vezes não é preciso sequer ligar o home theater para ter uma boa experiência.

Com alto-falantes dedicados para reprodução de graves, esta TV entrega um som muito equilibrado, que é reforçado para todas as situações, então mesmo para ouvir músicas com potência exagerada, bem como para desfrutar de filmes de ação ou terror, o sistema de áudio deste modelo surpreende pela equalização e o volume na medida certa!

A LG OLED 55 CX tem um som poderoso que combina perfeitamente com a imagem de alta qualidade e, muitas vezes, até dispensa o uso do Home Theater

Através de recursos de inteligência artificial, embutidos nas tecnologias AI Sound e AI Acoustic Tuning, a LG OLED 55 CX consegue entender o ambiente, bem como identificar o conteúdo em reprodução e priorizar o reforço de potência em sons bem específicos, ou seja, se você reproduzir um filme com muitos diálogos, a TV vai entender que as falas são importantes e entregará clareza nas salas.

Parte da qualidade impressionante de áudio se deve à compatibilidade com as tecnologias Dolby Atmos e OLED Surround. A funcionalidade Dolby só está disponível em conteúdos projetados com este recurso, mas certamente impressiona. Já a função OLED Surround garante um som espacial muito refinado.

Concorrentes Diretos

A LG OLED 55 CX não é apenas uma televisão de alta qualidade. Ela é muito mais do que isso, já que faz parte do segmento premium, sendo uma das mais completas da atualidade. Assim, você deve esperar valores elevados. Na época da publicação deste review, os preços variavam de R$ 6.000 a R$ 7.000,00, mas alguns meses atrás ela chegou a custar R$ 5.300.

Se pensarmos em modelos com tecnologia OLED, a LG acaba sozinha nessa disputa, já que outras marcas que tinham produtos similares não oferecem mais TVs desse tipo. É o caso da Sony e Panasonic, que já tiveram presença neste segmento aqui no Brasil, mas que focaram em outras linhas (caso da Panasonic) ou abandonaram o país (caso da Sony).

No entanto, se avaliarmos a partir das demais características e do preço, há alguns modelos bem chamativos da Samsung. A primeira opção é a Samsung Neo QLED 55QN85A, que tem o mesmo tamanho do painel e usa tecnologia Mini LED para uma melhor qualidade de imagem (ainda que não seja do mesmo nível da OLED, é uma boa opção por não sofrer com Burn-in). O preço varia de R$ 6.800 a R$8.000.

Outras opções da Samsung são os modelos 55Q80A (sucessora da 55Q80T) e 55Q70A, ambas com tecnologia QLED, mas o modelo Q80A promete melhores ângulos de visão e um HDR mais brilhante. Já a Q70A tem painel VA, que entrega contraste melhores. A Samsung 55Q80A custa aproximadamente R$ 6.600, enquanto a Samsung 55Q70A é encontrada por até R$ 5.000,00. São opções mais acessíveis, mas com qualidade inferior à LG OLED 55 CX.

Já da parte da própria LG, uma opção sensata é a nova LG OLED 55 C1, que é sucessora da CX. A nova TV da marca tem melhorias para games, mas, de acordo com testes internacionais, ela pode ser um pouco menos brilhante. Caso você encontre este modelo com valor similar, pode ser melhor optar pela C1, que já tem a nova versão do WebOS.

Conclusão

A LG OLED 55 CX é uma das TVs mais completas que já testamos. Ela entrega a melhor qualidade de imagem que vimos nos últimos tempos, superando facilmente os resultados das concorrentes e garantindo uma experiência primorosa independente do tipo de filme, jogo, show ou desenho. Com um processador de alto desempenho, ela simplesmente transforma qualquer conteúdo em algo agradável aos olhos.

Além das vantagens nítidas na parte de imagem, esta TV OLED da LG fica ainda mais atraente com os recursos avançados para gamers, como as tecnologias NVIDIA GSYNC e AMD FreeSync. Ela entrega baixíssimo tempo de resposta, bem como permite desfrutar os jogos em alta performance com até 120 Hz em todas as portas HDMI.

Não menos importante, o conjunto da LG OLED 55 fica completo com o sistema de som robusto, que é quase inacreditável para uma TV tão fina. Some a todos esses pontos o sistema versátil, o controle cheio de funções, a variedade de apps, bem como a compatibilidade com Alexa, Google e Apple HomeKit, e você tem uma das TVs mais ousadas do momento.

Todo esse conjunto de vantagens implica no preço bem elevado, porém considerando os atuais produtos concorrentes, não temos dúvida de que a LG OLED 55 CX é a melhor escolha do segmento. Ainda que exista o risco de Burn-in, nós consideramos que este é um problema muito raro e quase totalmente resolvido pelas várias tecnologias da fabricante.

É claro, se você ainda tem receio deste tipo de situação, a melhor recomendação é optar por uma TV QLED ou NEO QLED, porém saiba que você não terá o conjunto mais completo de recursos, nem mesmo a melhor qualidade em imagem.

No entanto, com um mínimo de pontos negativos, nós consideramos a LG OLED 55 CX como uma das melhores opções de compra no segmento premium, até porque as TVs superiores da marca com painéis OLED (como os modelos GX e G1) têm preços mais salgados, então os modelos CX e C1 acabam sendo mais convenientes.

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