PicPay oferece troca de fotos, áudios e vídeos para reforçar lado social do app

PicPay oferece troca de fotos, áudios e vídeos para reforçar lado social do app

Por Márcio Padrão | Editado por Claudio Yuge | 29 de Setembro de 2021 às 19h40
Divulgação/Picpay

O aplicativo da fintech brasileira PicPay agora permite enviar fotos, vídeos e áudios via mensagem direta no chat. Pois é, assim como ocorre nas transferências via Pix, é possível bater papo entre uma transação e outra. Mas a diferença é que no Pix a função é um improviso do público, e no PicPay se tornou um recurso ativo em abril. Só em agosto, mais de 13,4 milhões de pagamentos renderam mensagens privadas no chat da empresa.

Esta, porém, não foi a primeira abordagem da fintech nas interações sociais. Desde 2016 há o feed para a pessoa postar atividades e interagir com os posts dos seus contatos. Além disso, desde 2013 o PicPay permite que pessoas paguem contatos incluindo uma mensagem. O novo recurso deve, assim, aumentar o engajamento com uma comunicação mais multimídia.

Segundo a empresa, clientes socialmente ativos no PicPay realizaram duas vezes mais transações do que os demais. Els também têm uma retenção maior, com 2,4 vezes mais chances de continuar usando o app, além de movimentarem 53% a mais que os "antissociais".

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Luiz Fernando Diniz, diretor de social da PicPay (Imagem: Romulo Carvalho/Divulgação PicPay)

Outros dados da empresa sobre o chat é que mais de 80% dos participantes falam sobre pagamentos, enquanto mais de 20% trocam informações sobre outros assuntos em geral.

"A maioria dos pagamentos tem uma conversa por trás, seja antes ou após a transação, para combinar o jantar ou avisar quanto ficou a divisão da conta para cada um. Por isso, estamos investindo em simplificar essa experiência e aproximá-la do que as pessoas já estão acostumadas", destaca Luiz Fernando Diniz, diretor de social da PicPay.

No comunicado à imprensa, o PicPay diz assegurar a privacidade do público no chat, ao seguir padrões de segurança ainda mais altos do que os de mensageiros convencionais como o WhatsApp e Telegram, uasndo tecnologias similares às usadas para proteger contas em instituições financeiras.

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