Vendas de celulares no 1º trimestre devem aumentar 50% em relação a 2020

Por Diego Sousa | Editado por Douglas Ciriaco | 03 de Março de 2021 às 16h30
Daniel Romero/Unsplash

Nesta terça-feira (2), um novo relatório divulgado pelo site Digitimes apontou que as vendas de celulares durante o primeiro trimestre de 2021 devem aumentar mais de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento deve estar relacionado à abertura do comércio agora que a vacinação contra a COVID-19 já começou nos principais mercados.

A previsão é de que sejam enviadas 340 milhões de smartphones durante os três primeiros meses deste ano. A Apple, que terminou 2020 como a maior fabricante de celulares do mundo, deve continuar a boa fase impulsionada pelas ótimas vendas dos modelos iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max. Espera-se que a Maçã feche o semestre (de outubro a março) com 150 milhões de iPhones vendidos, um crescimento de 38% quando comparado com o mesmo período de 2019/20.

(Imagem: Daniel Romero/Unsplash)

As marcas chinesas também devem ser peças-chave para os resultados positivos durante o primeiro trimestre. O relatório aponta que a Xiaomi fisgaria mais um pedaço de participação da Huawei no mercado mobile, com previsão de enviar 90 milhões de unidades em um período de seis meses (que termina no dia 31 de março), um aumento de mais de 80% em relação aos anos anteriores.

Quem não deve surpreender no período é a Samsung. Apesar do lançamento do Galaxy S21 no começo de janeiro, a companhia sul-coreana deve ver uma diminuição nas remessas, totalizando cerca de 120 milhões de aparelhos vendidos (65 milhões somente durante os três primeiros meses de 2021).

Celulares 5G devem dobrar em 2021

Como já era de se esperar, as vendas de celulares 5G devem crescer ainda mais em 2021. No ano passado, o segmento fechou com 280 milhões de unidades vendidas; para o ano vigente, a previsão de 600 milhões. Apple e Samsung devem continuar sendo as principais fabricantes, mas a Huawei pode perder ainda mais espaço para outras marcas chinesas, como Xiaomi, Oppo e Vivo.

Fonte: Digitimes  

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