Site coreano revela novos detalhes sobre o smartphone dobrável da Samsung
Por Rafael Rodrigues da Silva |

Novas informações surgiram nesta quarta-feira (5) sobre o novo smartphone dobrável da Samsung, dessa vez do ETNews, o maior site de tecnologia da Coreia do Sul.
De acordo com a publicação, o Galaxy F (nome veiculado na imprensa como o da nova linha de smartphones dobráveis da Samsung, mas ainda não oficializado pela marca) terá uma tela OLED de 7,3 polegadas, que se dobrará ao meio como se fosse um livro. Além disso, o aparelho também terá uma tela externa OLED de 4,6 polegadas, o que permitirá utilizar o dispositivo sem precisar abri-lo.
Ainda segundo o ETNEws, a Samsung chama internamente esses aparelhos de “projeto Winner”, e já preparou uma linha de produção com capacidade de fabricar até 120 mil aparelhos por mês. Apesar disso, a produção da Samsung Display (fábrica responsável especificamente pelas telas dobráveis) produzirá muito mais do que 120 mil telas por mês, não apenas para manter abastecidas as assistências como também porque a empresa fornecerá essa tela para fabricantes chinesas.
De acordo com DJ Koh, CEO da Samsung, os smartphones dobráveis da empresa deverão ser anunciados no evento que a companhia fará em novembro, na cidade de San Francisco. Ele ainda afirma que, apesar dos problemas comuns no desenvolvimento de qualquer nova tecnologia, o projeto já está praticamente pronto para ser lançado no mercado.
A nova linha de smarphones da Samsung será lançada num momento em que a empresa vem tentando recuperar o mercado: mesmo que ainda seja a maior vendedora de smartphones do mundo, a marca sofreu uma queda de 20% nas vendas em comparação com o primeiro semestre do ano passado, e tem visto seus modelos de ponta perderem cada vez mais mercado para os aparelhos da Apple e da Huawei.
Koh acredita que o smartphone dobrável pode ser justamente o que a empresa precisa para recuperar esse mercado, mas como a Samsung tem um histórico de lançar novos modelos de forma apressada e cheios de falhas, ainda é muito cedo para saber se esse novo smartphone "diferentão" será mesmo aquilo que a empresa precisa.
Fonte: BGR