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Mercado de celulares dobráveis pode quadruplicar até 2025

Por  • Editado por  Wallace Moté  | 

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Ivo Meneghel Jr/ Canaltech
Ivo Meneghel Jr/ Canaltech

O mercado de celulares dobráveis poderá crescer de forma significativa em um futuro próximo, de acordo com um novo relatório divulgado pelo International Data Corporation (IDC). Com uma previsão de aumento anual de 69,9% a cada ano até 2025, a quantidade de aparelhos comercializados pode chegar a até 27,9 milhões de unidades em 2025.

Esse valor ainda representa um aumento de 264,3% em comparação com o 1,9 milhão de dispositivos flexíveis comprados em 2020, quase quadruplicando o total de dispositivos vendidos. O IDC também afirmou que o valor de mercado desses celulares deverá chegar a 29 bilhões de dólares daqui a três anos, ou seja, algo em torno de 148 bilhões de reais em conversão direta.

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De acordo com os analistas do IDC, o aumento registrado no ano passado pode ser diretamente atribuído à Samsung, com o sucesso do Galaxy Z Flip 3 em diversos mercados:

O modelo foi um sucesso entre os consumidores por conta de suas dimensões compactas e formato que cabe no bolso quando dobrado, além de display secundário maior e preço na faixa dos 999 dólares.

O Galaxy Z Fold 3, modelo que ganha dimensões próximas aos tablets quando aberto, também foi citado pelos especialistas, mas ainda se apresenta como uma opção de nicho. No geral, os dispositivos dobráveis ainda ocupam uma fatia de mercado relativamente baixa — próxima aos 0,5% —, mas, mesmo assim, representam uma grande oportunidade para as marcas, já que é a maior novidade em design de smartphones dos últimos anos.

A previsão do IDC aponta que os celulares dobráveis poderão chegar a 1,8% do total de aparelhos vendidos em 2025, por meio da popularização dos dispositivos na comunidade empresarial, com o apelo de substituir o smartphone e o tablet ao mesmo tempo. Além disso, a possível diminuição dos preços cobrados deverá atrair novos consumidores a cada ano, especialmente com a entrada de novas marcas para apresentar uma concorrência mais robusta contra a Samsung.

Fonte: International Data Corporation