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4 celulares impressionantes que floparam em 2025

Por  • Editado por Léo Müller | 

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Erick Teixeira / Canaltech
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iPhone Air

O ano de 2025 prometia revoluções no mercado de smartphones, e realmente teve aparelhos incríveis, mas também entregou decepções. Fabricantes como Google e Apple vacilaram em especificações técnicas e posicionamento de mercado, resultando em aparelhos que, apesar do marketing agressivo, foram rejeitados pelo público e pela crítica especializada devido a escolhas questionáveis. 

As razões para aparelhos fracassarem são várias, e muitas vezes não estão ligadas à qualidade. Há situações em que a precificação do aparelho não é adequada para realidade, enquanto outras vezes consumidores criam expectativas, que não são alinhadas ao que as empresas entregam. Veja 4 celulares impressionantes que floparam em 2025.

1. iPhone Air

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A Apple apostou tudo na estética com o iPhone Air, para substituir o modelo "Plus", mas criou um aparelho confuso. Para atingir a espessura mínima recorde, a bateria foi sacrificada, entregando uma autonomia inaceitável para 2025.

O mercado rejeitou pagar um preço premium por um dispositivo com apenas uma câmera traseira e problemas de dissipação de calor, enquanto o modelo Pro oferecia o dobro de desempenho por uma diferença pequena de valor.

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2. Samsung Galaxy S25 Edge

A ideia de investir em um aparelho super fino custou caro à Samsung, assim como aconteceu com a Apple. Mesmo seu acabamento em titânio nas laterais, Gorilla Glass Victus 2 na traseira, Gorilla Glass Ceramic 2 na tela e um conjunto de câmeras competente não foram suficientes para animar consumidores.

A bateria com capacidade de 3.900 mAh prejudicou o aparelho que tem autonomia mais baixa que um Galaxy S25 base, e isso também ajudou a afastar usuários, assim como seu preço mais alto.

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O fracasso de vendas já poderia ser notado em maio, devido ao baixo número de interessados, que obrigou a Samsung até mesmo a modificar os bônus de pré-venda. Em outubro, as vendas continuaram baixas e a empresa foi obrigada e repensar sua estratégia para o futuro.

De fato, 2025 foi um ano complicado para os ultrafinos.

3. Google Pixel 10

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O Google confundiu os fãs com decisões de hardware questionáveis. O Pixel 10 trouxe um downgrade técnico real: os sensores das câmeras principal e ultrawide são fisicamente menores que os do Pixel 9, captando menos luz.

Além disso, o novo chip Tensor G5, embora mais estável termicamente, não tem força bruta para competir com o Snapdragon 8 Elite em jogos e no uso de apps pesados. Custando mais de US$ 700, ele perde em tela, bordas e desempenho para o Galaxy S25 base.

4. Huawei Mate XT Ultimate

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O Huawei Mate XT Ultimate é o triunfo da forma sobre a função. Embora tenha vendido cerca de 400 mil unidades na China (algo considerável pelo preço do aparelho), no uso diário ele se revelou um "pesadelo de vidro".

A tela tripla exposta é extremamente vulnerável a riscos de unha e impactos, com custos de reparo que superam o valor de um iPhone novo.

Lançado globalmente por mais de 3 mil euros e no Brasil pela bagatela de R$ 33 mil, o dispositivo assumiu o título de celular mais caro do Brasil. O preço astronômico e a fragilidade extrema impediram que ele se tornasse um sucesso comercial global sustentável.

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