"Fake news matam mais que vírus", diz Sociedade Brasileira de Imunizações

"Fake news matam mais que vírus", diz Sociedade Brasileira de Imunizações

Por Nathan Vieira | Editado por Luciana Zaramela | 14 de Junho de 2021 às 15h20
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Qual o potencial destrutivo das fake news, que tanto têm preocupado os especialistas? Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), ele se sobressai até mesmo ao potencial dos vírus e das bactérias.

"Fake news mata, e mata mais que vírus e bactérias. Se uma pessoa começa a divulgar que a vacina tem substâncias tóxicas, que tem um microchip que vai copiar ou rastrear você,  uma pessoa que minimamente não consegue se informar vai deixar de se imunizar e se expor a um risco que pode levá-la à morte", dissertou a Diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Segundo a SBIm, as fake news sobre as vacinas contra a COVID-19 precisam ser combatidas para que o maior número de pessoas tome a vacina. Além disso, a Diretora ressaltou que o impacto causado pela propagação de fake news pode até mesmo aumentar o número de mortes.

(Imagem: sergign/Envato)

A Diretora chegou a citar algumas das fake news, como a do microchip e da moeda que gruda no braço vacinado, e destacou a seriedade do assunto, considerando que tem pessoas que acreditam. "Temos que desmistificar, dizer 'não repassa que isso não é verdade'", instruiu.

"Com toda vacina pode acontecer reações adversas. As principais são dor no braço, vermelhidão, nada que impeçam as pessoas das atividades usuais. Outras menos comuns são dor de cabeça, dor no corpo, pode evoluir para calafrios e febre, mas vão cessar em duas horas. O benefício de se vacinar é infinitamente maior que o risco de uma reação adversa", concluiu a Diretora.

Fonte: CNN Brasil

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