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Estaria a Neuralink se preparando para implantar chips em humanos em 2022?

Por| Editado por Luciana Zaramela | 20 de Janeiro de 2022 às 19h30

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Inmicco/Envato
Inmicco/Envato

O co-fundador da Neuralink, Elon Musk, anuncia há anos que planeja implantar chips cerebrais em humanos. A primeira previsão era de que os testes clínicos começariam em 2020. Só que, agora, as possibilidades do estudo ser iniciada são altas para este ano. A empresa busca um profissional bastante qualificado para atuar como Diretor de Ensaios Clínicos.

Vale lembrar que a empresa do Vale do Silício já implantou, com sucesso, microchips de inteligência artificial nos cérebros de macacos e porcos. Agora, a próxima etapa é a instalação experimental dos chips do tamanho de uma moeda no cérebro humano.

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Em 2016, Musk anunciou que a tecnologia “permitirá que alguém com paralisia use um smartphone com a mente mais rápido do que alguém usando os polegares”. No entanto, este deve ser apenas o começo das possibilidades desse tipo de avanço, caso se demonstre seguro e eficaz.

Vaga aberta

Divulgada na plataforma de empregos Greenhouse Software, a vaga aberta da Neuralink não divulga o valor do salário do futuro contratado. Por outro lado, a empresa alega oferecer "uma oportunidade de mudar o mundo e trabalhar com alguns dos especialistas mais inteligentes e talentosos de diferentes áreas".

“Como Diretor de Ensaios Clínicos, você trabalhará em estreita colaboração com alguns dos médicos e engenheiros mais inovadores, além de atuar com os primeiros participantes de ensaios clínicos da Neuralink”, detalha o anúncio.

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Além disso, "você liderará e ajudará a construir a equipe responsável por viabilizar as atividades de pesquisa clínica da Neuralink e desenvolver as interações regulatórias que acompanham um ambiente acelerado e em constante evolução”, completa o texto.

Embora a vaga esteja aberta, até o momento, a Neuralink não obteve a aprovação da agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA) para iniciar os estudos clínicos dos chips cerebrais.

Fonte: The Guardian e Greenhouse Software