COVID depois da vacina: veja o que muda em relação aos sintomas

COVID depois da vacina: veja o que muda em relação aos sintomas

Por Natalie Rosa | Editado por Luciana Zaramela | 06 de Agosto de 2021 às 12h20
Foto: National Cancer Institute (Unsplash)

A vacinação não só ajuda a prevenir a infecção pelo coronavírus e reduzir as chances de internação por casos graves da doença, como também pode alterar os sintomas da COVID-19, caso a pessoa seja contaminada. Além disso, as mutações do vírus também ajudam a alterar a percepção da doença.

Em um novo estudo realizado no Reino Unido, pesquisadores mostram as semelhanças e diferenças dos sintomas mais comuns de contaminação entre pessoas que ainda não foram imunizadas contra a COVID-19 e quem já recebeu uma ou duas doses de alguma vacina. 

Imagem: Reprodução/Elements/twenty20photos

Segundo a pesquisa, quem ainda não se vacinou, caso seja infectado pelo coronavírus, pode ter como sintomas a dor de cabeça e na garganta, coriza, febre e tosse persistente. A perda do olfato, também conhecida como anosmia, deixou de ser comum e aparece apenas em 30º entre os sintomas mais relatados.

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Já aqueles que receberam apenas uma dose de algum imunizante podem ter dor de cabeça e garganta, espirros, coriza e tosse persistente. A tosse, no início da pandemia, não era um indicativo de infecção para a doença, e hoje está entre os cinco sintomas mais comuns. No caso dos vacinados completamente, ela fica para trás.

Entre aqueles que já foram imunizados com as duas doses de alguma vacina contra o SARS-CoV-2, os sintomas mais comuns de uma infecção podem ser dor de cabeça e garganta, espirros, coriza e a perda de olfato. Esses que receberam as duas doses, no entanto, têm os sintomas por um período mais curto, o que significa a redução das chances de desenvolver uma forma grave da doença.

Imagem: Reprodução/kjpargeter/Freepik

Essa alteração nos sintomas de quem não está vacinado, de acordo com o estudo, se deve às alterações sofridas pelo vírus ao longo dos meses, influenciada também pelos dados demográficos dos infectados. A pesquisa explica que a mudança também se deve ao fato de que aqueles que já estão vacinados têm sintomas mais leves, assim como pessoas mais jovens têm relatado sintomas diferentes e também menos severos.

Ainda assim, mesmo que uma pessoa já esteja vacinada com as duas doses, é preciso fazer um teste de COVID-19 caso ela perceba que está espirrando muito sem motivo, por exemplo, para evitar a propagação a quem tem mais chances de desenvolver uma forma grave da doença.

Você pode conferir o estudo completo neste link.

Fonte: IFL Science

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