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Anvisa recebe pedido de uso da vacina Covovax contra covid

Por| Editado por Luciana Zaramela | 29 de Abril de 2022 às 14h15

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WildMediaSK/envato
WildMediaSK/envato

A agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na quinta-feira (28), que analisa um novo pedido de registro para uma vacina contra a covid-19, a Covovax. O imunizante foi desenvolvido pelo Instituto Serum, localizado na Índia, e é representado pela Zalika Farmacêutica no Brasil.

A vacina Covovax utiliza a tecnologia de proteína recombinante. De acordo com a Anvisa, este é "o primeiro imunizante apresentado no Brasil que utiliza essa tecnologia". Inicialmente, deve ser analisada uma licença para o uso em pessoas com mais de 18 anos.

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Prazo para análise da Anvisa

Segundo a Anvisa, a solicitação de autorização de uso da vacina Covovax foi recebida na quarta-feira (27) e "já está em avaliação pelas áreas técnicas envolvidas". No total, o prazo de análise é de 60 dias, mas este tempo pode ser suspenso, caso uma documentação complementar seja solicitada.

No final de 2021, o imunizante obteve a aprovação de uso emergencial da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a licença, a vacina demanda a aplicação de duas doses e é estável em temperaturas de 2 ºC a 8 °C.

Como funciona a Covovax?

Na vacina Covovax, os pesquisadores utilizaram a tecnologia baseada em proteína recombinante. Imunizantes que adotam a estratégia também podem ser conhecidas como vacinas de subunidade recombinante. Esta é uma tecnologia já usada no mercado, como na produção de algumas vacinas contra a gripe (influenza).

Através da engenharia genética, os cientistas criam réplicas dos antígenos proteicos (inofensivos) que o vírus da covid usa para entrar nas células do corpo. Para ser mais específico, as réplicas simulam a proteína S (Spike), da membrana viral. Após a aplicação, estas proteínas induzem o organismo a produzir anticorpos contra estes fragmentos do coronavírus e, com isso, promove a imunidade.

Fonte: Anvisa e OPAS