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Review Asus ROG Ally | Console poderoso e muito versátil

Por| Editado por Léo Müller | 17 de Julho de 2023 às 17h26

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Review Asus ROG Ally | Console poderoso e muito versátil
Review Asus ROG Ally | Console poderoso e muito versátil

O Asus ROG Ally é um console portátil nos mesmos moldes do já famoso Steam Deck, da Valve. Um grande diferencial do dispositivo é que ele tem arquitetura x86, a mesma utilizada por computadores e notebooks que rodam sistemas como Windows e Linux. Eu testei o ROG Ally por alguns dias e conto tudo sobre este console portátil super moderno e versátil da ASUS.

O console já sai de fábrica com o Windows 11 pré-instalado. Para começar a se divertir com o aparelho, o usuário só precisa instalar suas plataformas de jogos e baixar seus títulos favoritos. A quantidade de jogos fica limitada ao armazenamento interno do dispositivo. Mas também é possível instalar games em cartões de memória microSD.

Ao contrário do Steam Deck, o ROG Ally estreou com o hardware mais recente disponível para consoles portáteis. Por isso, sua proposta é elevar o desempenho desse tipo de plataforma a patamares nunca antes alcançados.

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O dispositivo ainda não foi lançado no Brasil, mas deve ser disponibilizado por aqui em breve. A princípio, o aparelho possui duas versões. A que já foi lançada usa um chip AMD Ryzen Z1 Extreme. A versão mais barata do console, com chip AMD Ryzen Z1, será lançada no segundo semestre de 2023.

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Design, construção e conectividade

O ROG Ally tem chassi todo feito em plástico na parte externa. O dispositivo preza pela ergonomia, possuindo extremidades curvadas, que se adaptam melhor nas mãos do usuário. Os botões também foram posicionados de maneira a facilitar seu acesso. E a parte de trás possui textura em microtriângulos, para deixar a pegada mais firme.

O aparelho não possui partes emborrachadas, ao contrário de outros dispositivos semelhantes, geralmente encontrados no mercado chinês. A Asus optou por um design mais simples e limpo, mas que passa a sensação de boa durabilidade.

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Na parte frontal, temos a tela do aparelho e os principais botões de controle. Os dois alto-falantes ficam posicionados mais abaixo, um de cada lado da tela, próximos à borda inferior do equipamento. Há ainda dois microfones próximos ao topo da tela. Estes são os principais botões do ROG Ally:

  • Um botão direcional esquerdo;
  • Duas alavancas analógicas (com iluminação RGB ao redor);
  • Botões tradicionais (X, Y, A, B);
  • Quatro botões de interação para jogos e o sistema, sendo que um deles abre o Centro de Comando e o outro abre o Armoury Crate.

Na borda superior, temos os botões L1 e R1, os gatilhos L2 e R2, o botão power (com leitor biométrico integrado), os botões de volume, o slot para cartões de memória microSD, a saída de 3,5 mm para fones de ouvido e microfone, o conector ROG XG Mobile, o conector USB-C 3.2 (energia e vídeo), os LEDs de status de funcionamento e bateria e duas áreas para saídas de ar. Na parte de trás, ficam as entradas de ar e dois botões macro.

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A interface ROG XG Mobile permite que o usuário conecte uma placa de vídeo externa, também comercializada pela Asus. Esse componente tem o formato de uma dock, que se liga ao aparelho principal e possui portas extras para conexão com o monitor e outros dispositivos.

Como conexões sem fio, o ROG Ally é compatível com redes Wi-Fi 6E e conta com Bluetooth 5.2, que suporta dispositivos de áudio, acessórios e controladores extras (teclado, mouse, etc.).

Assim como outros dispositivos de mesmo porte, o ROG Ally pode deixar os braços cansados após longos períodos de uso. No meu caso, eu utilizei o aparelho com os braços apoiados na mesa, então não fiquei incomodado com o peso.

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O tamanho do console também pode causar desconforto para alguns usuários. Ele tenta oferecer o melhor equilíbrio entre ergonomia, conforto e leveza. Contudo, não tem como reduzir muito o tamanho de um equipamento com seu nível de desempenho, pois isso prejudicaria o sistema de refrigeração.

O fato é que o tamanho do dispositivo ainda não é adequado para todo tipo de pessoa. Qualquer um com mãos pequenas poderá ter um pouco de dificuldade para acessar alguns botões mais distantes, como os gatilhos. Nesse sentido, os botões macro podem ajudar, mas eles têm pressionamento mais duro que os demais botões.

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Tela

O ROG Ally tem tela de 7 polegadas com painel IPS-level, resolução Full HD e taxa de atualização de 120 Hz. O brilho máximo de 500 nits serve bem para a maioria das situações, principalmente quando estamos em ambientes internos.

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Essa tela é sensível ao toque, o que facilita a interação com o sistema, já que podemos usar o aparelho mais ou menos como se fosse um tablet. Adicionalmente, ela conta com o recurso Gorilla Glass DXC, que funciona como um tratamento antirreflexo, mesmo a tela sendo de vidro polido. Já a proteção Gorilla Glass Victus reduz a probabilidade de danos e riscos.

A tela do equipamento tem tempo de resposta de 7 milissegundos e é compatível com o recurso AMD FreeSync, que evita quebras de imagens, sincronizando os quadros gerados e a taxa de atualização. A gama de cores tem 100% de compatibilidade com o padrão sRGB.

De maneira geral, o ROG Ally tem tela de ótima qualidade, seja para jogos, filmes e séries. A resolução Full HD oferece ótima nitidez para a visualização de todo tipo de conteúdo, em especial vídeos.

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Configuração e desempenho

O ROG Ally é equipado com a APU Ryzen Z1 Extreme, da AMD, que é baseada na arquitetura Zen4 e fabricada sob a litografia de 4 nm. Esse chip oferece excelente desempenho geral, ao mesmo tempo em que possui eficiência energética de alto nível. O TDP configurável vai de 9 W a 30 W.

O processador tem 8 núcleos e 16 threads, além de 24 MB de cache total. O resto da configuração conta ainda com 16 GB de memória RAM LPDDR5 de 6400 MT/s (dual channel) e SSD de 512 GB NVMe padrão PCIe 4.0. A GPU integrada da APU é baseada na microarquitetura RDNA 3 e tem 12 unidades computacionais.

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Esse hardware topo de linha – para dispositivos do gênero – permite ao ROG Ally rodar jogos com excelente desempenho, principalmente se utilizarmos a resolução HD. Dessa maneira, podemos alcançar os 60 fps em títulos mais pesados e aproveitar os 120 Hz da tela para rodar games mais leves com 120 fps.

O console possui diferentes modos de operação, do mais silencioso, que também consome menos energia, ao mais potente, que libera mais poder de processamento. Sendo assim, o usuário consegue criar uma configuração específica para cada jogo e alternar entre os modos de operação, de acordo com a disponibilidade de carga na bateria.

Para fazer isso, basta ajustar as configurações gráficas do jogo com base no objetivo (mais qualidade ou maior autonomia). O modo de operação pode ser alterado pelo botão de acesso direto. Por padrão, o modo balanceado é utilizado, mas é altamente recomendado que o usuário opte por um modo mais econômico, caso esteja jogando algo mais leve. Vou explicar mais sobre isso mais adiante, no tópico sobre temperatura.

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No entanto, quando jogamos um game mais pesado e queremos mais qualidade gráfica, o modo de economia de energia não é suficiente. Já o modo Turbo pode ser utilizado sempre que o dispositivo estiver conectado na tomada e o usuário quiser mais qualidade gráfica ou taxas de quadros mais altas.

A experiência de jogar no ROG Ally é muito boa, e eu não senti diferença entre jogar nele e no PC (quando conectado na dock). Lembrando que, mesmo que seja uma APU para rodar jogos, estamos falando de um dispositivo com tela integrada de apenas 7 polegadas e com qualidade acima da média. Isso faz com que a experiência seja superior, quando comparamos o ROG Ally a um PC ou notebook gamer de entrada, e com monitor de baixa qualidade.

Benchmarks

Eu realizei alguns benchmarks para avaliar melhor o desempenho do ROG Ally.

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No PCMark 10, o console fez pontuações muito semelhantes à de um PC equipado com o processador AMD Ryzen 5900X e uma Radeon RX 5500XT. Somente no departamento de jogos é que o dispositivo portátil ficou para trás, por utilizar gráficos integrados.

O PC de testes fez 7.913 pontos no total, 10.449 pontos nos essenciais, 9.641 em produtividade, 9.845 pontos em criação de conteúdo e 10.684 pontos em jogos.

Já no CrystalDiskMark, o SSD ROG Ally mostrou que poderia ser mais rápido, considerando que o drive de armazenamento do console já é compatível com o PCIe 4.0. O SSD não é lento, mas as velocidades de escritas sequenciais e randômicas poderiam ter alcançado, ao menos, os 2.500 MB/s.

Fora isso, eu rodei The Crew 2 em Full HD, na qualidade média, e com a taxa de quadros fixada em 60 fps (máximo que o título permite). Enquanto eu jogava, o fps nunca ficou abaixo desse limite, o que significa que o pico devia estar bem acima disso. Já God of War em Full HD, e na qualidade gráfica padrão, ficou variando entre 40 e 60 fps, com poucas quedas abaixo disso.

Counter Strike: Global Offensive

No CS:GO, o ROG Ally roda com mais de 120 quadros, seja em resolução Full HD ou HD.

Shadow of the Tomb Raider

Eu também testei o ROG Ally no Shadow of the Tomb Raider com qualidade baixa, tanto em Full HD quanto em 720p.

Temperatura

Em questão de temperatura, eu pude verificar que os componentes do ROG Ally esquentam bastante. Em jogos mais pesados, a placa de vídeo pode passar facilmente dos 80 °C.

É muito complicado criar um sistema de refrigeração eficiente para dispositivos tão pequenos e que pretendem rodar os mesmo jogos que um PC desktop. A Asus criou um sistema que puxa o ar frio pela parte posterior do equipamento e solta o ar quente pela borda superior.

Durante meus testes, a tela do dispositivo ficou mais quente do que eu considero normal. Já as áreas de controle, por onde seguramos o console, não aqueceram.

Eu vi alguns relatos pela internet sobre usuários terem enfrentado problemas com cartões de memória microSD. Como o slot fica muito perto de uma das saídas de ar, os cartões teriam aquecido a ponto de causar falha durante a gravação de dados e sua posterior leitura.

Recentemente, saiu uma notícia de que a Asus liberou uma atualização para resolver esse problema, aumentando o limite de decibéis para que as ventoinhas girem mais rápido. Esse episódio é importante, pois muitos usuários poderão jogar títulos que foram instalados em cartões de memória. Se essa falha for comprovada, o recurso ficará comprometido.

Usabilidade

O ROG Ally sai de fábrica com o Windows 11 pré-instalado. O Armoury Crate, aplicativo proprietário da Asus, se encarrega de permitir o ajuste fino do sistema operacional e dos recursos adicionais, além de funcionar como biblioteca unificada de jogos e central de configurações de atalhos, comandos dos botões e iluminação RGB.

Fora isso, não há novidades na interface do dispositivo. O Windows 11 se comporta exatamente como em um PC ou notebook. A diferença é que, quando ligamos o aparelho, o Armoury Crate é carregado por padrão, e toma a tela exibindo a biblioteca de jogos. Mas dá para desabilitar a inicialização automática do app e executar os jogos pelos atalhos, seja no desktop ou menu Iniciar.

Eu achei interessante que o sistema é limpo, sem apps desnecessários que atrapalham a usabilidade ou consomem recursos de hardware. Mas também achei que a Asus poderia ter feito um trabalho de otimização junto à Microsoft, para oferecer um sistema “totalmente compatível” com o Windows, mas que fosse mais leve, enxuto e tivesse uma interface mais adequada ao tamanho da tela do ROG Ally.

A otimização de software está diretamente ligada ao desempenho e à eficiência energética do dispositivo. Mas, infelizmente, é muito comum vermos todo tipo de equipamento rodando o mesmo Windows 11 que foi feito para PC desktop e notebooks, mesmo que muitos de seus aplicativos ou recursos não façam sentido em um aparelho portátil. No mínimo, deveríamos ter uma opção de funcionamento mais básico do sistema.

Compatibilidade com jogos

Como o ROG Ally roda o Windows 11, ele pode rodar absolutamente qualquer jogo feito para o sistema operacional da Microsoft, incluindo os títulos da loja do SO.

Você poderá jogar todos os seus games de plataformas como Steam, GOG, Epic Games, Amazon Games, Ubisoft, EA, etc. Aliás, o dispositivo ainda oferece 3 meses de Xbox Game Pass Ultimate em mercados selecionados (incluindo o Brasil), e para usuários que nunca foram assinantes do serviço.

Além disso, quem curte emuladores e jogos do Android também poderão jogar seus títulos favoritos, desde que o emulador de console ou do Android seja compatível com o hardware do Rog Ally.

Sistema de som

O ROG Ally possui dois alto-falantes, para oferecer som estéreo. O sistema de som é compatível com o recurso Dolby Atmos e tem certificação Hi-Res. Não que isso seja realmente importante. Sabemos que a qualidade do som está diretamente ligada ao tamanho dos altos-falantes.

Sendo assim, não podemos esperar nada impactante vindo de um dispositivo portátil. No entanto, eu curti muito o áudio do console em jogos. Eu senti nitidamente um efeito de tridimensionalidade no som enquanto jogava, como se o aparelho tivesse mais de duas saídas sonoras.

E como o ROG Ally tem saída de som de 3,5 mm, o usuário ainda pode usar fones de ouvido ou caixas de som com fio, além de poder usar fones e caixas via Bluetooth. Para a comunicação, o console portátil tem dois microfones integrados, com cancelamento de ruído baseado em inteligência artificial.

Para tarefas do dia a dia, vídeos do YouTube, filmes e séries, a qualidade sonora é boa, com potência suficiente para a maioria das situações. Eu usei um sistema estéreo, o Edifier S360DB, pareado com o aparelho, e o som funcionou muito bem, com boa qualidade e sem interferências.

Bateria e carregamento

O ROG Ally tem bateria de 40 Wh, e seu carregador tem potência de 65 W. Segundo a Asus, o aparelho tem autonomia para até 2 horas de jogatina pesada. Não sei exatamente o que isso significa, mas suponho que a empresa esteja se referindo a jogos AAA mais recentes, como Street Fighter 6, F1 2023 e outros.

Durante meus testes, eu joguei The Crew 2 em Full HD, no médio. O jogo tem fps travado em no máximo 60 quadros. O brilho da tela ficou em 70% e o volume do som em 50%. Nessas condições, no modo de operação padrão, a bateria durou 1 hora e 47 minutos. No teste de carregamento, a bateria chegou aos 100% de carga em cerca de 1 hora e 40 minutos.

Como eu citei anteriormente, o ROG Ally possui diferentes modos de operação, que podem ser alternados por meio do Centro de Comando. Isso permite fazer ajustes mais precisos a fim de equilibrar melhor o desempenho do dispositivo com sua eficiência energética.

Mas de uma maneira geral, podemos dizer que sua autonomia de bateria não impressiona, o que é comum em dispositivos que rodam o Windows.

Ficha técnica do Asus ROG Ally

  • Processador: AMD Ryzen Z1 Extreme (ou Ryzen Z1);
  • Processador principal (CPU): arquitetura Zen4, 8 núcleos e 16 threads, 24 MB de cache total, frequência máxima de 5,1 GHz (boost);
  • Processador gráfico (iGPU): 12 unidades de computação de arquitetura RDNA3, frequência de máxima de 2,7 Ghz (até 8,6 TFlops FP32);
  • Tela: LCD IPS de 7 polegadas, resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), formato 16:9, taxa de atualização de 120 Hz, brilho de 500 nits, 100% sRGB, sensível ao toque e com Gorilla Glass DXC e Gorilla Glass Victus;
  • Memória RAM: 16 GB LPDDR5 6.400 MT/s em dual channel (integrada);
  • Armazenamento: SSD NVMe de 512 GB PCIe 4.0, compatível com cartões de memória microSD (UHS-II);
  • Áudio: estéreo (dois alto-falantes), Dolby Atmos, certificação Hi-Res, áudio multicanal via DisplayPort por USB-C e via Bluetooth, entrada P2 para fones de ouvido e microfone integrado com cancelamento de ruído via inteligência artificial;
  • Sistema operacional: Windows 11;
  • Bluetooth: 5.2 (compatível com controles, acessórios e áudio);
  • Wi-Fi: Wi-Fi 6E (802.11ax) e (Triple band) 2*2;
  • Bateria: 40 Wh;
  • Carregamento: fonte de alimentação de 65 W;
  • Autonomia: até 2 horas (em jogos AAA recentes);
  • Dimensões: 280 x 111 x 20 ~ 32 mm;
  • Peso: 608 gramas.

Concorrentes diretos

Ainda não temos concorrentes diretos para o ROG Ally vendidos oficialmente no Brasil. Mas há algumas opções de consoles portáteis que rodam o Windows 11 e que são vendidos no AliExpress.

Um deles é o OneXPlayer Mini Pro, um dispositivo equipado com uma APU AMD Ryzen 6800U (8 núcleos, 16 threads e gráficos integrados RDNA2), 16 GB de memória RAM LPDDR5, SSD de 512 GB NVMe, tela LCD IPS de 7 polegadas e resolução Full HD, som estéreo, bateria de 48 Wh e carregador de 65 W. Ele já vem com o Windows 11 e pesa cerca de 600 gramas.

O OneXPlayer Mini Pro é encontrado no AliExpress por cerca de R$ 4,6 mil (versão de 512 GB). O Asus ROG Ally foi lançado no Brasil por R$ 6.999, e pode ser encontrado em sites nacionais (via importação) a partir de R$ 6,7 mil. Caso opte pelo pagamento via Pix, no site oficial da Asus Brasil, o valor tem desconto de 10%, caindo para R$ 6.299,10.

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Vale a pena comprar o Asus ROG Ally?

O ROG Ally é um dos consoles portáteis mais versáteis do mercado. Por ser baseado na arquitetura x86 e rodar o Windows 11, o dispositivo pode executar qualquer jogo compatível com o sistema operacional da Microsoft.

Além disso, ele tem hardware de ponta, capaz de oferecer bom desempenho, e tela de boa qualidade, que é excelente para a visualização de jogos e filmes. No entanto, o console portátil utiliza os gráficos integrados da APU, o que pode não ser suficiente para rodar os games mais pesados da atualidade de maneira satisfatória, considerando a opinião dos usuários mais exigentes.

Como é um “dispositivo Windows” completo, ele também pode ser usado como um PC, mantendo a mesma compatibilidade com apps que um PC desktop ou notebook. Nesse caso, o usuário tem a possibilidade de utilizar a tela de 7 polegadas do console ou conectar um monitor por meio de uma dock.

Eu indico o ROG Ally para todo fã de consoles portáteis que quer ter ampla compatibilidade com jogos em um equipamento fabricado por uma marca renomada, como a Asus. O aparelho tem ótima construção e conta até mesmo com proteção contra riscos na tela.

Como eu citei, há opções de consoles portáteis fabricados na China que oferecem uma experiência de uso muito parecida com a do ROG Ally. Contudo, esses dispositivos não têm garantia nacional. E como são relativamente novos, não temos como comprovar a qualidade de sua construção a longo prazo.

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