Marca gamer da Positivo quer atingir públicos muito além dos fãs de jogos

Por Rui Maciel | 05 de Agosto de 2019 às 14h00
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Quando falamos em notebooks e PCs voltados para o público gamer, duas coisas nos vêm à mente: configuração poderosa para rodar os jogos mais pesados sem “suar” e um design, digamos, espalhafatoso, cheio de cores, luzes, layout futurista e grandes dimensões. Por isso – e muito também pelo alto preço desse tipo de equipamento – os modelos dessa categoria ficam restritos a um nicho restrito, que quer rodar seus jogos em máquinas de alto desempenho.

Mas a 2A.M., marca de equipamentos gamer da Positivo, quer ver seus produtos irem além da galera que curte um bom game. Para isso, ela apresentou um protótipo de notebook: o Challenger, que aposta em três elementos-chave para ir além do público gamer: alta performance, preço mais baixo e design mais sóbrio.

Configuração

O dispositivo, como dissemos anteriormente, ainda não está com suas configurações inteiramente definidas, mas já dá para ter uma boa noção do que ele trará: processador Intel de 9º geração (ainda que a empresa tenha acabado de lançar a 10º, conhecida como Ice Lake), 8GB (DDR4, de 2,66GHz) de memória RAM, tela Full HD IPS, armazenamento de 1 terabyte e placa de vídeo Nvidia GTX 1050. Bateria e padrão do teclado ainda não foram definidos.

Equilíbrio

A configuração que você leu acima é a top das tops de linha para um notebook gamer? Não. Mas esse nem é o objetivo deste novo modelo da 2A.M. Segundo Felipe Oliveira, gerente de produtos da marca, a empresa quer uma configuração equilibrada, que atinja tanto os fãs de jogos que querem alta performance para os games, quanto os profissionais de áreas que precisam rodar softwares pesados em suas máquinas, como designers e arquitetos.

“Essa configuração do E550 é a mais vendida no mercado brasileiro e adequada para atingir a parcela do público que queremos. E ela permite que a gente alie dois pontos fundamentais para expandir o público dos nossos equipamentos: performance e preço”, afirmou Oliveira. “Existe muita gente já comprando notebooks e desktops gamers para trabalho. Estudamos muito o perfil dos vários tipos de consumidores que são nosso público-alvo, o seu comportamento com esse tipo de máquina e o quanto ele está disposto a gastar. E todo esse estudo resultou no lançamento do Challenger E550, que alia essa configuração poderosa, sem gargalo de performance e com preços abaixo dos nossos concorrentes.

Challenger E550: parece um notebook gamer para você?  / Crédito: 2 A.M. - Divulgação

Design

Para atingir o público além dos gamers, a 2A.M. precisou pensar não apenas em configuração e preços, mas também o design. Afinal, levar um notebook com visual espalhafatoso e cheio de luzes para uma reunião de trabalho, principalmente em escritórios mais sisudos, pode causar certa estranheza.

“Tivemos de investir em um design mais sóbrio para o E550, para que ele possa ser usado em todos os ambientes, inclusive os corporativos”, explicou Oliveira. O layout do equipamento é mais minimalista, privilegiando cores sóbrias, principalmente o preto e linhas mais retas, sem grandes ousadias visuais. “Mesmo assim, procuramos não deixar de lado alguns elementos que agradam ao público gamer, como recursos de retro iluminação e certos comandos específicos no teclado”.

Preço

Em tempos de crise, o preço será um dos principais diferenciais do E550 se ele quiser se destacar no mercado. Atualmente, os valores dos notebooks da 2A.M têm valores sugeridos que variam entre RS$ 3.680 e R$ 5.690, mas com processadores Intel da 8º geração. Contudo, a ideia é que os novos modelos sejam mais baratos que os da concorrência.

“Teremos uma máquina competitiva a um preço justo, ainda que a divulgação de quanto ele custará só será feita em outubro, quando lançaremos os novos modelos”, garante Felipe. “A configuração do E550 atende a todos os requisitos tanto dos gamers, quanto de profissionais de diversas áreas, é equilibrada e bastante buscada pelo público de alta performance. E garantimos que os preços serão bons o suficiente para que a gente atraia uma parcela do público que não está disposto a gastar muito, mas que quer desempenho acima da média”.

Em outubro saberemos...

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