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Além do premium: Googlebooks terão opções baratas, garante executivo

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

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Divulgação/Google
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O Google revelou que a sua nova linha de notebooks, chamada de Googlebook, não ficará restrita apenas ao mercado premium. Embora a primeira leva de dispositivos, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026, seja focada exclusivamente no segmento mais caro para competir com MacBooks e notebooks Windows, versões mais acessíveis e baratas já estão no cronograma de longo prazo da empresa.

A confirmação veio através de John Maletis, vice-presidente e gerente geral de ChromeOS na Google, em entrevista ao Chrome Unboxed. Segundo o executivo, a filosofia central da empresa sempre foi democratizar o acesso à tecnologia e à produtividade, independentemente do poder de compra do usuário. "Com o tempo, nós vamos reduzir os preços, mas estes primeiros dispositivos são super-premium", afirmou Maletis.

Googlebook é diferente do Chromebook

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Anunciados no início do mês, os Googlebooks representam uma mudança importante na estratégia de hardware da gigante das buscas. Diferente dos Chromebooks tradicionais, que rodam o ChromeOS e são focados em tarefas baseadas na web, os novos aparelhos serão baseados no sistema Android em uma versão para desktop, trazendo forte integração com recursos avançados de inteligência artificial com o plataforma Gemini.

Para a estreia no mercado, o Google impôs requisitos de hardware rígidos aos fabricantes parceiros (como Acer, ASUS, Dell, HP e Lenovo), exigindo chips de alto desempenho da Intel e Qualcomm, além de Unidades de Processamento Neural (NPUs) competentes.

O plano de expandir os Googlebooks para categorias intermediárias e de baixo custo pode ditar o futuro dos Chromebooks. Atualmente consolidados no setor educacional e econômica devido ao preço baixo, os notebooks com ChromeOS podem ser gradualmente substituídos pela nova linha à medida que chips com foco em IA se tornem mais baratos para produção em massa.

E, claro, não dá para deixar de dizer que a Microsoft mira fortemente em buscar uma fatia de mercado que o Apple MacBook Neo tem ocupado, sendo um produto de entrada da Maçã.

Fonte: Chrome Unboxed