Apple nega fechamento da loja de música do iTunes em 2019

Por Redação | 13 de Dezembro de 2017 às 19h08
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Quando se fala em consumo de música hoje, a primeira associação é com streaming. Os aplicativos de distribuição de música, como Spotify, Apple Music e Deezer, dominam as preferências dos usuários. Se há poucos anos o hábito de ouvir música passava por fazer o download de um arquivo, legal ou ilegal, armazenar no computador, passar para um iPod ou celular, agora, dispensa a necessidade de baixar MP3.

E isso revolucionou a indústria fonográfica, que só experimentava queda de receita. As vendas de CDs caíram, enquanto os downloads legais não conseguiam recuperar perda. Nem mesmo o ressurgimento do vinil ajudou a melhorar as contas.

Hoje, o streaming não rende tanto quanto um download, mas essa relação não está preocupando a indústria. Pelo contrário, as gravadoras estão em constante negociação para melhorar os acordos comerciais com o Spotify e a Apple Music, por exemplo.

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Mas isso não acontece com a loja musical do iTunes, mesmo com a chegada de lançamentos. A publicação Digital Music News afirma que a Apple pretende fechar a loja em 2019, informação que a empresa nega. Mas relatórios de inteligência da Maçã indicam que essa decisão está em estudo. Só que por enquanto isso não é uma possibilidade.

Crescimento sólido

Só para se ter ideia dos valores de cada receita gerada pela venda de música, em 2016, o streaming cresceu 68,5% — de US$ 2,33 bilhões para US$ 3,93 bilhões — na comparação com 2015. A receita gerada por downloads e vendas de CDs e vinis, somadas, não chegam ao valor do streaming: US$ 3,51 bilhões, segundo dados da RIAA, a associação da indústria musical dos Estados Unidos.

Há outro fator que pode acelerar o fim da loja da Apple. Engenheiros de software da empresa reconhecem que o iTunes se tornou uma interface bagunçada e que precisa de melhorias.

Somando essa experiência ruim para o usuário à concorrência com outras plataformas de streaming, tudo indica para o fim da loja. Mesmo assim, a Apple continua a dizer somente "não".

Fonte: Pocket Now

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