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Usuários Microsoft poderão verificar empresa com credencial no LinkedIn

Por  • Editado por  Claudio Yuge  | 

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Reprodução/Freepik
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Documentos de identificação são fundamentais na vida "fora das telas" para provar a identidade de um indivíduo ou confirmar algum vínculo, seja com uma empresa ou com uma organização. No ambiente digital, até então, não havia uma tecnologia equivalente.

O LinkedIn, por sua vez, acaba de anunciar que milhões de membros da plataforma poderão verificar seu local de trabalho com uma credencial de ID Verificada do Microsoft Entra. Considerando que 61% dos golpes no mundo envolvem comprometimento de credenciais, conforme dados da Microsoft, a medida concede uma nova camada de segurança para os usuários.

A ID Verificada é considerada uma maneira fácil de assegurar digitalmente aspectos da identidade de uma pessoa em um ambiente digital, como educação, habilidades e afiliação no local de trabalho. A ferramenta foi construída em padrões abertos para identidade descentralizada, operando em um modelo que envolve três partes: um emissor, um detentor e um verificador.

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Como a ID Verificada funciona?

O emissor é a empresa ou organização que atuará assinando criptograficamente uma credencial digital que emitirá um ID único para o colaborador. O titular do documento digital pode escolher compartilhar essa credencial com plataformas, como o LinkedIn, que será o verificador. A plataforma pode autenticar criptograficamente que a ID do colaborador é genuína e, assim, oferecer um selo de verificação.

Como verificar a minha empresa no LinkedIn?

No perfil do LinkedIn, o usuário terá a opção de verificar a sua empresa. Para isso, a organização deve gerar uma ID digital através da ID Verificada, que será compartilhada pelo usuário com a rede social. Uma vez que a credencial for confirmada, o usuário receberá uma verificação no workplace.

O novo recurso ainda está em fase de teste, contando com a coleta de feedback de mais de 70 organizações, incluindo a própria Microsoft, a Accenture e Avanade. A previsão é que o recurso seja liberado para o público geral até o final do mês de abril. Os interessados em testar a ferramenta, podem se inscrever através de um formulário da Microsoft Entra.

Fonte: Microsoft