Samsung analisa opções de minimizar impacto ambiental de recall do Note 7

Por Redação | 04 de Novembro de 2016 às 11h28
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Depois de a Samsung anunciar a decisão de descontinuar a linha de smartphones Galaxy Note 7, devido ao risco de explosão da bateria, a fabricante agora enfrenta o dilema de encontrar as melhores opções para limitar o potente impacto ambiental com o descarte dos 4,3 milhões de dispositivos que não serão mais utilizados.

No início da semana, o Greenpeace divulgou comunicado exigindo que a fabricante sul-coreana encontre um modo de reutilizar materiais raros, como cobalto, ouro, paládio e tungstênio dos aparelhos recolhidos do mercado. Segundo a ONG, se os telefones acabam em um aterro ou são queimados, eles vão liberar produtos químicos tóxicos no ar.

Em resposta, mas sem referir-se diretamente ao Greenpeace, a Samsung declarou em um comunicado: "Reconhecemos as preocupações em torno da descontinuação do Galaxy Note 7 e atualmente estamos revisando as possíveis opções que possam minimizar o impacto ambiental do recall, em total conformidade com os regulamentos ambientais locais relevantes". A companhia, no entanto, se recusou a comentar o que planeja fazer com os aparelhos recolhidos.

Em outubro, a empresa decretou o fim definitivo do Galaxy Note 7, depois de vários relatos de unidades "seguras" estarem apresentando problemas de superaquecimento e pegando fogo. Porém, a descontinuação do aparelho não será nada fácil para a Samsung, visto que terá de arcar não só com a receita que deixará de receber pelos aparelhos não estarem vendendo como também os custos envolvidos no recall de todas as unidades do phablet. A previsão da fabricante é que o recall lhe cause um rombo de US$ 5 bilhões.

Fonte: Mashable

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