Os 10 melhores RPGs lançados para o PlayStation 3

Por Rafael Arbulu | 03 de Abril de 2020 às 11h38
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Ficha técnica

O PlayStation 3 foi lançado com muita fanfarra em 2006, além de uma missão nada amigável: fazer melhor do que o predecessor, tido pelo Guinness Book como o console mais bem-sucedido da história.

Nesse ínterim, o gênero dos jogos de RPG se viu diante de um problema: as mecânicas de progressão estavam altamente vencidas, sem inovação e pecando em um tradicionalismo que não mais cabia na então nova geração. Assim sendo, o PlayStation 3 foi para os jogos de RPG um vetor de experimentação, com elementos de outros pilares de jogos caindo nas graças dos fãs do gênero.

Confira a seguir a lista dos 10 melhores RPGs lançados para o PlayStation 3 que o Canaltech preparou para você.

10. Star Ocean: The Last Hope

Para todo e qualquer efeito, é praticamente impossível encontrar algum fã de Star Ocean que não tenha gostado muito deste quarto jogo da franquia. É de longe uma das experiências mais fiéis à essência da saga espacial dos RPGs japoneses, ao passo que introduz, de leve, alguns novos elementos de gameplay que resultaram em uma experiência distinta.

Você assume o papel de Edge Maverick, um membro da Força de Reconhecimento Espacial (SRF), que busca descobrir planetas habitáveis para a humanidade após esta quase se destruir — e levar a Terra junto — durante a Terceira Guerra Mundial. O jogo se ambienta alguns séculos antes dos eventos do primeiro jogo, trazendo uma narrativa que envolve exploração espacial, viagem no tempo e exploração de recursos, não muito diferente da série Star Trek — aqui, uma óbvia inspiração.

No que tange ao gameplay, Star Ocean: The Last Hope seguiu com sua mecânica tradicional de batalhas em tempo real, com o cenário podendo ser percorrido e inimigos encarados “na unha”, mas introduzindo a mecânica chamada de “Blindside”, gerenciada pelo posicionamento do seu personagem em relação ao inimigo, o que pode causar mais ou menos dano. Isso, aliado à inteligência artificial realmente aprimorada dos inimigos e companheiros, adicionou camadas densas de estratégia à experiência, fazendo deste um dos destaques do console mesmo com o seu lançamento tardio.

9. Final Fantasy XIII-2

A chegada de Final Fantasy XIII ao PlayStation 3 foi um tanto conturbada. Anunciado durante a primeira apresentação como um dos títulos de lançamento do console, o jogo acabou passando por adiamentos e retrabalhos, fazendo com que ele chegasse ao mercado apenas em 2010, quatro anos depois do lançamento do aparelho. E rapaz, apesar das ótimas ideias, excelente narrativa e uma emocionante trilha sonora pela voz da cantora britânica Leona Lewis, como o jogo decepcionou... A linearidade foi o ponto de maior impacto negativo aos fãs da série. A Square Enix tinha que fazer algo.

E fez! Pela primeira vez na história da franquia, a publisher japonesa se permitiu criar duas sequências diretas ao jogo, elaborando uma trilogia que não só consertou os problemas, mas aprimorou o que funcionava, tornando tudo uma experiência coesa e quase perfeita. O maior destaque fica para o segundo jogo — Final Fantasy XIII-2 —, que introduziu dois novos protagonistas, um arco narrativo cheio de viagens no tempo que apela bastante ao emocional e às relações de amizade que acabam se ruindo por estarem em lados opostos de um conflito e um vilão que, embora não fosse nenhum Kefka ou Sephiroth (sempre eles), ainda era facilmente relacionável, apesar das críticas ao seu design: Caius Ballad.

Na jogabilidade, Final Fantasy XIII-2 preferiu se concentrar nos pontos fortes do seu predecessor, apostando no combate em tempo real com vários perfis de combate (uma referência ao sistema de Jobs de jogos antigos, mas bem menos denso), além de poder revisitar certas lutas, bem como descobrir novos confrontos ao visitar regiões variadas em diversas linhas temporais para destravar novos segredos. Ah, e um recurso que permitia recrutar e evoluir monstros outrora inimigos para lutar ao seu lado, abrindo espaço para golpes conjuntos visualmente deslumbrantes.

8. Child of Light

Child of Light é simplesmente maravilhoso! Uma produção dos estúdios da Ubisoft em Montreal, o jogo traz um equilíbrio quase perfeito que apela a todos os fãs de RPG: traz uma estética simples em essência, mas bonita para ser bem admirada, ao mesmo tempo em que a sua jogabilidade é, em partes iguais, simples de se compreender para o público casual e desafiadora o suficiente para o gamer hardcore.

Você assume o papel da Princesa Aurora, membro da realeza da cidade de Lemuria que, aparentemente, morreu em seu sono. Claro que não é bem por aí que o enredo percorre, mas detalhar demais seria oferecer gigantes spoilers a você, e não funcionamos assim. O que segue é um jogo que apela com força para a exploração comum a títulos de plataforma, enquanto insere um combate diferente de outros jogos baseados em lutas por turno: você a todo tempo estará fazendo alguma coisa — atacando oponentes ao mesmo tempo em que pensa em magias para se curar e desenvolver estratégias que antecipem os movimentos inimigos. Lutas inicialmente fáceis rapidamente se tornam enigmas complexos e não é incomum você se ver tentando várias abordagens distintas — uma mais empolgante que a outra.

O jogo ainda tem uma progressão indiretamente guiada pela trilha sonora, composta de forma a dar um certo ritmo à partida: durante dois terços do título, a música vai de um lento início a uma reprodução mais animada, colocando o jogador em uma imersão bem upbeat, mas sem prepará-lo para o estouro da última parte, que entra em paralelo a revelações enormes de enredo, deixando você imerso na tela, vendo os eventos se desenrolarem em uma experiência tríplice: visual, mecânica e sonora.

7. Ni no Kuni: Wrath of the White Witch

Ni no Kuni é o tipo de jogo que se baseia em dois pilares: exploração e combate, tirando pontos fortes de outros jogos consagrados para criar uma experiência propriamente sua. Aqui é difícil determinar um ponto específico de destaque, haja vista que, embora não traga nada que fãs do gênero já não conheçam, ele reúne tudo em um só lugar, fazendo isso com maestria ímpar.

A premissa é meio bagunçada: você assume o papel de Oliver, um jovem que quase morre afogado após algumas interações com seus amigos em Motor City, apenas para ser salvo pela própria mãe, Allie. Ela, no entanto morre por problemas cardíacos logo após lhe salvar, fazendo com que suas lágrimas despertem uma fada chamada Drippy, que vive em seu boneco. Essa fada explica que Oliver, na verdade, veio de outro mundo, onde um mago poderoso tomou o controle. Além disso, entre os dois mundos há pessoas que são almas gêmeas, e que a mãe de Oliver no outro mundo pode muito bem ser uma grande maga chamada Alicia, prisioneira do vilão. O que se segue aqui é uma jornada para libertar a feiticeira do bem e, com sorte, ressuscitar a sua mãe.

O interessante de Ni No Kuni é que ele escolhe percorrer o “caminho do meio”: o combate não é em tempo real, mas também não é em turnos parados. Ao invés disso, a progressão traz um sistema híbrido em que você traceja suas estratégias, mas sem ter descanso dos oponentes. Isso faz com que, em certas ocasiões, as batalhas tomem um rumo inesperado e você precisará ter a cabeça fria para se adaptar sem cair em desespero.

6. Dragon Age: Origins

Ah, sim. O jogo que começou tudo, oriundo de uma época onde a Bioware ainda sabia construir um jogo denso e cheio de momentos de puro climax. Dragon Age: Origins é o ponto de partida da franquia que, hoje, mesmo dotada de bons exemplos, parece ter se perdido em seu próprio sucesso. Você assume o papel de um herói customizado, membro de uma série de opções de raça (humano, elfo, anão) e especialista em uma função (arqueiro/ladrão, guerreiro/bárbaro, mago/bruxo) e deve percorrer os vales, florestas e ruínas de Ferelden em busca de aliados para deter a ameaça dos Darkspawn, seres das profundezas que vêm a comando de um demônio superior para a superfície no intuito de arrasar com tudo por onde passam.

A melhor definição para Dragon Age: Origins seria, de longe, o termo old school. É um jogo feito especificamente para fãs mais velhos do RPG de ação, com foco extremo na exploração, recrutamento de personagens, missões auxiliares e desenvolvimento de habilidades. O combate em tempo real é denso (cortesia de muitas, mas muitas estratégias de ataque e defesa e um volume generoso de skills a serem obtidas com experiência) e só é eclipsado por uma história continuada de traição política, valores morais e tramas que envolvem reis, generais, dragões e demônios — e, no meio de tudo isso, você, um recém-empossado “Guardião Cinzento”, predestinado a lutar sem assumir lados e em causa própria e exclusiva: o fim dos Darkspawn.

De longe, o ponto de maior interesse em Dragon Age: Origins é o seu enredo, tão grandioso que não coube em um só jogo e todas as sequências (até mesmo o ainda não detalhado Rise of the Dread Wolf) derivam dos eventos apresentados aqui. As árvores de diálogos seguem o "padrão Bioware" de trazer várias opções que determinam a sua personalidade, a forma como os companheiros reagem a você e o nível de amizade e confiança que o grupo acaba tendo — ou não — em sua liderança. Se ao menos a Bioware se lembrasse como fazer tudo isso de novo…

5. Valkyria Chronicles

A maioria dos RPGs normalmente segue preceitos medievais ou, ao menos, que envolvam brigas de espadinhas. Poucos são os que se prezam a retratar de forma realista uma guerra pós-moderna, com tanques, munição de fogo e estratégias de exército em escala global como Valkyria Chronicles, um dos títulos mais criativos que a SEGA poderia conceber para o PlayStation 3.

Ambientado em uma versão alternativa da Europa na década de 1930, você comanda o exército do Principado de Galia, uma nação neutra na guerra entre duas nações superpoderosas que lutam por um recurso mineral conhecido como Ragnite. Por causa do avanço das tropas dos países em lutam, você, no papel de Welkin Gunther, um jovem de 19 anos que é filho de um herói militar, acaba arrastado para a guerra ao “herdar” o comando do Esquadrão 7 na posição de comandante do tanque Edelweiss.

O jogo é um claro — e raro — exemplo onde a escolha artística e a mecânica de jogo são perfeitamente casadas, apresentando um visual que mostra o estilo do anime, mas como se estivesse pintado em tinta aquarelada, tornando os gráficos únicos e agradáveis aos olhos. Na jogabilidade, Valkyria Chronicles combina elementos consagrados do RPG comum (melhoramento de soldados pela experiência em combate), estratégia (posicionamento de tropas e armadilhas, direcionamento de campanhas, quais especialistas levar a campo) e tiro em terceira pessoa (para a batalha de fato). Você determina comandos e, durante o turno do soldado comandado, espera a execução da ordem, levando em consideração fatores como ambiente desértico (cuja poeira atrapalha a pontaria de seus franco-atiradores) ou solo granulado ou em pedras, o que permite o tráfego apenas via tanque.

4. Dark Souls II

A série Souls iniciada com Demon’s Souls elevou o padrão de dificuldade nos jogos que contam com mecanismos de RPG. Mas foi em Dark Souls II —dois lançamentos depois — que vimos essa mecânica realmente brilhar graças a uma metodologia que encorajava você a fazer uma aposta: o jogo trazia capacidades extensas de exploração não-linear, mas fazendo jus à fama da série, você poderia dar de cara com monstros muito além do seu nível atual, e a cada morte sofrida, sua vida máxima perdia alguns pontos valiosos.

E essa premissa permeia todo o jogo. Você pode, em certos momentos, escolher abrir mão de seu escudo para acender uma tocha, por exemplo: alguns inimigos temem a luz e fugirão de você, caso esteja portando uma fonte dela. Outros não vão nem ligar, atacando mesmo assim e, nessas horas, depender do seu escudo abandonado viria bem a calhar.

O mundo de Dark Souls II também é algo muito bonito de se observar, com pontos de exploração que vão desde ruínas subterrâneas, passando por densas florestas e indo até um mar de paisagens desérticas e chão arenoso — todos com uma variedade incrível (e bem poderosa) de monstros para você destruir. É uma das franquias mais famosas dos games e um ponto alto sobre como a From Software consegue aliar a criatividade à alta dificuldade.

3. Diablo 3: Reaper of Souls

Combinando as agruras do jogo principal mais a expansão Reaper of Souls, a versão para PlayStation 3 de Diablo 3 é a mais indicada tanto para quem quer ingressar ao universo do jogo da Blizzard pela primeira vez como para quem já é um jogador veterano, mas busca uma experiência diferenciada daquela trazida no PC.

Um dos motivos disso é que a produtora adicionou o modo Adventure, destinado a uma experiência de um jogador que quer apenas brincar com um RPG cheio de nuances e densa história. Por outro lado, no aspecto social é que Diablo 3 se manifesta de verdade: ser morto por inimigos específicos aciona o chamado “sistema Nemesis”, onde o monstro que lhe derrubou pula para a campanha de outro jogador, apresentando-se como um desafio mais forte e que traz recompensas maiores quando é derrotado. O compartilhamento de riquezas também é oferecido aqui, mostrando-se ao passar para um amigo parte do seu loot encontrado (mas mantendo sempre você como prioridade).

Na jogabilidade, o modo Aprendiz assegura que jogadores de vários níveis possam participar da mesma partida em modo cooperativo, sem um desequilíbrio gritante de níveis de poder, além de viabilizar a progressão por mapas bastante extensos, com quests opcionais locais a serem descobertas enquanto você navega, e um enredo bastante detalhado que basicamente se resume a uma entidade demoníaca prestes a reencarnar, sendo o seu papel impedir que ela traga consigo o fim dos tempos.

2. Dragon's Dogma

Quando a Capcom anunciou Dragon’s Dogma, muitos ficaram bem céticos, duvidando da capacidade deste RPG que chegou bem modesto, mas que obteve tanto sucesso que fãs hoje até pedem um remake ou uma continuação direta. Você encarna no papel de Arisen, um herói personalizado por você para que parta em uma jornada cujo objetivo é matar o dragão Grigori, tido pela população de Gransys como o arauto do fim do mundo. Você e o dragão, aliás, compartilham de uma conexão sobrenatural, cortesia de um ataque da fera ao seu vilarejo, no qual o dragão lhe derrubou facilmente e roubou metade do seu coração.

Romantismos à parte, Dragon’s Dogma é um RPG extremamente grande. E incrivelmente interconectado em várias campanhas. Explicando, a despeito de um spoiler bem leve: o último chefão que você enfrentar sempre será o personagem que você construiu na sua aventura anterior. A narrativa deixa um pouco a desejar por apelar para muitos clichês, e o seu personagem, exceto pelo visual que você determina, não traz empatia, já que não fala, mas quando você se dá conta de todos os detalhes e reviravoltas da trama, percebe o motivo das coisas progredirem desse jeito e “Uau” é a única reação possível.

Há, também, uma ampla variedade de oponentes e muitas missões auxiliares, além de um sistema de recrutamento de companheiros bastante aprofundado. Seu grupo é constituído de quatro membros — ou Pawns —de diversas classes. Um destes membros também será criado e personalizado por você, enquanto os outros dois são guerreiros desenvolvidos por outros jogadores, mostrando aqui o aspecto online do jogo. O jogo foi relançado com a expansão Dark Arisen alguns anos depois, adicionando muitas outras horas de gameplay, um novo mapa e uma nova dungeon para ser explorada, além de novos inimigos e chefões e uma narrativa paralela que consegue impressionar tanto quanto a aventura principal.

Menção honrosa: White Knight Chronicles

Um daqueles jogos que não são devidamente apreciados quando estão no mercado, mas ganham um status de cult anos após seu lançamento, White Knight Chronicles é provavelmente o título de maior polarização dessa lista, sendo amado ou detestado pelo mesmo motivo: seu sistema de combate.

Estamos falando de um sistema majoritariamente estratégico e não tão focado na ação em si. A luta, tecnicamente, já começa no menu, já que antes de cada encontro você é direcionado a uma série de comandos que deverá escolher (sete por personagem, sendo três personagens por grupo) para utilizar na batalha. A ideia aqui é muito mais tentar antecipar o comportamento inimigo ao escolher, na sorte, os comandos que mais lhe darão vantagem, ou arriscar uma luta mais difícil e vencida “no braço” em caso de erro.

Isso deixou muita gente feliz, por ser algo notoriamente estratégico, ainda mais quando estamos falando de um jogo desenvolvido pelos estúdios Level 5 (a mesma empresa por trás de Dragon Quest VIII e Dark Cloud, entre outros). Para quem faz o tipo de jogador “estrategista”, é um prato cheio. Infelizmente, a execução da ação e falta de flexibilidade dos combates em si fizeram também com que muitos torcessem o nariz, chamando o game de “decepção”.

1. The Elder Scrolls V: Skyrim

E aqui temos a quintessência de um RPG moderno: dando continuidade à longeva franquia da Bethesda, The Elder Scrolls V: Skyrim segue a mitologia do universo dos daedras desenvolvido por toda a série, desta vez posicionando-se sobre o país titular — uma nação de apresentação e costumes nórdicos em meio a uma guerra civil.

Nesse pano de fundo, você controla o Dragonborn, uma espécie de guerreiro profetizado pelos antigos que detém a capacidade de conversar no idioma dos dragões. Sua aparição vem em conjunto com o retorno de Alduin, o maior dos lagartos dracônicos e conhecido como “O Devorador de Mundos”. Enquanto tenta compreender mais sobre os seus próprios poderes, é seu dever embarcar em uma jornada para a destruição do monstro, no intuito de salvar Skyrim de um fim praticamente certo. A narrativa é totalmente sustentada pela saga do retorno dos dragões, bem como os seus poderes de "gritar" na língua deles, o que lhe confere poderes especiais de capacidade titânica. O interessante é que Skyrim já vinha com um histórico de guerras próprio e agora, com a chegada dos dragões e do Dragonborn, personagens-chave, de reis a camponeses, param todas as suas ações para se certificarem do que tudo isso muda no cenário deles. Prepare-se para dilemas morais e decisões irreversíveis, muita intriga política e um envolvimento bastante direto na condução de todos os reinos das cidades da nação nórdica, além de customizar seu guerreiro e forjar equipamentos, armaduras e aprender magias para contar com recursos de defesa e ataque em sua longa jornada.

O maior charme de The Elder Scrolls V: Skyrim é a sua massiva amplitude, ainda hoje sem muita comparação salvo por um ou outro título. O jogo não se preocupa muito em guiar você por um roteiro específico. Você já sabe qual é a sua missão, então realize-a quando lhe for mais conveniente. Enquanto isso, veja esse país enorme que você pode explorar, conhecer muita gente, conversar com todo mundo em diálogos totalmente dublados e animados e obter milhares (sim, eu disse “milhares”) de quests adicionais a fim de aprimorar seu guerreiro, que pode ser um arqueiro, ladrão, assassino, bárbaro, cavaleiro de espada e escudo, mago, feiticeiro da magia negra… Enfim, há toda uma sorte de possibilidades que, sinceramente, três meros parágrafos não vão fazer justiça. A recomendação? Aproveite que os consoles atuais contam com uma versão remasterizada já com os DLCs extras, e curta a experiência completa.

á contava

Sua vez, canaltecher

Como de praxe, sempre estabelecemos 10 jogos que sentimos melhor representar o tema escolhido de nossas matérias. Infelizmente, as opções são inúmeras e, embora fosse esse o nosso desejo, não podemos inserir em uma lista todos os itens que gostaríamos.

Desta forma, queremos passar essa responsabilidade para você: quais RPGs do PlayStation 3 você acha que deveriam ter aparecido aqui e por quê? Conte para nós nos comentários abaixo!

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