Review | PaMu Slide, o "matador de AirPods que nunca cai da orelha"

Luciana Zaramela/Canaltech

Se você está no universo tech, curte música e acompanha o que anda rolando por aí no mercado de fones de ouvido, de duas, uma: ou já ouviu falar sobre os novos fones da Padmate, que contaram com financiamento coletivo e já estão na boca (ou nos ouvidos) do povo, ou simplesmente está louco para comprar e receber um exemplar na sua casa.

A startup chinesa sediada em Hong Kong enviou um modelo ao Canaltech e nós ficamos bem felizes com o que vimos antes mesmo de tirar os fones do dock de carregamento. Ou seja, tivemos uma boa impressão logo de cara — e isso é muito bacana, principalmente com produtos "filhos" de campanhas de crowdfunding. Então, antes de começar a falar dos fones propriamente ditos, vamos só contextualizar um pouco a história da Padmate para você entender por que tanto hype em torno do PaMu Slide.

Do Indiegogo à NBA

A galera que idealizou os earbuds que hoje são o foco da nossa análise é de uma startup da China, chamada Xiamen Padmate Technology. O Slide não é o primeiro modelo que a empresa coloca à venda, tendo lançado outros na mesma plataforma, como o PaMu Scroll e o PaMu X13.

A coisa deu tão certo que, ao decidir voltar e angariar fundos para lançar o seu mais novo modelo, a Padmate arrebentou a boca do balão e bateu mais de R$ 21 milhões em arrecadação, com 72 mil investidores espalhados pelo mundo (na data de redação desta análise).

E a Padmate vem investindo pesado em marketing, além de tudo. Se você ainda não foi surpreendido com uma propaganda deles nas suas redes sociais, nós te contamos que, pelo menos por aqui, todo dia vem algo diferente para promover o PaMu Slide. Inclusive com astros da NBA, da música e de outros esportes fazendo aquela generosa publicidade.

A fórmula não tinha como dar errado: capital que superou a meta, publicidade, marketing, qualidade e entrega em lotes? Sucesso!

Agora que você já sabe a origem desses fones, vamos lá. Com vocês, PaMu Slide!

Design & Ergonomia

Fones true wireless (TWS: sem cabo nenhum interligando os buds) são uma teteia para quem gosta de total mobilidade, seja na prática de esportes, no corre-corre do dia a dia ou no trabalho, mesmo. A gente assume que gosta bastante, porque a vida de jornalista tem dessas coisas. Muitas horas no escritório, um pulo na academia, um café com notebook ligado, e ligações a todo momento… ter o auxílio de fones de ouvido discretos e ágeis é essencial para resolver essas e outras tarefas no nosso cotidiano.

Os earbuds vêm num dock de carregamento muito bonitinho, mas nada conciso ou diminuto em relação a outros fones true wireless que testamos por aqui ou que estão há um tempo no mercado (a exemplo dos próprios AirPods ou Galaxy Buds). A "caixinha" quadrada, que serve de berço de carga para os fones, é relativamente grande e não aconselhamos carregá-la por aí no bolso da calça, caso você queira sair com o mínimo de trecos possível para dar um rolê na rua, por exemplo. Fica um trambolhinho volumoso que chama a atenção e incomoda, mas tudo isso pode ser resolvido se você tiver uma mochila pequena, uma bolsa, o bag do notebook ou algo que quebre esse galho para você.

Tirando essa do tamanho e do volume do dock de carga, ficamos impressionados com a qualidade da construção e com o design do brinquedo. Nós recebemos o PaMu Slide na cor verde (muito bonita e discreta, aliás). O dock tem formato quadrado com bordas arredondadas e uma superfície deslizante que revela os buds, trazendo na tampa quatro leds indicativos de carga. O conjunto lembra uma caixinha de som, já que tem uma textura de telinha com a marca na parte de cima.

Deslizou, abriu! (GIF: Luciana Zaramela/Canaltech)

Ao abrir a tampa deslizante, vemos os dois buds muito bem encaixados magneticamente no dock de carga. Para começar o pareamento, basta retirá-los do dock e encaixá-los nos ouvidos. Nós nos demos muito bem com a ponteira M que vem nos fones, e realmente a propaganda da Padmate fez jus ao slogan do "nunca cai" — ok, o termo "nunca" é muito forte, mas nos nossos testes com caminhada, idas e vindas pelas ruas, afazeres domésticos, passeio com cachorro, trabalho, relaxamento antes de dormir e até uma ida ao shopping, o PaMu Slide nem fez menção de cair da orelha. Ele firma muito bem e não incomoda, mesmo durante períodos mais longos em uso.

O design dos fones lembra o dos AirPods, por ter aquela haste que fica "pendurada" na orelha. A parte que fica no ouvido — os buds propriamente ditos — não tem um selamento profundo, então o isolamento passivo de ruído não é muito imersivo. Bom, os fones não contam com essa premissa e têm uma pequena abertura na parte traseira, proporcionando ao ouvinte uma boa noção do que está acontecendo no mundo ao redor mesmo com a música "no talo".

PaMu Slide: buds + dock de carregamento (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Visualmente, temos um LED indicador em cada fone. Quando esse LED fica vermelho, quer dizer que a bateria está fraca ou que os fones estão carregando no dock. Em uso, um LED branco fica pulsando, indicando que os fones estão conectados e em funcionamento. Apagados, os LEDs mostram que os fones já completaram a carga ou estão, obviamente, desligados.

O conjunto é todo feito em plástico, com detalhes e acabamentos de primeira. Pelo preço que custa, nos surpreendeu bastante. Parece que a Padmate não quis economizar em nada no quesito construção, porque tudo — desde o material empregado até a tecnologia Qualcomm (falaremos dela mais adiante) — foi muito bem pensado e utilizado no PaMu Slide.

Os fones têm certificação IPX6, ou seja: são resistentes a respingos de água e suor. Pode correr com ele? Pode. Correr na chuva? Pode. E tomar banho com os fones? Aí é melhor deixá-los na caixinha, né?

Ele está sendo vendido em três cores: branca, preta e verde (fones e dock).

Controles

Os pequeninos possuem, em sua superfície externa, controles táteis muito intuitivos e responsivos. Basta um toque no bud da direita ou da esquerda para pausar a música. Dois toques no da esquerda, chamam a Siri ou o Google Assistente. Dois toques no da direita avançam para a próxima faixa. Se você tocar no fone da direita e segurar por instantes, o volume aumenta. No da esquerda, o volume diminui.

Para chamadas: um toque atende, dois toques rejeitam. Seja em qualquer um dos buds.

Eles não possuem botão de liga/desliga. A coisa funciona assim: tira do dock, liga. Bota no dock, desliga. A conexão é automática.

Bateria

O que você está acostumado a ver de autonomia de bateria em fones in-ear sem fio? Quatro, cinco horas? O PaMu Slide entrega dez horas de reprodução com uma carga só. E o case, quando totalmente carregado, suporta mais cinco cargas completas. Isso totaliza 60 (sessenta) horas de bateria e 45 de stand-by. Sinceramente, para um fone true wireless, mesmo com dock de carregamento, não há outro adjetivo para categorizar esse nível de autonomia que não seja INSANO. Isso é o que justifica o tamanho do dock em relação aos de marcas concorrentes. Grandinho, mas a recompensa também é bem interessante e pesa muito na hora da compra. E ah, antes que você se pergunte: finalizamos os testes e não, a bateria ainda não chegou nem na metade.

Segundo a Padmate, uma carga rápida de cinco minutos confere uma hora de música.

O PaMu Slide tem modelos com dois tipos de dock: um comum, que carrega apenas os fones, e outro com indução para carregar também seu smartphone. Esse é o que nos foi enviado para testes, e para mostrar que a coisa funciona, a gente documentou:

Carregamento do iPhone XS Max: sucesso! (GIF: Luciana Zaramela/Canaltech)

O dock tem entrada USB-C para carregamento e o botãozinho que você vê logo ao lado dela serve para ativar o carregamento do celular por indução.

Conectividade

A propaganda em torno da estabilidade dos fones não fica só no fato de ele se prender legal às orelhas. Além da parte física, o PaMu Slide tem tecnologia de ponta, tanto na questão true wireless quanto na conectividade com seu dispositivo (celular, computador, tablet…). Os fones usam Bluetooth 5.0 e têm excelente alcance e estabilidade de conexão, o que confere qualidade alta sem repiques nas músicas. Em outras palavras, você não vai passar raiva com dropouts e sua música não vai ficar falhando — dentro do raio de alcance, claro.

Sobre o sinal, a Padmate afirma que o PaMu Slide tem a melhor qualidade do mercado, deixando para trás gigantes representados pela Jabra, Sony e Bose. Mas a briga que a chinesa quer comprar, aqui, é com a Apple: tanto que ela ataca os AirPods 2 o tempo todo na descrição de sua campanha no Indiegogo. "Matador de AirPods" é uma das alcunhas que a fabricante dá para seu Slide, aliás.

TWS com conectividade e bateria que, no total, alcança 60 horas! (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Dentro dos buds, a chinesa optou por usar um dos mais recentes chips da Qualcomm para a tecnologia true wireless, o QCC3020. Atualmente, os AirPods contam com o Apple H1 (o mesmo dos Beats mais novos), e os demais true wireless das marcas já citadas anteriormente estão usando o Qualcomm CSR86Xx.

Nos nossos testes, a promessa se mostrou realidade. Primeiro que, depois do primeiro pareamento com seu dispositivo, basta tirar o fone do case e por na orelha para que você já comece a escutar a música de onde parou — caso não tenha fechado seu app de streaming. A gente testou com o Spotify em alta qualidade e não há uma queixa sequer quanto à estabilidade de conexão. Não houve um repique e nem um gargalo durante todas as horas que ficamos com o Slide nas orelhas. E olha que para esse review sair rápido, ficamos horas e horas a fio imersos na atmosfera PaMu.

Mas e o som, é bom?

Chegou a hora da prova de fogo da nossa análise. Afinal, tudo aqui tem ido muito bem, será que o fator áudio vai manter a média final do PaMu Slide nas alturas?

Em primeiro lugar, análises são subjetivas, mas vamos tentar traduzir o máximo possível nossa experiência em palavras e com imparcialidade, para te ajudar a se decidir se investe num exemplar desses ou não.

Garoto propaganda da PaMu com o modelo em ação (via Indiegogo/Padmate)

Em termos de graves, a primeira impressão que tivemos ao escutar o Slide foi de "uau, que graves ele tem!". E tem mesmo. Fomos um pouco influenciados por começar a análise escolhendo Daft Punk como banda inaugural dos fones, notoriamente conhecida por seus graves marcantes, groove dançante e um estilo disco/funk/eletrônico. Baixos e sintetizadores saltaram em Starboy — faixa que, inclusive, explora bastante a frequência de graves e sub-graves, entregues com boa ênfase pelo PaMu Slide. Dito isso, parece que a proposta de agradar ao público jovem, que busca por qualidade, graves encorpados e preço honesto, cai como uma luva na resposta desta frequência. Aliviando um pouco a barra com In The Air Tonight, do Phil Collins, tivemos a grata supresa de sentir o espectro de graves com ênfase, mas ao mesmo tempo, com clareza — principalmente a partir dos 4:00 da música. Já no campo dos sub-graves, sentimos a coisa embolar um pouco em Oi-1, do Biosphere. Aqui, a surra de sintetizadores foi demais para o PaMu Slide e os sub-graves se perderam de mãos dadas com os graves, resultando em queda na definição, irritando um pouco os ouvidos em volume de 60% para cima. Mas de maneira geral, ficamos muito satisfeitos com o resultado das frequências graves do PaMu Slide! No rock, pop, disco, soul, rap, R&B, a coisa vai que vai.

Para aliviar os ouvidos, resolvemos homenagear Leonard Cohen e testar a baladinha In My Secret Life para saber como o PaMu Slide responde aos graves de sua voz em dueto com Sharon Robinson. O timbre barítono do cantor soou limpo e aveludado, então o Slide funciona bem sem decepcionar os fãs de vocalistas de vozeirões graves, como Iggy Pop, Lou Reed e o próprio Cohen. O contraste com o timbre contralto de Robinson foi entregue com cinco estrelas pelos fones, e toda a música tocou muito bem em questão de equilíbrio entre as frequências vocais (ou seja, espectro médio/médio-grave). Para enfatizar melhor esses médios, aqui a gente sempre escolhe algo que explore bem o instrumental, levando em conta caixas, sopros e pianos. Dessa vez, a escolhida foi That's The Time, do Fourplay. O smooth jazz tem muito disso, de enaltecer frequências médias, e o equilíbrio delas no PaMu Slide foi melhor que o das frequências graves. Caixas, piano acústico, guitarras e piano elétrico tiveram seu lugar ao sol, com resposta rápida e muito bem entregues! Contudo, essa mesma música nos revelou que o Slide tem um defeitinho em frequências mais agudas. Passou dos 6 kHz, o chimbal começa a irritar um pouco em volume acima de 60%. Essa é a mesma frequência que revela sibilância em narrativas ou mesmo em vocais cantados. Resolvemos explorar um pouco mais a questão dos agudos e escolhemos outra música para exemplificar a falha do Slide.

De maneira geral, esses agudos não irritarão o usuário médio que busca um fone portátil, totalmente sem fios e bacana para usar no dia a dia. Como o apetrecho é voltado para as massas (vide preço), não vai ter muita gente reclamando de agudos. Mas se você se considera um "quase-audiófilo" — ou é um —, preste atenção nessa consideração a respeito dos agudos: quando as frequências passam de 6 kHz, a impressão que dá é de que usaram uma compressão que deixou o áudio nessa faixa mais aguda enlatado e ao mesmo tempo muito evidenciado. Artificial, em outras palavras. Isso atropela frequências vizinhas, como a de pianos e guitarras mais altos e brilhantes, sobrepondo-as. Em A Soapbox Opera, do Supertramp, isso fica muito bem ilustrado quando a música cresce e os hi-hats encobrem o piano, que brilha e preenche praticamente toda a faixa. Do começo até o clímax dessa canção, a qualidade na entrega das frequências chega a arrepiar. Mas, com o passar dos "atos", basta entrar a marcação com os chimbais e os ataques que sentimos essa compressão nos agudos — ao mesmo tempo que enfatiza, deixa pratos (na mixagem, em sua maioria no pan esquerdo), chimbais e até a voz de Roger Hodgeson metalizada nos crescendos.

No final do frigir dos ovos: para o usuário médio, isso vai fazer diferença? Sendo bem honestos, pelo preço que se paga no PaMu Slide, não, não vai. O usuário médio vai querer uma boa dose de graves e prestar atenção neles. Já os mais exigentes vão sentir de cara essa diferença de agudos e, se você se enquadra nessa turma, já sabe o que fazer: usar um equalizador para maquiar de 4 kHz para cima. No próprio Spotify (cujo equalizador não é lá grandes coisas), ouvimos essa música com a seguinte representação gráfica para chegar num nível legal (mas perdemos um pouco da definição do cravo e quase toda a resposta das cordas):

Uma maquiadinha nos agudos do Spotify talvez ajude, certo? (Screenshot: Luciana Zaramela/Canaltech)

Microfone

O PaMu Slide usa um sistema de microfonagem que reduz o ruído ambiente (com um microfone em cada bud) para dar mais clareza à sua voz enquanto atende chamadas ou grava áudio para enviar no WhatsApp. Para um exemplar desse tamanho, vamos mandar a máxima do "tá passando de bom". Por causa de valor, obviamente, e porque se a intenção é passar a mensagem com clareza, ele faz. Nada espetacular, mas algo bastante funcional e que ajuda a conversa fluir quando você estiver na rua ou em um ambiente movimentado. Ele tem um pequeno lag para gravação de áudio, o som fica meio mecanizado, mas isso é aceitável em fones sem fio. Tá de parabéns, afinal, olha o preço do modelo!

O que tem na caixa

Conteúdo da caixa do PaMu Slide (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)
  • PaMu Slide (dois buds)
  • Dock de carregamento
  • Cabo USB-C/USB
  • 6 pares de ponteiras PP, P, M, G e GG em silicone
  • Manuais

Preço e como comprar

Listados no Indiegogo em diferentes perks (algo como lances), os PaMu Slides estão sendo vendidos de várias maneiras, até mesmo em pacotes, partindo de US$ 69 (fones e dock sem carregamento para seu smartphone) e US$ 79 (com dock com indução, o chamado PaMu Slide Plus). Veja as opções:

Preços com e sem carregamento de celular (via Indiegogo)

Ou seja, se você se interessou e quer garantir um exemplar enquanto os fones estão em fase de fechamento de lotes para envio, basta escolher um perk e efetuar o pagamento. O frete já variou de R$ 85 a R$ 150, segundo relatos de brasileiros no Instagram da Padmate. Fizemos uma simulação de perk e o frete saiu grátis para o Brasil. Enfim, é bom ficar ligado nisso, já que o frete é cobrado em dólares de Hong Kong. Outra: você pode ser taxado por importação. Nós fomos.

IMPORTANTE

Vale deixar claro que crowdfunding quer dizer financiamento coletivo. Os perks que você paga não são garantia de produto na mão. Sites como Indiegogo e Kickstarter servem para que pessoas de todo o mundo invistam na ideia e no produto anunciado, e pode ser que esse investimento não dê retorno algum em forma de produto recebido. Obviamente, no pé que as coisas andam com a Padmate, a produção em massa já começou em junho e os fones já passaram a ser enviados em lotes há menos de um mês. Assim, você está praticamente comprando um fone na sua fase de financiamento coletivo. Mas vale o aviso para que você entenda, antes de contribuir, como funcionam os sites de financiamento e as outras campanhas. Crowdfunding não quer dizer "compra". A startup pode te contemplar com um exemplar ou não, então fique esperto com isso e veja se há possibilidade de reembolso caso se arrependa. A premissa é sempre financiar.

Veredicto

Por fim, vamos resumir agora o que achamos do produto. O PaMu Slide teve um impacto muito positivo aqui no Canaltech, desde a primeira vista, passando pelas primeiras "ouvidas" e até o fechamento desta análise. "Ah, mas e a questão dos agudos?" Calma, chegaremos lá.

Por US$ 79 (cerca de 270 reais) a gente tem em mãos earbuds que duram 60 horas, em termos práticos. Entregam uma boa qualidade geral de áudio — coisa que a galera jovem vai curtir para uso no dia a dia, mesmo. Possuem uma senhora conexão que, realmente, não repica e nem oscila. Usam tecnologia de ponta, com chip da Qualcomm e alcance Bluetooth muitíssimo bons. Têm um design bacana, estável e agradável ergonomicamente. Vem com carregador de celular por indução (neste modelo que testamos). Se a gente botar tudo isso no liquidificador, a resposta que daremos ao canaltecher é: não tem erro, pode comprar. Dessa forma, o que andam falando sobre "matador de AirPods" e não cair fácil da orelha, de fato, faz muito sentido.

O fato dos agudos mais altos soarem irritantes em algumas músicas é algo muito específico, e tal incômodo será percebido, de novo, pelo pessoal audiófilo. E mesmo vocês, amigos audiófilos, podem considerar o PaMu Slide, porque o bichinho encanta, mesmo. Nada que um equalizadorzinho amigo não ajude, certo?

Para o design e a ergonomia, nota 8. Para a conectividade, 10! Para a qualidade do áudio, um sincero 7,5. E a duração dessa bateria merece um longo e sonoro 10!

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