Chucky | 5 motivos para assistir à série do Brinquedo Assassino

Chucky | 5 motivos para assistir à série do Brinquedo Assassino

Por Natalie Rosa | Editado por Jones Oliveira | 30 de Novembro de 2021 às 22h20
SyFy

Os fãs de Chucky, o Brinquedo Assassino, agora podem saber mais sobre a história horripilante de Charles Lee Ray, um assassino que transferiu sua alma para um boneco. Na série de terror Chucky, disponível no catálogo do Star+, o boneco está de volta à cidade em que nasceu para perturbar a vida das pessoas, desta vez adolescentes e seus pais, fazendo uma matança atrás da outra.

Se você ainda está em dúvida se deve assistir à série ou não, o Canaltech trouxe uma lista com cinco motivos para você largar tudo e dar play na trama o quanto antes.

O elenco principal de Chucky são adolescentes (Imagem: Divulgação/SyFy)

5. Chucky é uma sequência, não um remake

Em 2019, vimos o lançamento de Brinquedo Assassino, que é um remake do primeiro filme, de 1988, e que não foi muito bem recebido. Já a série é uma sequência da franquia original, com Chucky ainda sendo a encarnação do serial killer Charles Lee Ray. Assim, Chucky é a continuação do último filme da franquia, O Culto de Chucky, trazendo de volta os personagens Tiffany e Nica Pierce. Kyle, a irmã adotiva de Andy que apareceu pela primeira vez em Brinquedo Assassino 2, também está de volta.

4. Conhecendo o passado de Charles Lee Ray

No primeiro filme da franquia Brinquedo Assassino, vemos que Charles Lee Ray é perseguido pela polícia até morrer. Mas ele não parte dessa para melhor sem antes transferir a sua alma para um boneco Good Guy. Na série, então, vemos como Charles era na infância e na vida adulta, mostrando que a personalidade maléfica sempre existiu e que os seus planos estão cada vez mais perigosos e perturbadores.

O boneco é possuído pelo serial killer Charles (Imagem: Divulgação/SyFy)

3. Atual

Logo nos primeiros episódios de Chucky, vemos que a série traz alguns diálogos para ambientar que estamos na atualidade e que muita coisa mudou desde 1988. Uma das conversas que viralizou é do boneco com Jake Wheeler (Zackary Arthur), quando o adolescente está falando sobre sua sexualidade. Chucky diz que tem um filho queer e que está de acordo com isso porque não é um monstro, o que seria admirável se ele não fosse um assassino. Além disso, agora as pessoas têm internet para investigar o motivo de o boneco estar possuído, descobrindo um pouco mais sobre o seu passado para saber como resolver esse problema.

2. Don Mancini

O boneco Chucky não seria Chucky sem o roteiro de Don Mancini, não é mesmo? O roteirista da franquia também é responsável pela série, e deixou claro desde o anúncio que a trama seria tão horripilante quanto os primeiros filmes, deixando os fãs de terror mais do que felizes. O mesmo não aconteceu nos filmes depois dos três primeiros, trazendo um certo humor à trama que parece ter desmerecido toda a origem do boneco.

Na série, Chucky executa muito bem seus planos maléficos (Imagem: Divulgação/SyFy)

1. Mais cruel do que nunca

Por mais que a série tenha alguns diálogos engraçados e se aprofunde mais nas histórias, ela não deixa de ser tão sanguinária e sombria quanto os filmes. Chucky até tenta fazer uma amizade com Jake, o recrutando para fazer as matanças junto com ele, mas falha e acaba executando quem passa na sua frente e o incomoda. Muitas vezes, nem precisa de um motivo para se tornar uma vítima desse brinquedo malvado. A primeira temporada também traz mais alguns detalhes sobre a origem do boneco e o seu processo de possessão.

Chucky está disponível no Star+.

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