LinkedIn publica lista com as 10 startups de maior destaque no Brasil em 2021

LinkedIn publica lista com as 10 startups de maior destaque no Brasil em 2021

Por Márcio Padrão | Editado por Claudio Yuge | 22 de Setembro de 2021 às 17h20
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O LinkedIn lançou nesta quarta-feira (22) quarta edição das Top Startups, lista das dez empresas brasileiras do tipo que mais se destacaram neste ano. Os critérios para formar o ranking vêm da análise de dados de mais de 774 milhões de participantes da rede social corporativa em todo o mundo.

Veja a lista de Top Startups 2021 no Brasil, segundo o LinkedIn:

  • C6 Bank (banco digital)
  • Neon (fintech)
  • Gupy (empresa de tecnologia para recursos humanos)
  • Kestraa (gestão e operação de comércio exterior)
  • Mandaê (serviço logístico para e-commerce)
  • Loft (plataforma digital para compra e venda de imóveis)
  • Dengo Chocolates (foodtech)
  • DataSprints (soluções para análise de dados)
  • Kovi (aluguel de carros)
  • Liv Up (foodtech de comida natural e mercado online)

A metodologia do LinkedIn foi criada a partir de quatro grandes critérios: crescimento no número de funcionários; interesse por vagas; engajamento de usuários com a empresa e seus funcionários; e atração de profissionais. As empresas candidatas deveriam ser independentes e de propriedade privada, com 50 ou mais funcionários, fundadas há até sete anos e com matriz no Brasil.

C6 Bank, uma das startups da lista do LinkedIn (Imagem: Divulgação/C6 Bank)

Foram excluídas empresas de seleção de pessoal, “think tanks”, organizações sem fins lucrativos, aceleradoras, entidades filantrópicas, empresas de capital de risco e órgãos estatais. Também não entraram startups que dispensaram 20% ou mais de sua equipe de 1º de junho de 2020 a 20 de junho de 2021. A rede social também realiza versões nacionais desta lista em outros 25 países, como Alemanha, Canadá, EUA, Itália, Índia, Japão, México, Arábia Saudita, Bélgica, Cingapura e Egito.

As startups eleitas refletem o momento pandêmico, pois são em sua maioria serviços digitais que ajudaram a manter o isolamento social, como serviços financeiros, logística e e-commerces. "Além disso, percebemos também a presença de companhias que disponibilizam produtos que fazem parte do dia a dia das pessoas, como banco digital e delivery de alimentos", afirma Rafael Kato, editor-chefe do LinkedIn para América Latina.

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