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O céu não é o limite! | Arco vermelho no céu, mapa de Marte, maré em plasma e+

Por  • Editado por  Patricia Gnipper  | 

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Ruslan Merzlyakov/NYU Abu Dhabi/NASA/Mary Pat Hrybyk-Keith
Ruslan Merzlyakov/NYU Abu Dhabi/NASA/Mary Pat Hrybyk-Keith

O Programa Artemis deu mais um passo importante para levar a humanidade de volta à Lua: a NASA escolheu nessa semana os astronautas que viajarão na próxima missão, que os levará a um teste de sobrevoo lunar.

Além disso, tivemos novidades sobre o primeiro teste orbital da SpaceX, fenômenos astronômicos e muito mais. Confira abaixo o resumo das principais notícias da semana.

O arco avermelhado no céu

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Após uma tempestade solar bem intensa no fim de março, um raio avermelhado no céu foi observado no céu da Dinamarca. O que seria? Trata-se de um arco auroral estável vermelho. Apesar do nome, é algo bastante instável.

Esse arco surge da luz emitida por moléculas de oxigênio na atmosfera superior terrestre, aquecidas pelo sistema correntes elétricas que cercam nosso planeta. Embora o fenômeno não esteja diretamente relacionado às tempestades solares, a tempestade mais intensa que o normal ajudou o arco a se tornar mais visível.

O mapa de Marte feito pela sonda árabe

Após realizar mais de três mil observações de Marte, a sonda árabe Hope permitiu a criação de um mapa de alta resolução do Planeta Vermelho. O mapa revela detalhes incríveis da superfície marciana, como as calotas polares, montanhas, vulcões, vestígios de antigos rios, vales e crateras de impacto.

O objetivo da missão é fornecer uma imagem completa do clima marciano, mas o novo mapa já será útil para montar o "quebra cabeças" da história antiga do planeta vizinho.

O plasma ao redor da Terra afetado por marés lunares

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Segundo um novo estudo, a plasmasfera da Terra é influenciada pelas forças de maré exercidas pela Lua. Essa região é dominada por um plasma que circunda nosso planeta em forma de "rosquinha" cuja forma e localização do ponto de maior altitude muda conforme as estações.

A nova descoberta mostra que essas mudanças são provocadas pelo movimento da Lua, assim como as marés oceânicas. É a primeira vez que a influência gravitacional de marés são observadas em um plasma.

O resgate das amostras do asteroide Bennu

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A NASA está se preparando para receber as amostras do asteroide Bennu, coletadas pela missão OSIRIS-REx, que chegarão à Terra em 24 de setembro. A cápsula contendo o material vai pousar de páraquedas no deserto de Utah, nos Estados Unidos, e será resgatada por três equipes que já estão em treinamento.

Também serão recolhidas amostras de solo e ar do local onde a cápsula pousar para verificar se há possíveis materiais contaminantes. A cápsula será ficará em uma sala de segurança temporária, de onde será transportada para o Centro Espacial Johnson, da NASA, em Houston.

A passagem do asteroide de 100 m de diâmetro

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O asteroide 2023 FM fez uma aproximação de nosso planeta na quinta-feira (6), mas passou bem mais longe que muitos outros visitantes — cerca de oito vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Segundo os cálculos de órbita desse objeto, não há nenhuma chance de impacto nos próximos 100 anos.

A montagem do Starship e Super Heavy para voo orbital

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O Starship e o Super Heavy foram montados e instalados na base de lançamentos para o primeiro teste de voo orbital, que deve ocorrer em abril. O sistema apareceu em um novo vídeo publicado no Twitter por Elon Musk, CEO da SpaceX, na quarta-feira (5).

Para confirmar o lançamento, a SpaceX precisa do aval da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos. O objetivo será ver o desempenho do foguete e da espaçonave em grandes altitudes e observar a reentrada na atmosfera.

Os astronautas selecionados pela NASA para irem à Lua

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Christina Koch, Jeremy Hansen, Victor Glover e Reid Wiseman: esses são os astronautas selecionados para formar a tripulação da missão Artemis 2, que levará os humanos de volta à órbita lunar pela primeira vez após mais de 50 anos.

Essa também será a primeira missão à Lua com uma mulher e uma pessoa negra a bordo. A missão ocorrerá em 2024 e terá como objetivo testar o voo tropulado da espaçonave Orion ao redor do nosso satélite natural.